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	<title>Blog de Maria Beatriz de Carvalho Melo Lobo &#187; os pais devem impor uma profissão aos filhos</title>
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	<description>Bia Lobo</description>
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		<title>Orientação Vocacional: Meus filhos devem seguir meus passos?</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 21:19:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais e Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Educação em Geral e Ensino Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo do Trabalho]]></category>
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		<category><![CDATA[Relacionamentos e família]]></category>
		<category><![CDATA[como escolher uma profissão]]></category>
		<category><![CDATA[Escolha profissional: Estudar para carreiras que dão dinheiro? Como orientar o futuro dos filhos? Orientação Vocacional]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade ou sucesso financeiro]]></category>
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		<category><![CDATA[os pais devem impor uma profissão aos filhos]]></category>
		<category><![CDATA[por que os pais querem que os filhos sigam seus passos]]></category>
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		<description><![CDATA[O que meu filho (ou filha) vai ser quando crescer? Quem já não respondeu ou pretende responder a essa pergunta? E quantos de nós insistimos em acreditar que são os pais os mais capacitados a auxiliar os filhos nessa difícil decisão? Talvez essa questão estivesse melhor colocada em revistas de psicologia, mas quando pensamos no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que meu filho (ou filha) vai ser quando crescer?<br />
Quem já não respondeu ou pretende responder a essa pergunta? E quantos de nós insistimos em acreditar que são os pais os mais capacitados a auxiliar os filhos nessa difícil decisão?<br />
Talvez essa questão estivesse melhor colocada em revistas de psicologia, mas quando pensamos no imenso número de empresas familiares e na grande expectativa que os adultos geralmente possuem em ver seus filhos como seus herdeiros ou sucessores profissionais, podemos calcular o impacto que essas decisões podem causar nas empresas e na vida das famílias.<br />
Melhor do que pensar que isso é um problema de orientação vocacional seria gastarmos um pouco de tempo para entendermos que a escolha da profissão é, com certeza, se não a maior, uma das mais importantes decisões na relação tempo / investimento que as pessoas fazem e aquela que afeta, de forma contundente, muitas das outras que tomamos ao longo da vida.<br />
Não quero tratar da questão da profissão em si, ou se suas características vêm mudando ao longo do desenvolvimento da sociedade, mas quero falar da busca pela felicidade, pois, afinal, é disso que tratamos quando orientamos ou ocultamos nossos desejos em relação a esse aspecto da vida dos que nos são caros.<br />
A escolha da área ou da forma como queremos desenvolver nossas habilidades e gostos, aquilo que muitos chamam de vocação, pode se materializar ao longo do tempo como uma coisa natural e consequente, mas pode ser também uma angústia para pais e adolescentes desavisados que se desesperam ao querer conciliar aptidão, vocação e possíveis vantagens competitivas, sociais ou financeiras, que cada atividade ou profissão pode possuir.<br />
É aí que o conflito surge na maioria das vezes, pois nem sempre o que gostamos é aquilo para o qual possuímos as aptidões necessárias e, mais ainda, podemos possuir ambas, vocação e aptidão, e não reunir condições materiais para alcançar nossos objetivos.<br />
Não é difícil encontrar vocacionados para a medicina que não conseguem financiar seus estudos ou passar pelo funil dos concorridos vestibulares, ou jovens que querem cursar oceanografia e residem no meio do sertão, ou, ainda, adoradores do basquete que não ultrapassaram a barreira do metro e meio de altura.<br />
É preciso que se orientem os jovens a analisar seus potenciais e suas reais condições de enfrentar os desafios da atividade desejada, a buscar informações técnicas sobre as exigências, formação e mercado da área escolhida ou de interesse, encaminhá-los às discussões com profissionais satisfeitos e insatisfeitos com o seu exercício profissional e, acima de tudo, não impor aos filhos ou jovens amarras que nossos sonhos e nossos preconceitos podem impor.<br />
A missão de nosso filho não é continuar a nossa obra. A luta que deve ser travada é por sua felicidade, onde o prazer de se fazer o que se gosta deve ser muito mais importante e, geralmente, muito mais promissor do que aquilo que dá dinheiro ou é reconhecido socialmente.<br />
Quando esperamos que eles se &#8220;casem bem&#8221;, na verdade queremos que eles escolham o que pode fazê-los feliz, mas não podemos imaginar que somos nós quem devemos nos apaixonar, ou mesmo escolher a pessoa no lugar deles.<br />
Não devemos nos furtar a procurar ajuda profissional quando isso já se transformou em um problema que desgasta pelo menos parte da família, mas os testes e exercícios psicológicos somente devem ser considerados como indicadores e orientadores sobre a vocação das pessoas.<br />
Para não dizer que não falei de flores, aí vai uma sugestão para aqueles que estão enfrentando a dúvida cruel da escolha ou da vontade de mudança profissional: feche os olhos em local tranquilo e isolado e imagine sua vida daqui a dez anos. Pense na sua casa, em seu companheiro ou esposa, imagine seus filhos e seu dia a dia na profissão escolhida.<br />
Esmere-se para ser o mais realista possível, e se, ao abrir os olhos, essa ideia lhe parecer agradável e viável, acredito que você esteja no caminho certo.<br />
Este artigo tem o título original de &#8220;Vocação para Felicidade&#8221; foi adaptado e publicado no Canal de Gestão da Escola (Portal KlickEducação) e inserido no site da Lobo &amp; Associados em 02/2000</p>
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