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	<title>Blog de Maria Beatriz de Carvalho Melo Lobo &#187; Esportes</title>
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	<description>Bia Lobo</description>
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		<title>Qual a lição e semelhança entre o Corinthians e Organizações no Brasil?</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Dec 2012 19:16:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais e Atualidades]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; Qual a lição e semelhança entre o Corinthians e as Organizações no Brasil? Post 54                 O campeonato mundial de clubes conquistado pelo Corinthians e todos os comentários de especialistas sobre as qualidades e decisões que levaram o clube paulista a vencer um dos principais e mais caros times da Europa me [...]]]></description>
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<p align="center"><strong>Qual a lição e semelhança entre o Corinthians e as Organizações no Brasil?</strong></p>
<p align="center"><strong>Post 54</strong></p>
<p><strong>                </strong>O campeonato mundial de clubes conquistado pelo Corinthians e todos os comentários de especialistas sobre as qualidades e decisões que levaram o clube paulista a vencer um dos principais e mais caros times da Europa me fez pensar que as <strong>constatações e lições do que ocorreu se aplicam muito bem a vários ramos de atuação, sejam empresas, governos, ou qualquer tipo de organização, inclusive as instituições de ensino superior </strong>(IES), que estão na área em que eu mais trabalho:</p>
<p>1-      Os dirigentes (ou donos) não podem sempre vitimar o técnico (ou o profissional responsável) em razão de derrotas, em especial quando não deu as condições mínimas para que se produzissem os resultados esperados;</p>
<p>2-      Uma composição de bons profissionais em qualquer campo já ajuda muito na busca de vitórias, mas a formação de uma verdadeira equipe pode ajudar a superar obstáculos que só bons salários não podem comprar;</p>
<p>3-      É preciso escolher bem cada peça, saber como aplicar cada talento e não ter medo de substituir (esporádica ou definitivamente) alguém para benefício do coletivo;</p>
<p>4-      Não adianta trabalhar só com amadorismo e boa vontade, é preciso ter os profissionais certos no lugar certo, as condições necessárias para desenvolver o trabalho, tempo para amadurecer e muito, muito esforço (treinamento!);</p>
<p>5-      Inovar e contar com suas próprias forças são, muitas vezes posturas mais vitoriosas e rentáveis que superar só algumas fraquezas ou buscar parceiros que só querem resultados financeiros;</p>
<p>6-      Um time grande pode até cair, mas se levanta e depois volta a ocupar um lugar de destaque: times pequenos e medíocres, que lutam sempre no limiar dos resultados (ou seja, na conta do chá) estão sempre com a corda no pescoço!</p>
<p>7-      Se você não tem os melhores, é preciso cuidar da tática, planejar e se diferenciar pela perseguição obsessiva de alcançar o que foi planejado;</p>
<p>8-      Lutar para dar resposta a quem se ama o que nós fazemos, ou para quem nos ama, é mais estimulador que qualquer incentivo financeiro;</p>
<p>9-      Vencer é ótimo, mas é melhor quando não se perdeu a humildade; e</p>
<p><strong>10-  </strong><strong>Mesmo os melhores e que estão no alto podem cair, pois não há invencíveis!</strong><!--:--></p>
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		<title>Seedorf tem razão e não é só no futebol! Post 52</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Oct 2012 14:34:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais e Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Educação em Geral e Ensino Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
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		<category><![CDATA[nossa sociedade não se esforça]]></category>
		<category><![CDATA[o jogador brasileiro é folgado]]></category>
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		<description><![CDATA[SEEDORF TEM RAZÃO E NÃO É SÓ NO FUTEBOL! Post 52 Precisou vir ao Brasil um jogador holandês, com 36 anos, para dizer o que todos já sabiam e fingiam não ver: os jogadores brasileiros são folgados! Ou seja, ele falou de jogadores profissionais, a minoria privilegiada que está com contrato com grandes clubes e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>SEEDORF TEM RAZÃO E NÃO É SÓ NO FUTEBOL! </strong></p>
