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	<title>Blog de Maria Beatriz de Carvalho Melo Lobo &#187; Mundo do Trabalho</title>
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	<description>Bia Lobo</description>
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		<title>Qual a lição e semelhança entre o Corinthians e Organizações no Brasil?</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Dec 2012 19:16:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; Qual a lição e semelhança entre o Corinthians e as Organizações no Brasil? Post 54                 O campeonato mundial de clubes conquistado pelo Corinthians e todos os comentários de especialistas sobre as qualidades e decisões que levaram o clube paulista a vencer um dos principais e mais caros times da Europa me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--:de-->&nbsp;</p>
<p><!--:--><!--:en-->&nbsp;</p>
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<p><!--:--><!--:pt-->
<p align="center"><strong>Qual a lição e semelhança entre o Corinthians e as Organizações no Brasil?</strong></p>
<p align="center"><strong>Post 54</strong></p>
<p><strong>                </strong>O campeonato mundial de clubes conquistado pelo Corinthians e todos os comentários de especialistas sobre as qualidades e decisões que levaram o clube paulista a vencer um dos principais e mais caros times da Europa me fez pensar que as <strong>constatações e lições do que ocorreu se aplicam muito bem a vários ramos de atuação, sejam empresas, governos, ou qualquer tipo de organização, inclusive as instituições de ensino superior </strong>(IES), que estão na área em que eu mais trabalho:</p>
<p>1-      Os dirigentes (ou donos) não podem sempre vitimar o técnico (ou o profissional responsável) em razão de derrotas, em especial quando não deu as condições mínimas para que se produzissem os resultados esperados;</p>
<p>2-      Uma composição de bons profissionais em qualquer campo já ajuda muito na busca de vitórias, mas a formação de uma verdadeira equipe pode ajudar a superar obstáculos que só bons salários não podem comprar;</p>
<p>3-      É preciso escolher bem cada peça, saber como aplicar cada talento e não ter medo de substituir (esporádica ou definitivamente) alguém para benefício do coletivo;</p>
<p>4-      Não adianta trabalhar só com amadorismo e boa vontade, é preciso ter os profissionais certos no lugar certo, as condições necessárias para desenvolver o trabalho, tempo para amadurecer e muito, muito esforço (treinamento!);</p>
<p>5-      Inovar e contar com suas próprias forças são, muitas vezes posturas mais vitoriosas e rentáveis que superar só algumas fraquezas ou buscar parceiros que só querem resultados financeiros;</p>
<p>6-      Um time grande pode até cair, mas se levanta e depois volta a ocupar um lugar de destaque: times pequenos e medíocres, que lutam sempre no limiar dos resultados (ou seja, na conta do chá) estão sempre com a corda no pescoço!</p>
<p>7-      Se você não tem os melhores, é preciso cuidar da tática, planejar e se diferenciar pela perseguição obsessiva de alcançar o que foi planejado;</p>
<p>8-      Lutar para dar resposta a quem se ama o que nós fazemos, ou para quem nos ama, é mais estimulador que qualquer incentivo financeiro;</p>
<p>9-      Vencer é ótimo, mas é melhor quando não se perdeu a humildade; e</p>
<p><strong>10-  </strong><strong>Mesmo os melhores e que estão no alto podem cair, pois não há invencíveis!</strong><!--:--></p>
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		<title>Patrões de empregados domésticos não são palhaços! Post 49</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jul 2012 02:25:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais e Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[burocracia infernal]]></category>
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		<description><![CDATA[Patrões de empregados domésticos não são palhaços!  Post 49 Você, pessoa séria que cumpre todas as suas obrigações, já tentou pagar FGTS para empregados domésticos? Então você deve ter se sentido um idiota, ou um imbecil como eu me senti ao querer dar um direito social a quem trabalha na minha casa. Faz quase um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>Patrões de empregados domésticos não são palhaços!</strong></p>
<p align="center"><strong> Post 49</strong></p>
<p>Você, pessoa séria que cumpre todas as suas obrigações, já tentou pagar FGTS para empregados domésticos? Então você deve ter se sentido um idiota, ou um imbecil como eu me senti ao querer dar um direito social a quem trabalha na minha casa.<br />
Faz quase um mês que eu e 2 secretárias minhas tentamos pela internet e junto à CEF emitir um boleto e pagar o FGTS de minha empregada e tem sido absolutamente inviável, pela falta de informação e pela ideia do governo de que pessoa física tem que correr atrás de certificado digital igual fazem as empresas! Um inferno!<br />
Ou seja, uma burocracia absurda que acaba desestimulando quem quer contribuir para maior dignidade de quem afinal trabalha para você, mas &#8230;.para que ser fácil e eficiente se pode ser um inferno absurdo?<br />
