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	<title>Blog de Maria Beatriz de Carvalho Melo Lobo &#187; Eleições</title>
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	<description>Bia Lobo</description>
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		<title>Campanha eleitoral para Presidente de baixo nível!</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Sep 2014 17:57:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Mundo social e político]]></category>
		<category><![CDATA[baixo nível das campanhas]]></category>
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		<category><![CDATA[campanha para presidente]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; Um apanhado de meus comentários no Face sobre a Campanha Presidencial Setembro de 2014 O nível de mentiras no programa eleitoral está nojento! Quando Dilma fala que vai facilitar a transição tributaria para os pequenos empresários e que vai fazer um programa para ACABAR COM A BUROCRACIA, me dá engulhos! Afinal, o [...]]]></description>
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<p style="text-align: center;">Um apanhado de meus comentários no Face sobre a Campanha Presidencial</p>
<p style="text-align: center;">Setembro de 2014</p>
<p>O nível de mentiras no programa eleitoral está nojento! Quando Dilma fala que vai facilitar a transição tributaria para os pequenos empresários e que vai fazer um programa para ACABAR COM A BUROCRACIA, me dá engulhos! Afinal, o PT está no governo há 12 anos e por que razão já não fez isso faz tempo se é tão importante?</p>
<p>Por que não adotou a política do Poupa Tempo de SP?<br />
E as promessas de obras de mobilidade então! Os PACs 1 e 2 não chegaram nem na metade do que foi prometido, e ela continua prometendo!<br />
Trem bala, lembram? Transposição do São Francisco? Tudo atrasadíssimo e custando os tubos!<br />
Quem cai nessa esparrela, pelo amor&#8230;!!!</p>
<p>Posso estar errada nas minhas analises, mas sinto que, mais do que infelizmente, o PT vai se manter no Governo Federal por algumas razões:<br />
- eles são capazes de jogar pesado de uma uma forma que nenhum outro partido é capaz, ou sabe fazer;<br />
- a massa eleitoral que vai decidir a eleição não está nas redes sociais, onde a oposição faz uma operação mais acirrada. Ela vê TV e vota a partir de argumentos comezinhos, por medo, e não por argumentação ideológica;<br />
- enquanto ataques atingem Marina e, por alguma razão, Aecio não consegue chegar nas massas, nada enfraquece de fato a presidente, uma vez que não conseguem colar nela todas as sujeiras que vimos ao longo desses 12 anos;<br />
- o tempo de TV faz muita diferença e ajuda a colocar na cabeça dos favorecidos pelos programas sociais que há uma ameaça de retrocesso nessa área se o PT for vencido;<br />
- NINGUÉM tem coragem de dizer as verdades sobre o LULA. Por alguma razão que só ocorre no Brasil, querem desconstruir a imagem do PT sem tocar nele. como se nada tivesse a ver com o dito cujo;<br />
- a oposição quase não tem militância de fato comprometida como a petista, que usa o aparato publico como ninguém;<br />
- as oposições menos radicais no fundo adotam o mesmo discurso de dar um pouco mais do mesmo e de dizer que as coisas vão mudar, mas não mostram diferenças profundas entre o que são e o que está aí;<br />
- Aecio está perdendo em Minas e Marina no Acre, o que dificulta convencer os outros de que eles seriam boas escolhas;<br />
- deixaram muito tempo passar para dizer o que tem que ser dito e dizer agora vai parecer desespero eleitoral;<br />
- enfim, só fatos novos (e olha que nem o escândalo da Petrobras foi suficiente!) podem mudar o quadro!<br />
Com o desejo justo de defender sua campanha, os candidatos e seus adeptos estão brigando entre si (no caso, Marina e Aecio !) e lucrará a terceira mais esperta: Dilma!</p>
<p>Amigos que querem mudanças no Brasil: acho importante lembrar a todos que o nosso grupo de amigos selecionados nas redes sociais (a maioria provavelmente tem entre seus amigos quem tem conceitos em comum&#8230;) não vão decidir as eleições. Será dos rincões do Norte e do Nordeste que virá a maior diferença dos votos de Dilma. A vantagem no Sudeste e no Sul teria que ser muito maior do que é e foi na eleição passada! A luta é dura&#8230;..</p>
<p>Completando meu raciocínio, quando vejo um número enorme e inédito de jovens dos mais talentosos decidirem morar fora do País por não acreditarem no futuro do Brasil, e que não temos um argumento que prove que eles estão errados, não consigo enxergar uma luz no fim do túnel!<!--:--></p>
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		<title>A eleição de gestores confundida com democracia nas IES privadas precisa ser desmascarada! &#8211; Post 62</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Nov 2013 20:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais e Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Educação em Geral e Ensino Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo social e político]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