<p align="center"><strong>Post 52</strong></p>
<p>Precisou vir ao Brasil um jogador holandês, com 36 anos, para dizer o que todos já sabiam e fingiam não ver: os jogadores brasileiros são folgados!</p>
<p>Ou seja, ele falou de jogadores profissionais, a minoria privilegiada que está com contrato com grandes clubes e recebendo muito bem, mas isso se repete em outros times.</p>
<p>Os jogadores brincam com tudo e por tudo, treinam muito pouco e sem dedicação, não levam a sério momentos importantes do jogo, enfim tudo que envergonha um esporte que é a paixão nacional!</p>
<p>Entretanto, é preciso ouvir treinadores de outros países e de outros esportes, que sabem que quase todos os nossos atletas, em geral, treinam pouco. Essa é a verdade com poucas exceções, e não é só no futebol, o que justifica, em parte, o nosso fracasso eterno nos jogos olímpicos comparado com nosso poderio econômico.</p>
<p>Ocorre que esta constatação feita pelo jogador holandês há muito tempo já foi alvo de artigos, comentários, livros e conversas entre pessoas sérias que – deixando de lado o ufanismo brasileiro e o politicamente correto – tiveram a coragem de apontar que, ao contrário do que se prega, a maioria da população não é dedicada, trabalhadora e disposta a lutar por um melhor lugar ao sol. Essa é, infelizmente, a minoria.</p>
<p>Nosso povo vem, desde os primórdios de sua formação após o descobrimento, lutando contra o que Nelson Rodrigues chamou de “complexo de vira-latas”, uma “malemolência”, um “jeitinho” que não trouxeram e não trarão nenhum benefício para nós, pois a educação brasileira não ajuda, nem a justiça, nem a cultura de nossa sociedade.</p>
<p>As famílias cobram pouco de seus filhos e de si mesmas. Temos aí o exemplo dos programas sociais do governo: justos para uma melhor distribuição de renda, mas que faz com que muitos queiram abandonar a chance de um emprego de carteira assinada para manter os benefícios do governo ou o seguro desemprego!</p>
<p>Para manter a imagem de povo feliz, vivemos de festa em festa, carnaval e futebol, pão e circo, o que parece nos bastar em termos de ambição de futuro (afinal aparecemos sempre como um povo dos mais felizes, mesmo com tantas mazelas). Quase todos fazem o mínimo indispensável para ver se alguém ou algum grupo dá conta do recado por eles. É a minoria tentando carregar a maioria e isso não pode dar certo!</p>
<p>Vejam os exemplos dos países que se desenvolveram, nos quais a sociedade como um todo é mais rigorosa na cobrança de desempenho em todas as atividades.</p>
<p>Até o Neymar reclamou dos colegas que colocam em suas costas as responsabilidades e ficam “olhando” ele fazer seus dribles sem ajudá-lo.</p>
<p>Uso o futebol para colocar meu ponto de vista porque, afinal, parece ser a única língua que o povo entende!</p>
<p style="text-align: center;" align="right">
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		<title>Olimpíadas: Falta renovação no Brasil! Post 51</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Aug 2012 19:36:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais e Atualidades]]></category>
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		<description><![CDATA[Post 51 Olimpíadas: Falta renovação no Brasil! Mesmo antes de acabar os Jogos Olímpicos de Londres, aliás, mesmo antes de começar, eu já havia me manifestado &#8211; nos Vídeos Impertinentes que tenho no Youtube e em textos aqui do Blog sobre vários esportes &#8211; a respeito da falta de políticas públicas para o esporte no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>Post 51</strong></p>
<p align="center"><strong>Olimpíadas: Falta renovação no Brasil!</strong></p>
<p>Mesmo antes de acabar os Jogos Olímpicos de Londres, aliás, mesmo antes de começar, eu já havia me manifestado &#8211; nos Vídeos Impertinentes que tenho no Youtube e em textos aqui do Blog sobre vários esportes &#8211; a respeito da falta de políticas públicas para o esporte no Brasil! Não é só desse governo, mas desde sempre!<br />
Agora quero ser mais específica e apontar os absurdos que existem no esporte nacional, em especial aqueles que dependem de políticas públicas para vicejar e trazer resultados efetivos nas principais competições.<br />
Primeiro vamos assumir que não há esporte de base no Brasil! Temos o futebol como mania nacional e o vôlei que na última década se profissionalizou.<br />
Por isso tem resultados, no caso mais com as mãos do que com os pés! E só!<br />