Isso, veja bem, para mim que sou esclarecida, tenho empresa e acesso à internet. Como ficam os que moram mais longe, aí pelos rincões do Brasil?<br />
E isso para uma opção que deve se tornar lei daqui para frente, ou seja, todos terão que pagar o FGTS para seus empregados domésticos neste sistema ridículo, acreditem se quiser.<br />
Quem duvidar, que faça um teste: tente descobrir como e ir até o final do registro da conta e do pagamento do FGTS para sua empregada e depois conte para mim o que aconteceu. É mole ou você quer mais?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sobre meus Vídeos Impertinentes</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Jun 2012 00:53:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amor e sexo]]></category>
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		<description><![CDATA[Para os meus leitores que não tem interface com meu Facebook, ou que não constam de minha lista de e-mails, eu gostaria de avisar que há algumas semanas atrás comecei a postar no Youtube uma série de pequenos vídeos amadores, gravados aqui mesmo em nosso auditório, com câmera de turista e de improviso, mas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para os meus leitores que não tem interface com meu Facebook, ou que não constam de minha lista de e-mails, eu gostaria de avisar que há algumas semanas atrás comecei a postar no Youtube uma série de pequenos vídeos amadores, gravados aqui mesmo em nosso auditório, com câmera de turista e de improviso, mas que mesmo assim são peças de objetivos nobres: apresentar opiniões e pontos de vista nosos sobre assuntos importantes, de forma corajosa e sem compromisso político ou de agradar ninguém e, por isso, chamam-se &#8220;Vídeos Impertinentes&#8221;.<br />
Quero apenas ter o direito de expressar minha opinião, fazer críticas, desabafos, apontar outros prismas que podem e devem ser considerados sobre os mais variados assuntos. Quem assistiu dizem que muitos deles, além de terem vários argumentos corretos, reflexões e histórias verdadeiras e adequadas, são bem engraçados, já que eu &#8220;boto mesmo pra quebrar!&#8221;.<br />
Apesar de 88% de meus leitores serem de outros países e não falarem português (pois usam a ferramento do Google Tradutor), mesmo os Vídeos Impertinentes sendo também em português, gostaria que mais pessoas tivessem acesso a eles e, talvez, lá na frente, até alguns sejam traduzidos, ganhem legenda e sejam compartilhados também em outras línguas, pois muitos assuntos tratados são universais e não dizem respeito só aos problemas e questões do Brasil.<br />
Os Vídeos Impertinentes são numerados, (para que todos possam ir assitindo paulatinamente sabendo quais já viram) e já estão na casa dos mais de 30.  Hoje (menos de um mês que comecei) eles já tem, no conjunto, mais de mil acessos.<br />
Espero que façam o mesmo sucesso deste Blog que já está chegando na marca de 75 mil Hits de acordo com o programa &#8220;Counterize&#8221; do WordPress.<br />
Obrigada a todos porque isso é para vocês e por vocês!</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Alcançamos a marca de 50 mil Hits! Post 44</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 16:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Blog chega a 50 mil hits]]></category>
		<category><![CDATA[há espaço para quem quer divulgar boas idéias e pontos de vista]]></category>
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		<description><![CDATA[Aos meus queridos leitores/blogueiros, quero enviar esta mensagem de júbilo e agradecimento por termos atingido a marca de 50.000 Hits de quase 10 mil visitantes de mais de 50 países que postaram mais de 1.500 comentários distribuídos nos 44 posts que tenho no Blog até o momento. O campeão das visitas do Blog são os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aos meus queridos leitores/blogueiros, quero enviar esta mensagem de júbilo e agradecimento por termos atingido a marca de 50.000 Hits de quase 10 mil visitantes de mais de 50 países que postaram mais de 1.500 comentários distribuídos nos 44 posts que tenho no Blog até o momento.<br />
O campeão das visitas do Blog são os Estados Unidos com cerca de 43% do total. O Brasil hoje responde por cerca de 10% das visitas, seguido pela Alemanha com 8%, Reino Unido com 6% e França e Polônia empatadas com 4%.<br />
Estes são dados do programa estatístico da plataforma WordPress na qual meu Blog foi construído e representam uma marca importante para um Blog em português, que possui textos longos e reflexivos.<br />
Os comentários que foram postados (a imensa maioria em inglês) são muito elogiosos, mas espero ainda aumentar mais o contingente de visitas e comentários, em especial dos meus conterrâneos brasileiros.<br />
Os números mostram que há espaço para quem pretende ajudar a discutir e introduzir novos pontos de vista sobre os mais variados assuntos. No meu caso, os posts do Blog são baseados em minha experiência profissional como educadora, gestora universitária, psicóloga e, sobretudo, como mulher, mãe, esposa e cidadã.<br />
