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	<title>Blog de Maria Beatriz de Carvalho Melo Lobo &#187; terminar um casamento</title>
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	<description>Bia Lobo</description>
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		<title>Separação de casais: para quem o divórcio vira um inferno?</title>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 22:12:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amor e sexo]]></category>
		<category><![CDATA[Assuntos Gerais e Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Educação em Geral e Ensino Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos e família]]></category>
		<category><![CDATA[briga de casais]]></category>
		<category><![CDATA[Colocar filho contra pai ou mãe? Quem nós atacamos quando decidimos infernizar a vida de quem saiu de casa? Dá para ter uma separação civilizada]]></category>
		<category><![CDATA[De que adianta culpar alguém?]]></category>
		<category><![CDATA[Divórcio]]></category>
		<category><![CDATA[É posível ter uma separação realmente amigável?]]></category>
		<category><![CDATA[ele saiu de casa]]></category>
		<category><![CDATA[Nossos filhos precisam escolher entre o pai e a mãe?]]></category>
		<category><![CDATA[Por que transformamos nossos "ex" como vilão(ã) acabando com a justificativa que fizemos para casar com ele(a)?]]></category>
		<category><![CDATA[separação]]></category>
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		<description><![CDATA[Há poucas semanas atrás, conheci um casal na praia e trocando aquele bate papo gostoso regado a caipirinha, soube que ele (separado faz pouco mais de 3 anos) sofria muito com o distanciamento dos filhos, que (na opinião dele) se afastaram em virtude das atitudes da ex-mulher que parece usar todo tipo de chantagem emocional e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Há poucas semanas atrás, conheci um casal na praia e trocando aquele bate papo gostoso regado a caipirinha, soube que ele (separado faz pouco mais de 3 anos) sofria muito com o distanciamento dos filhos, que (na opinião dele) se afastaram em virtude das atitudes da ex-mulher que parece usar todo tipo de chantagem emocional e material para manter os filhos longe do pai e, mais ainda, da nova mulher que ele escolheu para viver.</div>
<div>Este é um assunto que eu posso dizer que não só conheço, estudei e vejo às dezenas, como vivi na pele (como se diz), pois já me separei e me casei com uma pessoa separada.</div>
<div>O que o casal nos relatou na praia é a situação mais corriqueira e não é só de ex-mulher não!</div>
<div>A imensa maioria dos casais que se separam enfrenta quase um desmanche da vida familiar ou uma guerra, em geral travada entre aquele que &#8221;fica&#8221; (ou seja, quem não decidiu pela separação) com aquele que &#8220;vai&#8221; (que pediu a separação), mesmo que no começo, em alguns casos, o casal tente levar tudo de forma super civilizada, até&#8230;.</div>
<div>Bem, até que entram as questões materiais, e/ou um novo parceiro para qualquer das partes, e, principalmente, problemas com os filhos. Aí parece que tudo se transforma! Vira um inferno na terra!!!!</div>
<div>Não quero tratar de nenhum caso em especial, mas apenas dizer que, quase sempre, independente de quem pede a separação (e de quem não pensava que a vida poderia mudar tanto!), os filhos são os que mais sofrem com uma separação.<br />
Pais, atenção! Os filhos não devem ser obrigados a escolher um lado (como se fosse mesmo um jogo onde o outro lado é o time a ser vencido!), ou compartilhar da visão de apenas um dos dois (ou seja, um sempre será a vítima e o outro o algoz então só um pode ter razão e/ou ser apoiado).<br />
Os filhos precisam é de orientação, inclusive para agir de modo a não fomentar ainda mais a discórdia e para não pensar apenas neles mesmos, como se só isso importasse.</div>
<div>Pois é muito comum os filhos agirem na separação pensando e de acordo com seus próprios interesses imediatos, sem qualquer convicção de certo ou errado, sem pensar e analisar a situação sob a ótica do casal (quando os filhos têm idade para isso) e a situação acaba propiciando o pior dos males: crianças, adolescentes e até adultos usam a separação dos pais para invocar direitos, ou regalias &#8211; nunca deveres &#8211; que só são possíveis pela fragilidade em que os pais se encontram.<br />
Com isso, é comum ver pais que, com enorme sentimento de culpa, perdem totalmente o bom senso e não conseguem mais dizer NÃO! Ou então um colocar os filhos contra o outro, usando como argumentos provas de sua situação de vítima (nada melhor do que usar os filhos para encostar o outro na parede, não é?). Este é o jogo do vencer-perder, pois um lado só vence se o outro perde.<br />
Amigos do casal muitas vezes também agem como os filhos, ou como crianças, escolhendo lados e incentivando birras e escândalos.</div>
<div>Nada disso contribui para a compreensão da situação, para a paciência necessária nesta fase que deve ser de transição e com a felicidade dos dois lados e dos filhos principalmente.</div>
<div>Quero terminar dizendo que sim, existem muitos casais que conseguem lidar bem (dentro do possível) com uma separação (independentemente do motivo que a causou).</div>
<div>Isto acontece quando, na maioria das vezes, um dos dois toma a dianteira e coloca as regras de forma justa e explica as situações sob a ótica da verdade e não do oportunismo e também sabe reconhecer defeitos seus, do outro e dos filhos (que não sempre anjos não!).</div>
<div>Com isto, consegue conduzir melhor a situação e levar todos a um bom porto, mas isto não significa que a convivência pacífica e até construtiva não dependa também de todos os envolvidos em diferentes níveis.</div>
<div>Ou seja, se aqueles que se separam conseguem conviver bem entre si e com seus novos parceiros, se os filhos conseguem aceitar e estabelecer uma forma de convívio digna e agradável com os pais, com seus novos parceiros e até com os filhos destes é porque a família resolveu manter a dignidade e fazer a verdade prevalecer. </div>
<div>Ganha quem decidiu olhar para a família coletivamente, escolhendo a visão de que o bem estar e a honestidade das atitudes devem ser valores comungados por todos deste círculo e que consegue mostrar que isto é mais importante e maior do que qualquer bem material, ou se este, ou aquele tem razão no que fez ou deixou de fazer.</div>
<div>É o jogo do vencer-vencer, pois um só vence se todos vencem. Podem acreditar que é possível e vale a pena!</div>
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