O resto (e esses dois inclusive), ou seja, tudo que deu certo no Brasil, tudo mesmo em termos de esporte vem de investimento privado ou de milagres que acabam ocorrendo em um país com a população do tamanho da nossa.<br />
Senão, vejamos: hipismo, vela ou iatismo, automobilismo, natação, judô, todos os esportes que trouxeram medalhas ou bons resultados em campeonatos mundiais ou são fruto de investimento de famílias de classe média ou alta (quem pode investir em cavalos, barcos e carros de corrida?), ou vieram do trabalho de clubes ou associações (como as lutas em geral e os esportes aquáticos).<br />
Todo o resto, sem exceção, veio porque temos algumas flores que teimam em desabrochar no deserto (contra tudo e contra todos e sem ajuda de ninguém!) como é o caso do Guga e da Maria Ester Bueno no tênis, do querido Servilío de Oliveira no boxe e da maioria das medalhas do atletismo.<br />
Prova disso é que, praticamente, esses medalhistas ou campeões mundiais (ou outros mais conhecidos que não conseguiram ser campeões, mas fizeram bonito mundo afora) não possuem sucessores.  Essa é a prova. Se há política pública tem a base e se tem a base tem reposição, renovação, novos talentos!<br />
Falta renovação nos esportes como falta na política!<br />
Pobre Guga que carregou o Brasil na Davis a vida toda e pobre Maria Ester que nunca teve o prazer de ver uma tenista brasileira fazer bonito nas quadras.<br />
O mesmo vai acontecer nas Olimpíadas brasileiras em 2016: não havendo esporte de base não há medalhas e não havendo renovação os esportes que, hoje, nos fazem vibrar vão apresentar resultados mais medíocres do que aquele que colheremos em Londres.<br />
Em quem você apostaria para medalhar nas Olimpíadas no Rio? Vamos partir das esperanças deste ano:<br />
- Cielo estará na briga por medalhas de velocistas, 4 anos mais velho? E Thiago Pereira? Quem vem assombrando na nossa natação além deles?<br />
- Diego Hipólito ou alguém do feminino tem chance na ginástica? O Zanetti talvez, mas porque NUNCA dependeu de governo!<br />
- Quem aposta na Vela? Pobre do Scheidt que já fez de tudo e, de repente, nos acostumou mal (veja lá se isso é desculpa da federação!), mas tem mais alguém impressionando?<br />
- Que tal Fabiana e Maurren? Depois dos vexames tem alguma chance? Você apostaria seu salário em alguma delas? Quem esteve entre os 10 melhores do mundo sobrando este ano em qualquer prova do atletismo?<br />
- Até no judô que tem uma escola e é o nosso esporte mais vitorioso em medalhas, tirando a Sarah Menezes e o Kitadai, temos o Thiago Camilo, Leandro e os demais que eram líderes no ranking quando chegaram a Londres e ficaram a ver navios: o que esperar deles para o Rio?<br />
- Mesmo no vôlei (de quadra e de praia), podemos até manter um desempenho bom desta vez com as gerações douradas que ainda estão nas quadras, mas o masculino que ia renovar-se tem o jogador mais novo com 25 anos (não podemos mais contar com Giba e CIA, não é?). No feminino, dá para pensar em Sheila, Paula Pequeno e Thaisa?<br />
Na praia vamos esperar o Emanuel (já na fase dos &#8220;enta&#8221;), ou o Ricardo? Quem vai ajudar o pobre do Alisson, o Mamute? Ou vamos colocar todas as esperanças no terceiro ciclo olímpico da Larissa?<br />
- No basquete, depois do técnico argentino (que foi a melhor coisa que apareceu para o Brasil, assim como o Sr. Oleg na ginástica, que infelizmente depois que voltou &#8211; ou foi defenestrado &#8211; para a Europa não vimos mais nada de bom com nenhuma das nossas &#8220;meninas&#8221;) vamos ficar com Leandrinho, Marcelinho Machado, Thiago e Nenê?<br />
Sabe gente, mesmo que ainda eu não saiba se teremos o ouro inédito ou não no futebol (que se vier vai mascarar todo problema novamente, pois futebol é mesmo nosso ópio coletivo!), mesmo reconhecendo o valor dos nomes que citei acima e de alguns que os precederam, o fato é que o Brasil apodrecerá sem amadurecer no esporte pela simples razão de que não temos políticas públicas verdadeiras, sistemáticas e corretas para o desenvolvimento das mais diversas modalidades.<br />
Onde estão as aulas de Educação Física? Onde está o investimento em centros de treinamento, nas crianças bem alimentadas e saudáveis? Por que países como a Jamaica, Cuba e dezenas de outros exemplos tem melhores resultados mesmo com o PIB do país tão pequeno? Dinheiro, então, não é tudo!<br />