Obrigada e vamos em frente!<strong></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como Melhorar o Atendimento de sua Organização? POST 43</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Mar 2012 20:42:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Sei, por experiência própria como consumidora, gestora e consultora que a maioria das organizações gostaria de afirmar que possui um atendimento de alto nível ao seu cliente, ou usuário e que também dispõe de mecanismos para garantir que esse padrão elevado não é isolado, mas  uniforme, ou seja, que há uma marca que distingue e, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Sei, por experiência própria como consumidora, gestora e consultora que a maioria das organizações gostaria de afirmar que possui um atendimento de alto nível ao seu cliente, ou usuário e que também dispõe de mecanismos para garantir que esse padrão elevado não é isolado, mas  uniforme, ou seja, que há uma marca que distingue e, ao mesmo tempo, identifica a organização em todos os seus setores, em todos os seus pontos de venda, filiais ou franquias.<br />
</strong><strong>Aliás, muitas organizações propalam seu bom atendimento sem qualquer condição de comprovar e mensurar isso objetivamente (o que nos obriga a duvidar disso) e outras não conseguem “implantar em seu DNA”, por assim dizer, comportamentos que alguns funcionários espontaneamente desenvolvem em razão de suas características próprias e não como resultado de um programa institucionalizado voltado ao atendimento primoroso!<br />
</strong><strong>O que vemos é que as melhores organizações investem mais em treinamento e valorização (incluindo programas de incentivo) dos seus melhores funcionários, mas sofrem para manter em seus quadros os mais qualificados já que esses passam a ser alvo natural de cobiça e assédio por parte dos concorrentes que querem “roubar” exatamente esses talentos, os que se sobressaem, que quase sempre também são justamente os que receberam os maiores investimentos de treinamento e formação.<br />
</strong><strong>Já ouvi de muitos empresários que há um dilema insuperável entre gastar para treinar e acabar abastecendo a concorrência com seu melhor pessoal ou não treinar e sofrer os prejuízos (financeiros e de imagem) decorrentes de um atendimento sofrível, um dos maiores responsáveis pela falta de fidelização dos clientes, ou usuários.<br />
</strong><strong>Ah! Antes que eu me esqueça, queria explicar porque acabo usando mais de uma denominação para identificar a mesma pessoa: cliente, usuário, consumidor, cidadão, comprador, hóspede, paciente etc.<br />
</strong><strong>É porque ainda existe em muitas organizações (em especial nas sem fins lucrativos, nas públicas, nos governos, nas ligadas ao terceiro setor, enfim, nas que não são vistas como organizações empresariais) um pudor equivocado para entender que não importa como é denominada, pois toda organização depende desta pessoa para sobreviver, ou para justificar sua existência.<br />
</strong><strong>Como há pessoas (chamem como quiserem chamar) por trás da razão de ser de qualquer atividade, elas precisam ser atendidas e por isso o problema do atendimento é universal!<br />
</strong><strong>No Brasil e no mundo, a cadeia complexa do bom atendimento ainda é um desafio poucas vezes superado, mesmo todos admitindo que é um dos fatores mais importantes para satisfazer ou fidelizar o cliente (vejam que  estou resumindo todos aqueles substantivos em um só, cliente, ou seja, aquele que compra seu produto ou usa o seu serviço!).<br />
</strong><strong>Quando deixamos a cadeira de gestor, ou de proprietário e passamos para o lado de lá do balcão, ou da relação comercial, sabemos muito bem o que queremos do atendimento de uma organização, mas não sabemos como implantar exatamente isso na nossa!<br />
</strong><strong>A razão é tão simples em sua justificativa como é desafiadora em sua execução: o bom atendimento é resultado de uma cultura institucional e não da ação isolada de pessoas ou setores de uma organização!<br />
</strong><strong>Ou seja, não adianta treinar, monitorar, incentivar ou até punir pessoas em razão do bom ou do mau atendimento, porque isso não garante que a organização esteja voltada e preparada para impregnar seus processos e seus colaboradores com o compromisso de atender bem pela simples razão de que é assim que todos se sentem propensos a agir, pois tem respaldo estrutural e motivação subjetiva para agir sempre dessa forma.<br />
</strong><strong>A cultura do bom atendimento não se passa por palestras (mesmo que elas sejam necessárias para sensibilizar e preparar uma organização para caminhar nessa direção), nem se garante por meio de remuneração variável, ou aumento das comissões ou da participação em resultados, pois nem sempre vender mais significa vender melhor para vender sempre!<br />
</strong><strong>Uma organização que se destaca por um atendimento primoroso trabalha muito para chegar lá, começando fundamentalmente pelo(s) dono(s) que devem ser o exemplo que dará consistência e respaldo a essa cultura.<br />
</strong><strong>Também não depende só da boa vontade (quem disse que ter um bom SAC – o que, infelizmente, ainda poucas organizações possuem – significa praticar um bom atendimento?), ou da implantação de soluções mágicas, pois exige diagnóstico profissional, planejamento e ações específicas, avaliação permanente, sistemas de recompensa, capacitação e treinamento, compartilhamento e disseminação do senso de pertencimento, ou seja, do orgulho de pertencer àquela organização.<br />
