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	<title>Blog de Maria Beatriz de Carvalho Melo Lobo &#187; Educação em Geral e Ensino Superior</title>
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		<title>A eleição de gestores confundida com democracia nas IES privadas precisa ser desmascarada! &#8211; Post 62</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Nov 2013 20:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais e Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Educação em Geral e Ensino Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo social e político]]></category>
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		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; A eleição de gestores confundida com democracia nas IES privadas precisa ser desmascarada! Post 62 A preocupação com a preservação do “caráter democrático da gestão” permanece em muitos Regimentos de Instituições de Ensino Superior  (IES), por isso é importante salientar que, infelizmente, esta questão tem sido muito mal entendida no Brasil, nas [...]]]></description>
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<p style="text-align: center;"><strong><em>A eleição de gestores confundida com democracia nas IES privadas precisa ser desmascarada!</em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Post 62</strong></p>
<p>A preocupação com a preservação do “caráter democrático da gestão” permanece em muitos Regimentos de Instituições de Ensino Superior  (IES), por isso é importante salientar que, infelizmente, esta questão tem sido muito mal entendida no Brasil, nas IES em geral.</p>
<p>A democracia como regime de governo pressupõe a forma de escolha de dirigentes e para quem eles trabalham.</p>
<p>Nas IES, apesar de ser uma reivindicação dos estudantes cada vez mais frequente (e mais atendida), confunde-se democracia com necessidade de participação, uma vez que, em uma IES, a vontade do “povo” não representa, necessariamente, o que é melhor para a Instituição e para o próprio “povo”.</p>
<p>Aliás, para quem uma IES deve ser governada? Quem são os habilitados para tomar decisões e em que níveis?</p>
<p>A melhor decisão difere, muito provavelmente, do que pensa, isoladamente, o conjunto de alunos, ou do que pensa, isoladamente, o conjunto de professores.</p>
<p>Também não é a forma mais comum de governo de uma IES, em razão de sua própria organização administrativa (se pública, ou privada), ou seja, de quem responde, em última instância pelos seus resultados.</p>
<p>Com certeza, se um dia uma IES particular viesse a falir, não seriam os docentes, ou os alunos, nem mesmo os funcionários que responderiam pelos passivos, mas os proprietários, razão pela qual nas organizações com donos não há gestão democrática.</p>
<p>Se fosse uma cooperativa, quem entrou com seus bens para criar a IES responderia por suas contas!</p>
<p>Nas IES cuja mantenedora é uma Fundação, o problema fica ainda mais agudo, pois muitas vezes se confunde, equivocadamente, com uma IES pública! Mantido o caráter público que o serviço educacional possui (mesmo que realizado em qualquer tipo de organização), são os Conselheiros e a gestão da Fundação que respondem legalmente pela IES.</p>
<p>Como uma instituição acadêmica, uma IES se difere de governos municipais, estaduais e federais porque precisa defender não só a meritocracia, como garantir os melhores meios para que seus resultados (acadêmicos, administrativos e financeiros) sejam cada vez mais adequados, o que exige uma gestão experiente e comprometida com os resultados institucionais, com o que for melhor para a Instituição, não para grupos, segmentos ou facções.</p>
<p>Como uma IES tem a característica intrínseca de lidar com processos que exigem engajamento dos envolvidos, para que se possa obter os melhores e mais adequados resultados, também não se pode falar da gestão de um chão de fábrica, já que é possível encontrar lá na sala de aula, profissionais, ou alunos que conheçam até mais sobre determinados assuntos que os membros da direção.</p>
<p>Desta forma, uma IES precisa garantir não a democracia em sua gestão (mesmo porque não há nenhuma comprovação científica de que gestão democrática traz melhores resultados até que uma gestão ditatorial e vitalícia!), mas que seus integrantes possam ouvir e serem ouvidos, pois há massa crítica que pode ajudar, e muito, a melhor a gestão e os próprios resultados institucionais e setoriais.</p>
<p>Assim como verificamos que entre as 50 melhores instituições do mundo não há gestão democrática, sabemos também que sem uma participação organizada e adequada (ao que conhece e ao que deseja cada segmento) dos membros da comunidade interna (e externa em muitos casos!) as IES pouco avançam e, pior, pouco se integra e se envolve com os seus problemas e as soluções possíveis e decorrentes de ações que são necessárias, mas que nem sempre nascem ou tem apoio de grupos por elas atingidos!</p>
<p>A maioria das IES que não são particulares tem um processo de escolha de Reitor e Vice- reitor, ou Direção Geral e Vice-Diretor em eleição por chapa, que se mantida (acreditamos que será pois é um assunto altamente explosivo), ainda pode ser aprimorada.</p>
<p>Citamos como exemplo a explicitação de mecanismos de discussão dos planos de gestão dos candidatos, condições de dedicação real ao cargo e de uma melhor definição por parte da Entidade Mantenedora do perfil que deseja para a gestão de suas mantidas, o que é um direito inalienável da Mantenedora.</p>