Vão dizer que centraram fogo em um ou outro esporte apenas, mas a verdade é que a cultura vencedora está lá, junto como política de governo, não de um governo só, mas da sociedade.<br />
Fazemos errado no esporte igualzinho fazemos na educação. O Brasil investe para treinar jovens perto dos 20 anos que nunca serão campeões porque não tiveram o apoio quando eram crianças. No ensino básico estamos entre os piores no mundo, depois gastamos uma fortuna com universidade de pesquisa pública e gratuita (mas também não temos NENHUMA entre as 100 melhores do mundo!). Isto porque somos o 6º PIB do PLANETA!<br />
Isso sem falar na garra e no espírito de luta que devem ter os que sabem que estar em uma Olimpíada é a maior e talvez única chance de ser um vencedor indiscutível em um esporte. Por uma medalha olímpica ginastas já saltaram com ligamentos rompidos, lutaram com sérias lesões, outros saltaram com todas as adversidades possíveis, inclusive vento e chuva, que são iguais para todos que estão competindo.<br />
Para muitos dos escolhidos para passear em Londres, parece que o &#8221;não sei o que aconteceu&#8221; é a frase mágica que vai garantir a bolsa-esporte (como a bolsa-família que afugenta muitos brasileiros do emprego formal&#8230;) para o próximo ciclo olímpico.<br />
Mas sobre o amarelão que ocorre quando somos favoritos e a retórica de que todos estão sempre de parabéns, isso fica para o próximo post!<br />
<strong>Mas não deixem de reparar uma coisa: os únicos atletas brasileiros que ainda não choraram, ou não reclamaram de excesso de sacrifícios ou de apoio nestas olimpíadas foram os 2 medalhistas de ouro!</strong><br />
Quem gostou, não deixe de ler os posts anteriores deste blog sobre esportes. </p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sobre meus Vídeos Impertinentes</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Jun 2012 00:53:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para os meus leitores que não tem interface com meu Facebook, ou que não constam de minha lista de e-mails, eu gostaria de avisar que há algumas semanas atrás comecei a postar no Youtube uma série de pequenos vídeos amadores, gravados aqui mesmo em nosso auditório, com câmera de turista e de improviso, mas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para os meus leitores que não tem interface com meu Facebook, ou que não constam de minha lista de e-mails, eu gostaria de avisar que há algumas semanas atrás comecei a postar no Youtube uma série de pequenos vídeos amadores, gravados aqui mesmo em nosso auditório, com câmera de turista e de improviso, mas que mesmo assim são peças de objetivos nobres: apresentar opiniões e pontos de vista nosos sobre assuntos importantes, de forma corajosa e sem compromisso político ou de agradar ninguém e, por isso, chamam-se &#8220;Vídeos Impertinentes&#8221;.<br />
Quero apenas ter o direito de expressar minha opinião, fazer críticas, desabafos, apontar outros prismas que podem e devem ser considerados sobre os mais variados assuntos. Quem assistiu dizem que muitos deles, além de terem vários argumentos corretos, reflexões e histórias verdadeiras e adequadas, são bem engraçados, já que eu &#8220;boto mesmo pra quebrar!&#8221;.<br />
Apesar de 88% de meus leitores serem de outros países e não falarem português (pois usam a ferramento do Google Tradutor), mesmo os Vídeos Impertinentes sendo também em português, gostaria que mais pessoas tivessem acesso a eles e, talvez, lá na frente, até alguns sejam traduzidos, ganhem legenda e sejam compartilhados também em outras línguas, pois muitos assuntos tratados são universais e não dizem respeito só aos problemas e questões do Brasil.<br />
Os Vídeos Impertinentes são numerados, (para que todos possam ir assitindo paulatinamente sabendo quais já viram) e já estão na casa dos mais de 30.  Hoje (menos de um mês que comecei) eles já tem, no conjunto, mais de mil acessos.<br />
Espero que façam o mesmo sucesso deste Blog que já está chegando na marca de 75 mil Hits de acordo com o programa &#8220;Counterize&#8221; do WordPress.<br />
Obrigada a todos porque isso é para vocês e por vocês!</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Alcançamos a marca de 50 mil Hits! Post 44</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 16:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Blog chega a 50 mil hits]]></category>