</strong><strong>Quem está imbuído da cultura do atendimento primoroso sabe que ela ultrapassa a fronteira da organização e adentra à própria personalidade das pessoas, manifestada em todos os lugares em que ela se encontra, não só no trabalho, mas em casa, no restaurante, no ônibus ou na fila de uma repartição.<br />
</strong><strong>Gera aumento de exigência com seu próprio desempenho em todas as atividades e também em relação aos colegas de trabalho, às chefias, aos amigos e conhecidos, em todos os lugares que frequenta e para todas as demais organizações da qual for cliente ou vier a trabalhar, pois muda a forma como a pessoa vê o mundo e o outro e como se sente recompensada em tudo aquilo que faz.<br />
</strong><strong>Atender bem, saber servir sem ser servil é uma das qualidades mais difíceis de desenvolver e mais difícil ainda de manter.<br />
Em compensação, uma organização que tem a cultura do atendimento primoroso realmente impregnada em suas decisões e em seu cotidiano, quando perde um colaborador sabe que o novo, ao chegar, será clamado a dançar no mesmo ritmo dos demais, que passam a não aceitar e ajudam a enquadrar quem está fora do compasso!</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>O valor dos bens materiais ao longo de nossa vida.</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 04:06:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[precisamos aproveitar a vida]]></category>
		<category><![CDATA[ter menos de tudo]]></category>

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		<description><![CDATA[É impressionante que, mesmo sabendo da importância de ter conforto e segurança em relação à nossa capacidade de manutenção ao longo de toda nossa vida, percebo que coisas e até mesmo bens e propriedades modificam seu status em nossas prioridades, de acordo com a fase que vivemos. Quando crianças, somos imediatistas, despreocupados com a origem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É impressionante que, mesmo sabendo da importância de ter conforto e segurança em relação à nossa capacidade de manutenção ao longo de toda nossa vida, percebo que coisas e até mesmo bens e propriedades modificam seu status em nossas prioridades, de acordo com a fase que vivemos.<br />
Quando crianças, somos imediatistas, despreocupados com a origem do que temos como se tudo nascesse em árvores. Com o tempo, vamos ficando mais do que egoístas, pois só pensamos em satisfazer nossos desejos e necessidades, sem pensar em sacrifícios, ou na nossa cota desta conta.<br />
Na adolescência temos uma voracidade para ter tudo que todos tem, em especial o que o grupo ao qual pertencemos destaca como coisas legais. Tudo é para ontem e amanhã aquilo que tanto queríamos não tem mais valor porque já saiu da moda!<br />
Até os 18 ou 20 anos, nos casos de muitas famílias oriundas de classe média e de outros extratos sociais, os jovens não se sentem responsáveis por ajudar no provimento de recursos para a família, mesmo usufruindo de tudo. Sobrecarregam os pais com pedidos (quando não são exigências) e usam como chantagem a comparação com os amigos que já possuem isso ou aquilo. Querem tanto dizer que são diferentes, mas saem na rua como tribos uniformizadas sem a menor individualidade no gosto de se vestir e se comportar.<br />
Aqui no Brasil o fenômeno da adolescência tardia se alastra: filhos moram com os pais até 35 ou 40 anos, muitos deles sem contribuir com parte do que ganham para o bem estar da casa, usando tudo para se conforto e despesas pessoais. Acho isso injusto e prejudicial na educação dos filhos.<br />
Os adultos passam a vida a se preocupar consigo mesmos e com o futuro dos filhos, que raramente demonstram talento para a independência financeira e todos acabam achando que eles merecem ter aquilo que não tivemos, então as coisas vão ficando do mesmo jeito de sempre.<br />
Multiplicamos nosso trabalho e acumulamos coisas e bens ao longo da vida (muitas delas totalmente desnecessárias e caras de manter) e ocorre um fenômeno: temos bens para poder aproveitar a vida, mas temos que trabalhar mais para pagar mais gente para manter ou cuidar do que juntamos.<br />
Tudo que compramos vira um passivo (só agregam custos e não rendimentos!): a casa de praia, o chalé no campo, um barco, o cavalo na hípica, enfim, gastamos para manter aqueles luxos que nos dão duas alegrias, quando compramos e quando conseguimos vender (perdendo rios de dinheiro com isso, é claro!).<br />
Com a idade avançando, além do status e do empurrãozinho para a independência dos filhos, começamos a traçar planos para garantir um rendimento mínimo para viver com dignidade e usufruir do merecido descanso da aposentadoria. Aí percebemos que a roda não pode parar de girar, que a bicicleta se pararmos de pedalar cai e assim continuamos ocupando a vida em ganhar para pagar as coisas que juntamos para nos divertir, ou trabalhamos para manter empresa e os salários dos outros, aumentando nossos passivos com as questões trabalhistas e a depreciação do patrimônio.<br />
