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	<title>Blog de Maria Beatriz de Carvalho Melo Lobo &#187; podemos ser bons sem sermos bobos?</title>
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	<description>Bia Lobo</description>
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		<title>Fazer o bem sem olhar a quem?</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Dec 2011 01:56:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais e Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo social e político]]></category>
		<category><![CDATA[a culpa é sempre do patrão?]]></category>
		<category><![CDATA[empregadores bons ou maus?]]></category>
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		<category><![CDATA[tratar bem os colaboradores]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Aprendi desde pequena que temos que buscar fazer o bem, que a decisão do que fazer e para quem fazer é livre arbítrio e o importante é ter a consciência de ter feito aquilo que se achou que deveria ser feito.<br />
Não sou perfeita, longe disso, mas tenho tentado, verdadeiramente, ser melhor amanhã do que fui hoje e cuidar com justiça e dignidade todos os meus colaboradores, da vida ou das nossas empresas.<br />
Decepções? Tive várias, vindas de pessoas pelas quais talvez eu tenha feito por elas mais do que costumo, de quem nunca esperei um golpe e pensava que tinham por mim carinho, respeito e até admiração genuínos.<br />
Por isso, cheguei a ouvir que eu era ingênua e que tratar muito bem não é boa tática patronal. Ou seja, parto do princípio que as pessoas são boas, ou honestas, a priori e não a posteriori, dando a todos inclusive o benefício da dúvida.<br />
E olha que eu sou exigente, pego no pé, cobro mesmo: sou de fato uma &#8220;gerentona&#8221; que sabe fazer uma equipe produzir e dar o melhor de si, mas para quem dou todo respaldo e estou lá, junto! Somos sempre avaliados com notas muito altas, os clientes e fornecedores acham que somos uma grata exceção!<br />
Por vezes posso até passar do ponto por querer que tudo saia sempre certo e o melhor possível, mas acho que todos só ganham com isso,  incluindo os próprios colaboradores, mesmo com o desgaste que gera e sei que isso não é comum, mas é do meu espírito e de meu marido e este espírito encarna nosso trabalho, sempre!<br />
Chegaram a me dizer que tratar muito bem, ou ajudar quem trabalha comigo gera ingratidão e comportamentos abusados. Vivo com e sei que tem gente boa, sim, que dá valor e retribui com o coração e a disponibilidade, dentro de seus limites, mas com o caminhar também já vi de tudo e, por isso, não acho mais que sejam a maioria, pelo menos no meu país, infelizmente&#8230;<br />
Tenho respondido que se isso for verdade, ou seja, que é melhor desconfiar de todos e não me preocupar com os outros, além de sentir tristeza e desesperança, continuo achando que a errada não sou eu!<br />
Ajudo quando posso e acho válido, aposto nas pessoas e tomei, sim, várias bordoadas, mas quem fez isso comigo perdeu mais do que eu. O tempo e a vida se encarregam de provar. Afinal, sei que eu fiz a minha parte!</p>
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