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		<description><![CDATA[Aos meus queridos leitores/blogueiros, quero enviar esta mensagem de júbilo e agradecimento por termos atingido a marca de 50.000 Hits de quase 10 mil visitantes de mais de 50 países que postaram mais de 1.500 comentários distribuídos nos 44 posts que tenho no Blog até o momento. O campeão das visitas do Blog são os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aos meus queridos leitores/blogueiros, quero enviar esta mensagem de júbilo e agradecimento por termos atingido a marca de 50.000 Hits de quase 10 mil visitantes de mais de 50 países que postaram mais de 1.500 comentários distribuídos nos 44 posts que tenho no Blog até o momento.<br />
O campeão das visitas do Blog são os Estados Unidos com cerca de 43% do total. O Brasil hoje responde por cerca de 10% das visitas, seguido pela Alemanha com 8%, Reino Unido com 6% e França e Polônia empatadas com 4%.<br />
Estes são dados do programa estatístico da plataforma WordPress na qual meu Blog foi construído e representam uma marca importante para um Blog em português, que possui textos longos e reflexivos.<br />
Os comentários que foram postados (a imensa maioria em inglês) são muito elogiosos, mas espero ainda aumentar mais o contingente de visitas e comentários, em especial dos meus conterrâneos brasileiros.<br />
Os números mostram que há espaço para quem pretende ajudar a discutir e introduzir novos pontos de vista sobre os mais variados assuntos. No meu caso, os posts do Blog são baseados em minha experiência profissional como educadora, gestora universitária, psicóloga e, sobretudo, como mulher, mãe, esposa e cidadã.<br />
Obrigada e vamos em frente!<strong></strong></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mayra Aguiar está de parabéns com a medalha de ouro no Judô! (post 39)</title>
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		<pubDate>Sun, 05 Feb 2012 17:14:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ganhar por lutar e não falta de combatividade do outro]]></category>
		<category><![CDATA[judo]]></category>
		<category><![CDATA[ser um campeão]]></category>

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		<description><![CDATA[É muito bom ver o Brasil ganhar uma medalha de ouro no Judô, no Grand Slam de Paris, com lutas excelentes que venceu com agressividade e bons golpes. Com muitos atletas ganhando suas medalhas por falta de combatividade dos adversários, a brasileira Mayra Aguiar ganhou com uma postura vencedora e tomando a iniciativa dos golpes, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É muito bom ver o Brasil ganhar uma medalha de ouro no Judô, no Grand Slam de Paris, com lutas excelentes que venceu com agressividade e bons golpes.<br />
Com muitos atletas ganhando suas medalhas por falta de combatividade dos adversários, a brasileira Mayra Aguiar ganhou com uma postura vencedora e tomando a iniciativa dos golpes, tendo vencido inclusive a número um do ranking mundial na semi final do torneio!<br />
Parabéns e vamos ver se no Judô masculino, Rafael Silva consegue o mesmo feito, já que ele está na final com o atleta da casa que é campeão mundial!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Década de Federer, Nadal e Djokovic! Post 38</title>
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		<pubDate>Tue, 31 Jan 2012 00:45:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[a rivalidade no tenis]]></category>
		<category><![CDATA[Djokovic tem um pouco dos dois]]></category>
		<category><![CDATA[Federer contra Nadal]]></category>
		<category><![CDATA[Por que Federer perde tanto para Nadal?]]></category>

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		<description><![CDATA[Para quem gosta de esportes, temos que reconhecer: vivemos uma década maravilhosa para os amantes do bom tênis! Muitos bons tenistas já marcaram gerações com seus feitos e recordes, assim como grandes duelos marcaram época como Egberg contra Lendl, Borg contra McEnroe, Agassi contra Sampras, entre outros. Vivemos há alguns anos outra rivalidade histórica: Federer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para quem gosta de esportes, temos que reconhecer: vivemos uma década maravilhosa para os amantes do bom tênis!<br />
Muitos bons tenistas já marcaram gerações com seus feitos e recordes, assim como grandes duelos marcaram época como Egberg contra Lendl, Borg contra McEnroe, Agassi contra Sampras, entre outros. Vivemos há alguns anos outra rivalidade histórica: Federer contra Nadal.<br />