Por fim descobrimos que é melhor ter menos, menos mesmo e de tudo. Menos casas, menos coisas para cuidar e tomar nosso tempo, menos gente para cuidar de nossas coisas. Temos que ter a coragem de planejar a hora de por o pé no freio e ficar com aquilo que é fundamental e fazermos mais o que gostamos.<br />
Quando viajamos sempre penso que se meu país entrasse em guerra e eu não pudesse voltar, eu poderia viver muito bem com o que tenho em um quarto de hotel. Então, não posso esquecer disso para poder aproveitar mais a vida (ser mais minimalista) e é isso que vou fazer.<br />
Quero a partir de 2012 escolher para quem trabalhar, ter poucos contratos bons e me dedicar à clinica de psicologia que quero reabrir, ao livro que quero escrever, ao disco que quero gravar, ao programa de TV que queria ter, mas sobretudo, aproveitar e curtir meu marido, viajar e poder ficar de bobeira, sem compromissos malucos marcados pelos outros.<br />
É a vantagem de quem trabalhou muito e com qualidade e de quem alcançou a maturidade, Ainda bem que estou podendo, mas só eu sei o sacrifício que fizemos para poder sonhar com isso!</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Vai fazer ponte barata assim na China!</title>
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		<pubDate>Sat, 02 Jul 2011 22:23:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[A Copa vale quantas pontes sobre o mar?]]></category>
		<category><![CDATA[como a China consegue produzir tanto e mais barato?]]></category>
		<category><![CDATA[Nossos custos são absurdos!]]></category>
		<category><![CDATA[Por que a China é mais eficiente?]]></category>
		<category><![CDATA[Vejam como os chineses são mais eficientes!]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu não resisto&#8230;! Toda a imprensa tem anunciado com naturalidade que a China abriu ao público a maior ponte do mundo sobre o mar. O empreendimento tem 36,4 km de extensão e custou R$ 3,6 bilhões aos cofres públicos deles! Eu queria entender como os brasileiros não ficam chocados ao comparar o custo de uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não resisto&#8230;!<br />
Toda a imprensa tem anunciado com naturalidade que a China abriu ao público a maior ponte do mundo sobre o mar. O empreendimento tem 36,4 km de extensão e custou R$ 3,6 bilhões aos cofres públicos deles! Eu queria entender como os brasileiros não ficam chocados ao comparar o custo de uma ponte desta SOBRE O MAR em relação aos custos das obras aqui, diante do que se gastou no continente asiático para fazer esse colosso com todas as dificuldades da construção sobre o oceano. Sem falar no trem bala!  A título de ilustração, segundo o site Terra, só nos estádios brasileiros para a Copa de 2014, os gastos previstos (em 2011 porque até lá pode mudar muito!) são os seguintes para as 12 sedes:<br />
1- Maracanã &#8211; Rio &#8211; R$956 milhões;<br />
2- Mané Garrincha &#8211; DF- R$696 milhões;<br />
3- Minerão- BH &#8211; R$ 666 milhões;<br />
4- Fonte Nova- Salvador &#8211; R$591 milhões;<br />
5- Arena- Recife &#8211; R$ 532 milhões;<br />
6- Castelão- Fortaleza- R$518,00 milhões<br />
7- Vivaldão- Manaus &#8211; R$500 milhões;<br />
8- Verdão &#8211; Cuiabá &#8211; R$500 milhões;<br />
9- Itaquerão &#8211; SP &#8211; R$420 milhões (só em isenção fiscal, porque a obra será muito mais cara!);<br />
10- Arena das Dunas &#8211; Natal &#8211; R$ 400 milhões;�<br />
11-Beira-rio &#8211; Porto Alegre &#8211; R$250 milhões;<br />
12- Arena &#8211; Curitiba &#8211; R$ 220 milhões!!!<br />
Isso porque a maioria é só REFORMA e com muito dinheiro público, mesmo ficando depois para usufruto e valorização do patrimônio dos clubes. Olha que eu sou corintiana, mas acho isso tudo um escândalo! Como pode uma ponte como a chinesa custar pouco mais de 3 vezes a nova reforma (lembra que já foi feita uma reforma para o PAN?) do Maracanã? Só em estádios, a previsão agora (e vai subir!!!) é de gastarmos mais de 6 bilhões (R$6.249.000.000,00), fora toda o resto, dá para acreditar?<br />
Se os chineses construíram esta ponte com essas dificuldades, neste preço, vamos pedir uma mãozinha para eles?�<br />
Nem adianta dizer que eles trabalham com mão de obra quase escrava etc, porque o problema é que NINGUÉM se espantou com a diferença de valores!!! Esperava ouvir, pelo menos, o Joelmir dizer &#8220;ponte barata assim, só na China!&#8221; Mas não ouvi nada&#8230;..</p>
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		<title>Você conhece fulano?</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Jun 2011 21:35:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[cuidado com a gafe]]></category>
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		<description><![CDATA[Este post tem como objetivo dar um &#8220;toque&#8221; nas pessoas que, sem qualquer maldade (mas com muita frequência), costumam perguntar a outras pessoas: Você conhece fulano, ou fulana? Em primeiro lugar a pergunta exigiria um esclarecimento, ou pelo menos um adendo: conhecer significa saber quem é ou já ter sido apresentado a esta figura? Pode [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este post tem como objetivo dar um &#8220;toque&#8221; nas pessoas que, sem qualquer maldade (mas com muita frequência), costumam perguntar a outras pessoas: Você conhece fulano, ou fulana? Em primeiro lugar a pergunta exigiria um esclarecimento, ou pelo menos um adendo: conhecer significa saber quem é ou já ter sido apresentado a esta figura?<br />