		<category><![CDATA[eleições diretas nas universidades]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; A eleição de gestores confundida com democracia nas IES privadas precisa ser desmascarada! Post 62 A preocupação com a preservação do “caráter democrático da gestão” permanece em muitos Regimentos de Instituições de Ensino Superior  (IES), por isso é importante salientar que, infelizmente, esta questão tem sido muito mal entendida no Brasil, nas [...]]]></description>
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<p style="text-align: center;"><strong><em>A eleição de gestores confundida com democracia nas IES privadas precisa ser desmascarada!</em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Post 62</strong></p>
<p>A preocupação com a preservação do “caráter democrático da gestão” permanece em muitos Regimentos de Instituições de Ensino Superior  (IES), por isso é importante salientar que, infelizmente, esta questão tem sido muito mal entendida no Brasil, nas IES em geral.</p>
<p>A democracia como regime de governo pressupõe a forma de escolha de dirigentes e para quem eles trabalham.</p>
<p>Nas IES, apesar de ser uma reivindicação dos estudantes cada vez mais frequente (e mais atendida), confunde-se democracia com necessidade de participação, uma vez que, em uma IES, a vontade do “povo” não representa, necessariamente, o que é melhor para a Instituição e para o próprio “povo”.</p>
<p>Aliás, para quem uma IES deve ser governada? Quem são os habilitados para tomar decisões e em que níveis?</p>
<p>A melhor decisão difere, muito provavelmente, do que pensa, isoladamente, o conjunto de alunos, ou do que pensa, isoladamente, o conjunto de professores.</p>
<p>Também não é a forma mais comum de governo de uma IES, em razão de sua própria organização administrativa (se pública, ou privada), ou seja, de quem responde, em última instância pelos seus resultados.</p>
<p>Com certeza, se um dia uma IES particular viesse a falir, não seriam os docentes, ou os alunos, nem mesmo os funcionários que responderiam pelos passivos, mas os proprietários, razão pela qual nas organizações com donos não há gestão democrática.</p>
<p>Se fosse uma cooperativa, quem entrou com seus bens para criar a IES responderia por suas contas!</p>
<p>Nas IES cuja mantenedora é uma Fundação, o problema fica ainda mais agudo, pois muitas vezes se confunde, equivocadamente, com uma IES pública! Mantido o caráter público que o serviço educacional possui (mesmo que realizado em qualquer tipo de organização), são os Conselheiros e a gestão da Fundação que respondem legalmente pela IES.</p>
<p>Como uma instituição acadêmica, uma IES se difere de governos municipais, estaduais e federais porque precisa defender não só a meritocracia, como garantir os melhores meios para que seus resultados (acadêmicos, administrativos e financeiros) sejam cada vez mais adequados, o que exige uma gestão experiente e comprometida com os resultados institucionais, com o que for melhor para a Instituição, não para grupos, segmentos ou facções.</p>
<p>Como uma IES tem a característica intrínseca de lidar com processos que exigem engajamento dos envolvidos, para que se possa obter os melhores e mais adequados resultados, também não se pode falar da gestão de um chão de fábrica, já que é possível encontrar lá na sala de aula, profissionais, ou alunos que conheçam até mais sobre determinados assuntos que os membros da direção.</p>
<p>Desta forma, uma IES precisa garantir não a democracia em sua gestão (mesmo porque não há nenhuma comprovação científica de que gestão democrática traz melhores resultados até que uma gestão ditatorial e vitalícia!), mas que seus integrantes possam ouvir e serem ouvidos, pois há massa crítica que pode ajudar, e muito, a melhor a gestão e os próprios resultados institucionais e setoriais.</p>
<p>Assim como verificamos que entre as 50 melhores instituições do mundo não há gestão democrática, sabemos também que sem uma participação organizada e adequada (ao que conhece e ao que deseja cada segmento) dos membros da comunidade interna (e externa em muitos casos!) as IES pouco avançam e, pior, pouco se integra e se envolve com os seus problemas e as soluções possíveis e decorrentes de ações que são necessárias, mas que nem sempre nascem ou tem apoio de grupos por elas atingidos!</p>
<p>A maioria das IES que não são particulares tem um processo de escolha de Reitor e Vice- reitor, ou Direção Geral e Vice-Diretor em eleição por chapa, que se mantida (acreditamos que será pois é um assunto altamente explosivo), ainda pode ser aprimorada.</p>
<p>Citamos como exemplo a explicitação de mecanismos de discussão dos planos de gestão dos candidatos, condições de dedicação real ao cargo e de uma melhor definição por parte da Entidade Mantenedora do perfil que deseja para a gestão de suas mantidas, o que é um direito inalienável da Mantenedora.</p>
<p>Também a introdução clara de fatores impeditivos de candidaturas e mecanismos de afastamento e destituição dos gestores eleitos nos Regimentos das IES (derivados do que a Mantenedora introduzir em seu Estatuto, ou aprovar para as suas mantidas), ajudariam muito a aumentar o grau de comprometimento e de cobrança de resultados adequados (acadêmicos, administrativos e financeiros) e, paralelamente, a diminuir a influência politica nos processos de gestão que sempre é considerada por muitos altamente nefasta nessas instituições como um todo, incluindo suas superestruturas como Hospitais, Colégios etc.</p>