O domínio absoluto de Federer no início da última década transformou-o, na opinião de muitos especialistas, no maior tenista de todos os tempos: técnica refinada, domínio de todos os golpes, perfeito condicionamento físico, postura vencedora e confiante. Enfim, um gênio do esporte que tinha tudo o que era necessário para levá-lo a bater quase todos os recordes do tênis masculino, o que nos fez acreditar que demoraria muito tempo para que ele encontrasse rivais à sua altura.<br />
A genialidade de Federer parecia imbatível, seu carisma dominou o mundo e seu comportamento educado e ético &#8211; ele é considerado um gentleman por todos, inclusive pelos jogadores e jornalistas e tem dado vários exemplos de honestidade na disputa de pontos duvidosos dos jogos &#8211; tem sido uma benção para um público que nem sempre teve bons exemplos de esportistas a serem admirados, também, por suas vidas e condutas pessoais.<br />
Quando Nadal atravessou o caminho do suíço, as partidas entre ambos passaram a ser verdadeiras batalhas e ninguém entendia, ou sabia explicar, porque Federer sofria derrotas inacreditáveis para o espanhol e, mais ainda, a razão de seu comportamento ser tão diferente (e muito menos confiante) na quadra e na entrega dos prêmios, pois ele chegou a chorar no último Grand Slam que perdeu antes de bater o recorde de títulos desses torneios reclamando que não aguentava a pressão que sofria por perder de Nadal.<br />
Como mostra a história, sempre há alguém que desafia os gênios de alguma forma difícil de justificar. Eu tenho, cá para mim, algumas justificativas para a desproporção das derrotas de Roger Federer para Rafael Nadal que não são ligadas, especificamente, às questões técnicas desse esporte, mas são, sem dúvida, componentes que são fundamentais para forjar grandes campeões hoje.<br />
Eu sinto que os tenistas mais jovens se viram obrigados a desenvolver 2 aspectos de forma mais contundente do que ocorria antes da supremacia do tenista suíço, numa tentativa de se sobreporem à imensa habilidade técnica e leveza de Federer: <span style="text-decoration: underline;">a força física</span> (que assegura a resistência para aguentar longos games, ou alcançar todas as bolas e maior velocidade nos golpes para garantir contra-ataques ou <em>winners </em>mais efetivos) e <span style="text-decoration: underline;">a postura super agressiva</span> (com expressões físicas e manifestações em quadra que antes eram consideradas, no mínimo, uma descortesia em um  jogo de tênis).<br />
Sobre as questões físicas, isso era inevitável que ocorresse (e ocorre em todos os esportes), pois atualmente não só o médico e o fisioterapeuta atendem aos atletas, mas equipes multidisciplinares que trazem todos os avanços das áreas desde a fisiologia do esforço até a nutrição e a psicologia para analisar as reações do corpo e do comportamento do atleta diante de grandes pressões.<br />
Sobre as mudanças do comportamento em quadra, vejo que podem ter sido para pior. A agressividade ao comemorar os pontos e os excessos nas manifestações de poder e determinação dos tenistas mais jovens mais parecem um acinte, um enfrentamento moral com o oponente.<br />
Esses comportamentos, talvez, não tenham nascido com Lleyton Hewitt (quem não se lembra do berro “<em>come on</em>” que ele introduziu até chegar a ser o número 1 do mundo?), ou com os gritos da Sharapova, mas certamente se recrudesceram de um tempo para cá.<br />
Eu sei que muitos consideram isso normal, até parte vital da luta dos grandes guerreiros, e que esses gestos podem render pontos junto ao público, mas são quase provocações (desnecessárias a meu ver) para muitas pessoas e se tornam verdadeiras agressões psicológicas que objetivam desestabilizar o outro, ou incitar a torcida.<br />
É quase impossível enfrentar e superar o desconforto e a vergonha que esses comportamentos despertam em pessoas com a personalidade e a educação de Roger Federer (e posso citar outros como, por exemplo, o argentino Del Potro). Tenho quase certeza que esse é o grande problema de Federer ao enfrentar Nadal, em especial, e a outros tenistas que assumirem essa postura daqui para frente. Falo isso com tranquilidade e sem querer desmerecer as grandes qualidades esportivas que Nadal possui, sem a menor dúvida.<br />