Pode parecer uma bobagem, mas durante anos convivi com um amigo que sempre dizia conhecer qualquer que fosse a personalidade citada (passando-se assim por alguém com alta penetração nos melhores e mais seletos círculos das mais diferentes áreas) até que meu marido teve a feliz idéia de perguntar uma vez: e ele te conhece? A resposta negativa veio com a devida explicação &#8211; não, eu o vi na TV!!!!<br />
Ou seja, é melhor perguntar se a pessoa já &#8220;ouviu&#8221; falar de alguém e não se &#8220;conhece&#8221; alguém (a não ser que o objetivo seja conhecer mesmo!), principalmente se for alguém famoso, pois a resposta tenderá a ser mais confiável.<br />
Outro problema comum é que este tipo de pergunta, geralmente, é sobre uma pessoa que &#8211; pelo menos para quem pergunta &#8211; faz parte do meio que ela convive, ou da área em que ela atua, ou pode até ser uma referência cultural, artística, política que tem algum significado para ela &#8211; e que, por alguma razão, faz com que pense que deveria ser conhecida por todos, mundo afora.<br />
Quando são ícones, cuja premissa de conhecimento óbvio pelo interlocutor é  uma forte possibilidade, a pergunta nem caberia. Ex: você conhece George W Bush? Brad Pit? Lula? Nesse caso, conhecer só poderia significar ter estado fisicamente com a celebridade, ou pelo menos deveria levar em conta que você tem uma cultura geral básica e sabe de quem se trata, caso contrário, a pergunta pode até ser ofensiva, mesmo que sem essa intenção.<br />
É verdade que no caso de ser uma pessoa razoavelmente conhecida do público em geral, ou sabidamente pertencente ao seu círculo pessoal restrito, receber este tipo de indagação pode até ajudar a imprimir um caráter mais pessoal à conversa, uma aproximação baseada em coisas em comum com seu interlocutor.<br />
Só que é preciso cuidado, pois é super comum também alguém perguntar sobre uma pessoa específica que ELA conhece ou admira, ou sobre quem estudou ou de quem viu algum trabalho, para alguém que não é deste círculo, que não gosta necessariamente das mesmas coisas e cuja probabilidade de conhecimento é quase nula pois vira uma armadilha para a outra pessoa, pois quem responde negativamente ainda ouvir algum tipo de protesto: como não? Fulano fez tal coisa que é um marco, ou é super famoso na área x!<br />
E a quem foi perguntado, como se sente? Será que acaba passando, sutilmente, mas recorrentemente por alguém ignorante?<br />
Para terminar, vou usar um exemplo de casa: muitas pessoas perguntam ao meu marido (por ter sido reitor da USP com uma longa carreira em cargos de gestão da maior universidade da América do Sul) se ele conhece fulano, ou ciclana. Por razões óbvias, a chance é grande dele responder que não. Como resposta, acaba ouvindo de forma quase indignada: mas é (ou foi) professor (a) da USP! Como você não conhece? Ele (a) diz que te conhece!<br />
E eu, por vezes, acabo me intrometendo para informar, com certo bom humor, que são mais de 5 mil os professores da USP (só na ativa!) e o Reitor é um só, por 4 anos, o que explica o desconhecimento de muitos deles por parte de Roberto e o fato de todos dizerem que o conhecem, mas, invariavelmente, não ajuda a animar a conversa para quem perguntou&#8230;�<br />
Por isso, cuidado com essa pergunta, pois pior que ela é só a famosa saia justa: Você se lembra de mim?</p>
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		<title>Por que sou contra as cotas nas Universidades brasileiras?</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 21:36:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cotas só como projeto acadêmico]]></category>
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		<category><![CDATA[política de cotas e racismo]]></category>
		<category><![CDATA[por que devemos ter a descriminação oficializada]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu sou contra cotas por raça nas universidades, não só pelos motivos que normalmente se coloca: de que estamos instalando agora a diferença de raça de forma clara no Brasil. Em todos os sistemas de cotas, ou de políticas afirmativas (no trabalho, por exemplo, como a porcentagem de vagas obrigatórias para portadores de deficiência) a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Eu sou contra cotas por raça nas universidades, não só pelos motivos que normalmente se coloca: de que estamos instalando agora a diferença de raça de forma clara no Brasil.<br />
Em todos os sistemas de cotas, ou de políticas afirmativas (no trabalho, por exemplo, como a porcentagem de vagas obrigatórias para portadores de deficiência) a sociedade deve decidir se deve, ou não incentivar minorias, ou gênero, ou grupos, inclusive quais os casos em que pretende reparar injustiças sofridas por determinados grupos que forem considerados socialmente prejudicados, ou que apresentem dificuldades de competitividade por não terem acesso às mesmas oportunidades do restante da população.<br />