<p>Por outro lado, não constam nos Regimentos praticamente, outras estruturas e mecanismos adequados a uma maior participação dos diferentes segmentos, mesmo que em caráter consultivo (em muitos casos, mais adequado), como comitês e comissões que apoiem a decisão dos gestores e ampliem a discussão de problemas multifuncionais.</p>
<p>Uma revisão regimental deveria contribuir para que isso seja implementado, assim como permitiria uma maior participação (também consultiva, mas oficial e em fóruns apropriados) nas grandes questões estratégicas e de enlace com a comunidade regional sem ser a participação de membros externos nos Conselhos Superiores das IES, como hoje existe (comum, mas altamente desaconselhável diante da natureza dos assuntos tratados nos órgãos máximos colegiados das IES).</p>
<p>Finalizando esta questão, lembramos que, em nenhum momento nos Regimentos se deve usar a expressão “concurso público” para ingresso de docentes , conceito altamente usado na fala dos gestores e docentes das IES não particulares e que representa, inclusive, um passivo jurídico importante, uma vez que não há que se falar nem de concurso público, nem de empenho, nem mesmo de licitação, processos esses restritos às instituições públicas!<!--:--></p>
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		<title>O Custo da Política Brasileira! Post 42</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Mar 2012 18:55:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais e Atualidades]]></category>
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		<category><![CDATA[só uma reeleição]]></category>
		<category><![CDATA[Vagas nas Câmaras e Assembléias]]></category>

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		<description><![CDATA[Honestamente, não sei até quando o povo vai aguentar calado o desmando da política brasileira em todos os níveis. Assuntos que há 15 ou 20 anos jamais sairiam na imprensa sem causar furor, hoje aparecem como a coisa mais natural do mundo, como, por exemplo, o fisiologismo, a troca de votos por liberação de verbas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Honestamente, não sei até quando o povo vai aguentar calado o desmando da política brasileira em todos os níveis. Assuntos que há 15 ou 20 anos jamais sairiam na imprensa sem causar furor, hoje aparecem como a coisa mais natural do mundo, como, por exemplo, o fisiologismo, a troca de votos por liberação de verbas e até mesmo o loteamento partidário de ministérios e estatais!<br />
Se algum ministro cai (ou melhor, “pede para sair”) parece que tudo que havia de denúncias desaparece junto com ele. Se o que digo não for verdade, infelizmente as coberturas na imprensa e os processos na justiça não provam com clareza o contrário.<br />
Sai ministro, entra o amigo do mesmo partido, ou seja, jamais as denúncias serão rigorosamente apuradas e nunca, nunca o dinheiro desviado aparece! Mesmo quando há processo e condenação, o dinheiro fica lá, para a regalia de quem o surrupiou. Não vejo que se faz muita coisa contra isso (até podemos fazer, por meio do voto, mas quem se apresenta hoje como candidato que seja realmente diferente?), mas a sociedade poderia, pelo menos, repudiar e agir com veemência em alguns casos emblemáticos: contra o aumento de vagas para as Câmaras e Assembléias Legislativas (sério, para que precisamos de mais vereadores, deputados etc?), ou sobre os custos que cada político representa para o erário, ou seja, para nosso bolso.<br />
É preciso espalhar por todos os cantos informações e dados claros de quanto custam os parlamentares em outros países mais avançados e com a economia grande como a nossa, (ex: Estados Unidos, Alemanha, Inglaterra, França, Itália etc), quantos funcionários tem e os salários e verbas que possuem para cumprir com suas obrigações. Seria um bom choque de realidade!<br />
Também deveríamos fazer algo para extinguir o político de um cargo só, ou seja, quem quer fazer carreira política pode ter só uma reeleição para o mesmo cargo, ou seja, não pode passar 20 anos no Senado, ou na Câmara, etc.<br />
Pode-se até renovar as casas legislativas paulatinamente, cerca de metade das vagas a cada eleição, para manter a experiência dos que ficam com os ímpetos de quem chega.<br />
Outro ponto: nos poderes legislativo e executivo só valeriam, após a reeleição permitida, eleições que representem uma ascendência do candidato, ou seja, não pode chegar a ser presidente e depois voltar a ser prefeito, governador, etc. Se chegou a senador, não volta a ser deputado, não é?<br />
Resumindo: se for bem, avança; se não for, vai procurar outra fonte de renda.<br />
Assim, abrem-se as portas para outras pessoas que não tem a máquina do governo na mão, nem as verbas pagas pelo contribuinte para financiar sua eleição, de moda a arejar a política. Com tantos habitantes, chega de concentrar tudo na mão de tão poucos por tanto tempo!<br />
Isso não é para abater especificamente esse ou aquele partido ou político, mas para que possamos, minimamente, dar um passo em direção ao equilíbrio e ao bom senso para readquirirmos confiança no processo político.</p>
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