A rivalidade de Nadal e Federer poderia se perpetuar, e ainda vai durar mais alguns anos, como a maior atração do tênis mundial, mas a ascensão de Novak Djokovic (incorporando um pouco de ambos: a técnica refinada parecida com a de Federer e a resistência somada à agressividade das manifestações provocativas de Nadal) trouxe um cenário ainda mais emocionante para a disputa dos grandes campeonatos, em especial aos <em>Grand Slams</em>.<br />
Veremos partidas memoráveis (como a final mais longa de todos os tempos que aconteceu ontem no <em>Australian Open</em>) entre esses três jogadores e batalhas oníricas entre esses seres humanos que se comportam como semideuses. Talvez Andy Murray faça crescer seu jogo – e sua autoconfiança &#8211; para compor um quarteto que marcará uma geração invejável de tenistas. �<br />
Entretanto, eu espero, sinceramente, que o destaque dessa década de ouro no tênis não reforce ainda mais o uso da força, dos gritos e dos gestos de onipotência dos jogadores como a grande arma a ser usada para vencer a técnica, a classe, a polidez, enfim, a educação!</p>
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		<title>Quem paga a conta quando alguém cai de um bungee jumping?</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 00:07:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mundo social e político]]></category>
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		<description><![CDATA[ Li a notícia sobre uma moça que caiu 150 metros de altura ao pular de um bungee jumping que se rompeu, na África do Sul, lançando-a em um rio cheio de crocodilos. Por sorte ela se salvou, mas imediatamente me veio à cabeça uma questão que sempre surge quando vejo resgates de praticantes de esportes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Li a notícia sobre uma moça que caiu 150 metros de altura ao pular de um <em>bungee jumping</em> que se rompeu, na África do Sul, lançando-a em um rio cheio de crocodilos. Por sorte ela se salvou, mas imediatamente me veio à cabeça uma questão que sempre surge quando vejo resgates de praticantes de esportes radicais, ou mesmo equipes procurando na terra, no mar, ou no ar por alguns audaciosos que cometeram alguma imprudência.<br />
Sei que todos estamos sujeitos a acidentes e que os serviços públicos, aí incluídos os bombeiros, a guarda &#8211; costeira ou a florestal, hospitais, centros de emergência ou resgate etc, existem para dar suporte em casos que vão desde tragédias decorrentes de desastres climáticos até à busca do gatinho que subiu na árvore e não conseguiu mais descer.<br />
Entretanto me pergunto se é dever do estado, do governo, ou seja, do contribuinte que paga impostos pagar pelos custos dos acidentes causados por pessoas que decidem praticar atividades com alto grau de risco, que não são frutos de trabalho, ou de pesquisa, mas apenas a busca do prazer pela adrenalina que alimenta o corpo de quem cai das alturas, surfa ondas altíssimas ou nada em locais proibidos, sobe no Everest, mergulha sem scuba ou acampa perto de ursos, correndo risco de vida, ou de sofrer acidentes totalmente previsíveis.<br />
Acho até que é dever do estado, ou dos serviços públicos socorrem essas pessoas, mas elas devem ressarcir o que foi gasto além de receberem uma alta multa por mobilizarem recursos que deveriam estar salvando vidas que não pediram, ou não contribuíram diretamente para o acidente e que mereciam maior disponibilidade desses agentes.<br />
Assim como motoristas que cometem acidentes dolosos no trânsito devem pagar pelo preço que custar o tratamento da vítima, os esportistas radicais deveriam manter seguros para bancar seus riscos (necessários para que o esporte sobreviva, mas desnecessários para o bolso alheio), quem gosta da emoção do desastre iminente, quem se joga em uma aventura de alto risco deve pagar por isso, pois sobrevivendo ou não, são o recursos públicos, ou seja, de todos os cidadãos que vão pagar esse “pato”.</p>
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		<title>Barcelona X Santos: o coletivo x o individual</title>
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		<pubDate>Sun, 18 Dec 2011 12:33:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Barcelona joga no coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[Como o futebol evoluiu]]></category>
		<category><![CDATA[deveríamos fazer estágio na Europa]]></category>
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		<category><![CDATA[não temos mais bons técnicos]]></category>
		<category><![CDATA[Não temos o melhor futebol]]></category>
		<category><![CDATA[o melhor time do mundo atualmente]]></category>