Eu não defendo o sistema de cotas nas universidades porque, diferentemente do que ocorre em outras áreas, nas instituições educacionais de alto nível, no caso do Brasil, principalmente nas universidades públicas, a questão do mérito é fundamental e pressupõe, além da bagagem acadêmica necessária para responder aos desafios do curso, que seja analisada a verdadeira vocação do aluno, uma vez que são os mais vocacionados os que possuem mais chances de se tornarem os profissionais ou cientistas que se pretende formar nestas instituições, estabelecendo-se qual perfil de aluno é mais adequado às necessidades do país, independentemente de cor, credo, sexo etc.,<br />
A dificuldade de acesso ao ensino superior não se resolverá abrindo algumas vagas, ou cotas ou mais algumas IES públicas e gratuitas e sim com a adoção, como faz a maioria dos países desenvolvidos, de um amplo programa de financiamento ao estudante carente, mas academicamente capaz.<br />
No ensino superior brasileiro 52% dos alunos são oriundos dos 20% mais ricos na população, enquanto 2,7% são oriundos dos 20% mais pobres. Ou seja, nosso modelo é cruel e inexplicável!<br />
Além disso, as nossas melhores universidades públicas (que ainda são as ilhas de excelência e da produção científica no Brasil e precisam se manter como o referencial de qualidade para as demais instituições nos seus campos de atuação: científico, tecnológico, educacional, cultural e artístico) precisam ser preservadas sem terem que responder por este tipo de política de inclusão social, que é de estado e não das universidades.<br />
A inclusão social por meio da educação superior só ocorrerá realmente por meio de um corajoso e radical programa de melhoria de nossa educação básica. Temos que tomar medidas para isto que, diante do descalabro dos resultados de nossos alunos nos exames internacionais, terão que ser radicais (pois defendo que não há tempo para esperar que o sistema melhore no seu próprio compasso, com medidas só de incentivo aqui e acolá, pois sempre estaremos muito atrás dos países que já são bons e ainda se aprimoram quase no nosso atual ritmo) e de amplos programas de financiamento ao aluno em boas instituições públicas e privadas.<br />
Estes programas que não devem ser confundidos com a ampliação desmedida das nossas instituições públicas &#8211; em especial daquelas que adotaram o modelo da universidade européia, com custos, estrutura e missão voltadas de fato muito mais à pesquisa e à pós-graduação.<br />
Se o governo almejar de fato democratizar a formação de profissionais de nível superior os sistemas federal, estaduais e municipais precisam diversificar o modelo de ensino superior ampliando os tipos de cursos e de instituições, criando e financiando programas mais próximos das necessidades de empregabilidade, como os &#8220;community colleges&#8221; americanos que são muito mais baratos do que o nosso modelo de universidade financiado por todos nós, que somos contribuintes.<br />
Os cursos tecnológicos de nível superior existentes são um passo ainda modesto e pouco abrangente nesta direção.<br />
Além disso, precisamos ter coragem de cobrar de quem pode pagar e ampliar as bolsas das IES públicas aos bons estudantes que conseguiram entrar, mas não podem se manter nestes cursos por falta de recursos.<br />
Para finalizar, as cotas só fariam sentido em minha opinião se, e somente se, as instituições de ensino entendessem que seria preciso (para melhorar a formação do estudante) incentivar o acesso de determinados grupos com o objetivo explícito de ampliar a convivência dos alunos com os mais diferentes tipos representativos de estratos sociais, raças, credos etc, para assim complementar a visão global de formação em nível superior.<br />
Então, neste caso, este seria um programa acadêmico (e não uma política de inclusão social ou política afirmativa) a ser acompanhado, para se verificar se alcança seu objetivo, abrindo-se mão da meritocracia pura na busca da amplitude de experiências para todo o corpo acadêmico.<br />
Isto já é adotado em alguns países com sucesso, mas em programas muito menores e não para todo sistema universitário.<br />
Precisamos é melhorar o ensino básico brasileiro &#8211; que é um dos piores do mundo &#8211; e deixar de querer corrigir reais injustiças e abusos que ocorreram com os afrodescendentes (e que ainda ocorrem, infelizmente, e devem ser severamente punidos) por meio de paliativos (muitas vezes demagógicos) e pensar em outros programas de inclusão social que os apoie.<br />
Por estas razões, não podemos e não devemos abrir mão do mérito exigido para que as nossas universidades também melhorem sua qualidade para que alcancem a um patamar mais condizente com nossa economia nos rankings internacionais.<br />
Só com medidas que atinjam à educação básica, o financiamento dos alunos capazes e a excelência de parte de nossas universidades elevarão o Brasil e os brasileiros avançarão na escala social como merecem!</p>
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		<title>Orientação Vocacional: Meus filhos devem seguir meus passos?</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 21:19:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Escolha profissional: Estudar para carreiras que dão dinheiro? Como orientar o futuro dos filhos? Orientação Vocacional]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade ou sucesso financeiro]]></category>
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		<category><![CDATA[Orientação profissional]]></category>
		<category><![CDATA[os pais devem impor uma profissão aos filhos]]></category>
		<category><![CDATA[por que os pais querem que os filhos sigam seus passos]]></category>
		<category><![CDATA[vocação ou ganhar dinheiro?]]></category>

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		<description><![CDATA[O que meu filho (ou filha) vai ser quando crescer? Quem já não respondeu ou pretende responder a essa pergunta? E quantos de nós insistimos em acreditar que são os pais os mais capacitados a auxiliar os filhos nessa difícil decisão? Talvez essa questão estivesse melhor colocada em revistas de psicologia, mas quando pensamos no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que meu filho (ou filha) vai ser quando crescer?<br />
Quem já não respondeu ou pretende responder a essa pergunta? E quantos de nós insistimos em acreditar que são os pais os mais capacitados a auxiliar os filhos nessa difícil decisão?<br />
Talvez essa questão estivesse melhor colocada em revistas de psicologia, mas quando pensamos no imenso número de empresas familiares e na grande expectativa que os adultos geralmente possuem em ver seus filhos como seus herdeiros ou sucessores profissionais, podemos calcular o impacto que essas decisões podem causar nas empresas e na vida das famílias.<br />
Melhor do que pensar que isso é um problema de orientação vocacional seria gastarmos um pouco de tempo para entendermos que a escolha da profissão é, com certeza, se não a maior, uma das mais importantes decisões na relação tempo / investimento que as pessoas fazem e aquela que afeta, de forma contundente, muitas das outras que tomamos ao longo da vida.<br />
Não quero tratar da questão da profissão em si, ou se suas características vêm mudando ao longo do desenvolvimento da sociedade, mas quero falar da busca pela felicidade, pois, afinal, é disso que tratamos quando orientamos ou ocultamos nossos desejos em relação a esse aspecto da vida dos que nos são caros.<br />
A escolha da área ou da forma como queremos desenvolver nossas habilidades e gostos, aquilo que muitos chamam de vocação, pode se materializar ao longo do tempo como uma coisa natural e consequente, mas pode ser também uma angústia para pais e adolescentes desavisados que se desesperam ao querer conciliar aptidão, vocação e possíveis vantagens competitivas, sociais ou financeiras, que cada atividade ou profissão pode possuir.<br />
É aí que o conflito surge na maioria das vezes, pois nem sempre o que gostamos é aquilo para o qual possuímos as aptidões necessárias e, mais ainda, podemos possuir ambas, vocação e aptidão, e não reunir condições materiais para alcançar nossos objetivos.<br />
Não é difícil encontrar vocacionados para a medicina que não conseguem financiar seus estudos ou passar pelo funil dos concorridos vestibulares, ou jovens que querem cursar oceanografia e residem no meio do sertão, ou, ainda, adoradores do basquete que não ultrapassaram a barreira do metro e meio de altura.<br />
É preciso que se orientem os jovens a analisar seus potenciais e suas reais condições de enfrentar os desafios da atividade desejada, a buscar informações técnicas sobre as exigências, formação e mercado da área escolhida ou de interesse, encaminhá-los às discussões com profissionais satisfeitos e insatisfeitos com o seu exercício profissional e, acima de tudo, não impor aos filhos ou jovens amarras que nossos sonhos e nossos preconceitos podem impor.<br />
A missão de nosso filho não é continuar a nossa obra. A luta que deve ser travada é por sua felicidade, onde o prazer de se fazer o que se gosta deve ser muito mais importante e, geralmente, muito mais promissor do que aquilo que dá dinheiro ou é reconhecido socialmente.<br />
Quando esperamos que eles se &#8220;casem bem&#8221;, na verdade queremos que eles escolham o que pode fazê-los feliz, mas não podemos imaginar que somos nós quem devemos nos apaixonar, ou mesmo escolher a pessoa no lugar deles.<br />
Não devemos nos furtar a procurar ajuda profissional quando isso já se transformou em um problema que desgasta pelo menos parte da família, mas os testes e exercícios psicológicos somente devem ser considerados como indicadores e orientadores sobre a vocação das pessoas.<br />
Para não dizer que não falei de flores, aí vai uma sugestão para aqueles que estão enfrentando a dúvida cruel da escolha ou da vontade de mudança profissional: feche os olhos em local tranquilo e isolado e imagine sua vida daqui a dez anos. Pense na sua casa, em seu companheiro ou esposa, imagine seus filhos e seu dia a dia na profissão escolhida.<br />
Esmere-se para ser o mais realista possível, e se, ao abrir os olhos, essa ideia lhe parecer agradável e viável, acredito que você esteja no caminho certo.<br />
Este artigo tem o título original de &#8220;Vocação para Felicidade&#8221; foi adaptado e publicado no Canal de Gestão da Escola (Portal KlickEducação) e inserido no site da Lobo &amp; Associados em 02/2000</p>
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