		<category><![CDATA[Só trabalhamos na individualidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Este não é um post oportunista pois já disse isso muitas vezes, inclusive neste blog. A final do mundial de clubes deveria ensinar aos técnicos brasileiros que não temos mais a técnica, o toque de bola que mostramos ao mundo na geração Pelé/Garrincha. Ao contrário, desaprendemos a usar o coletivo e só cultuamos os valores [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este não é um post oportunista pois já disse isso muitas vezes, inclusive neste blog. A final do mundial de clubes deveria ensinar aos técnicos brasileiros que não temos mais a técnica, o toque de bola que mostramos ao mundo na geração Pelé/Garrincha.<br />
Ao contrário, desaprendemos a usar o coletivo e só cultuamos os valores individuais, reflexo da cultura do próprio país.<br />
Nós que treinamos quase sempre em meio campo, usamos muito a rodinha e o bobinho, entramos na roda e só não assumimos nossa &#8220;bobice&#8221;.<br />
Poderia ter sido 6, ou 7 a zero. Foi um time acovardado diante de uma equipe entrosada, que joga com toque e domina onde se ganha jogo: o meio de campo.<br />
Precisamos ter humildade e reconhecer nossas falhas e que nossa visão de primazia no futebol está só na memória de um tempo que não existe mais. O Barcelona não ganha de 4 a 0 de muitos times na Europa, portanto, nós estamos mesmo mal.<br />
Se eu fosse o Pep Guardiola, técnico do Barça, responderia agora ao querido Muricy que há vagas de estagiário para técnicos brasileiros que quiserem aprender como se joga o futebol arte, pois ganhar no Brasil, ao contrário do que disse o técnico brasileiro, parece não ser a grande prova de qualidade que ele defendeu de forma precipitada na entrevista antes da final!<br />
É povão, vamos abrir os olhos, que no país do futebol o esporte nos ajude a enxergar a verdade: não estamos com a bola cheia!</p>
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		<title>Dois Pans e Duas Medidas</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Oct 2011 14:02:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[a competição das américas]]></category>
		<category><![CDATA[A transmissão dos jogos]]></category>
		<category><![CDATA[jogos panamericanos]]></category>
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		<category><![CDATA[pan de 2011]]></category>
		<category><![CDATA[por que este Pan está tão desvalorizado?]]></category>

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		<description><![CDATA[Não sei quantos de vocês sabem que os Jogos Pan-americanos começaram nesta última sexta-feira, em Guadalajara no México. Caso vocês não se recordem, a última edição foi no Rio, o Pan de 2007. Por conta desse Pan o Brasil se mobilizou por anos, fez aquele carnaval, gastou fortunas, fez anúncios e criou mídias especiais ressaltando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não sei quantos de vocês sabem que os Jogos Pan-americanos começaram nesta última sexta-feira, em Guadalajara no México.<br />
Caso vocês não se recordem, a última edição foi no Rio, o Pan de 2007. Por conta desse Pan o Brasil se mobilizou por anos, fez aquele carnaval, gastou fortunas, fez anúncios e criou mídias especiais ressaltando a importância da competição para nosso esporte e do &#8220;legado&#8221; dos jogos para a população.<br />
Pois bem, como os direitos da transmissão dos jogos de 2011 foram adquiridos por uma rede de TV menos famosa, nós estamos praticamente passando &#8220;batido&#8221; pelo PAN de 2011, com pouco conteúdo jornalístico (falado ou escrito) sendo veiculado, pois até a informação parece que é boicotada!<br />
Isso me leva à seguinte conclusão: os jogos variam de importância somente em função da rede de TV que compra os direitos!<br />
Para um País que sempre valorizou a competição do continente (na qual nos saímos melhor que nas olimpíadas ou em mundiais) e para quem vai sediar a Copa e os Jogos Olímpicos de 2016, é no mínimo de se estranhar que não queiramos acompanhar e analisar a performance de nossos atletas, inclusive para aprimorar nossa preparação.<br />
Infelizmente aqui é sempre assim: os interesses comerciais e políticos estão sempre à frente dos verdadeiros interesses da educação, da cultura, do esporte e do lazer, pois são usados 2 pesos e duas medidas, dependendo de quem está no &#8220;comando&#8221;. No caso, dois Pans e duas medidas.</p>
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