<p>Também a introdução clara de fatores impeditivos de candidaturas e mecanismos de afastamento e destituição dos gestores eleitos nos Regimentos das IES (derivados do que a Mantenedora introduzir em seu Estatuto, ou aprovar para as suas mantidas), ajudariam muito a aumentar o grau de comprometimento e de cobrança de resultados adequados (acadêmicos, administrativos e financeiros) e, paralelamente, a diminuir a influência politica nos processos de gestão que sempre é considerada por muitos altamente nefasta nessas instituições como um todo, incluindo suas superestruturas como Hospitais, Colégios etc.</p>
<p>Por outro lado, não constam nos Regimentos praticamente, outras estruturas e mecanismos adequados a uma maior participação dos diferentes segmentos, mesmo que em caráter consultivo (em muitos casos, mais adequado), como comitês e comissões que apoiem a decisão dos gestores e ampliem a discussão de problemas multifuncionais.</p>
<p>Uma revisão regimental deveria contribuir para que isso seja implementado, assim como permitiria uma maior participação (também consultiva, mas oficial e em fóruns apropriados) nas grandes questões estratégicas e de enlace com a comunidade regional sem ser a participação de membros externos nos Conselhos Superiores das IES, como hoje existe (comum, mas altamente desaconselhável diante da natureza dos assuntos tratados nos órgãos máximos colegiados das IES).</p>
<p>Finalizando esta questão, lembramos que, em nenhum momento nos Regimentos se deve usar a expressão “concurso público” para ingresso de docentes , conceito altamente usado na fala dos gestores e docentes das IES não particulares e que representa, inclusive, um passivo jurídico importante, uma vez que não há que se falar nem de concurso público, nem de empenho, nem mesmo de licitação, processos esses restritos às instituições públicas!<!--:--></p>
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		<title>EXAME DE SUFICIÊNCIA NA EDUCAÇÃO! Post 61</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Nov 2013 20:29:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação em Geral e Ensino Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo social e político]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[educação báica]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; EXAME DE SUFICIÊNCIA NA EDUCAÇÃO!  Post 61 Volto ao tema que já expus, mas que ainda é muito premente no Brasil: Todos os dados indicam que a educação brasileira é um time que está perdendo — em todos os níveis. O diagnóstico que inclui nossa educação entre as piores do mundo se [...]]]></description>
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<p style="text-align: center;">EXAME DE SUFICIÊNCIA NA EDUCAÇÃO!</p>
<p style="text-align: center;"><strong> Post 61</strong></p>
<p><strong>Volto ao tema que já expus, mas que ainda é muito premente no Brasil:</strong></p>
<p>Todos os dados indicam que a educação brasileira é um time que está perdendo — em todos os níveis. O diagnóstico que inclui nossa educação entre as piores do mundo se expressa, numa ponta, nos números medidos pelo PISA, nos resultados sofríveis que nossas escolas obtêm do SAEB, e na outra, no fato de que apenas a USP se inclui entre as 150 melhores universidades do mundo. Há pouco a ser preservado no nosso ensino, e a única boa notícia é que podemos ousar.</p>
<p>A avaliação é o único mecanismo que permite ao poder público monitorar um setor prioritário para o desenvolvimento do País. Na última década, o Governo Federal tem avançado nessa área, implantando provas de avaliação para os estudantes egressos dos vários níveis de ensino.</p>
<p>Esse primeiro passo é fundamental, mas avaliação precisa ter consequência e não pode ser vista como um fim em si mesma. Feita a avaliação, portanto, é necessário que haja incentivos: positivos — como as verbas para escolas com metas de desempenho atendidas — e negativos, ou seja, sanções para aqueles que não cumprem com sua responsabilidade.</p>
<p>No Brasil, temos de ter a coragem de unir os dois tipos de incentivo. Afinal, quem perde com a baixa qualidade da educação brasileira? Todos nós, mas a perda acaba sendo “socializada” e quase não gera efeitos corretivos.</p>
<p>Um exemplo são os professores, que não são praticamente afetados pela baixa qualidade do ensino. Outro são os alunos que, apesar de sofrerem mais diretamente, ao longo da vida, as consequências de uma educação de baixa qualidade, não têm sido capazes de se comprometer com sua formação e possuem pouco interesse em exigir ações concretas em relação aos maus resultados.</p>
<p>Hoje, no Brasil, milhares de alunos obtêm conceito insuficiente em provas oficiais e são diplomados como se tivessem alcançado o mérito mínimo exigido.</p>
<p>Um diploma de ensino fundamental não é garantia de que a pessoa domina as operações aritméticas, ou a língua pátria, assim como há diversos alunos formados em Medicina exercendo a profissão tendo tirado nota zero no ENADE. Podemos nos conformar com isso? Acomodar-se a essa situação é condenar definitivamente quem estuda nas escolas públicas a buscarem empregos de segunda classe e o País, ao atraso.</p>
<p>De alguma maneira, alunos e professores têm de ser corresponsáveis pelo sucesso de todo o sistema educacional. E não há outra maneira de quebrar o ciclo da mediocridade a não ser por mecanismos que forcem a cobrança mútua dos dois maiores envolvidos na qualidade da educação: professor e aluno.</p>
<p>Diante disso, sugerimos que se vá um passo além das iniciativas atuais — a transformação do exame nacional de avaliação em um exame <span style="text-decoration: underline;">obrigatório de suficiência</span> — para que o aluno tenha direito a validação nacional de tipo de diploma, de qualquer nível de ensino. Essa proposta fundamenta-se na crença de que nada mudará no Brasil sem dar consequência à avaliação das instituições e dos sistemas, ou seja, a volta aos bancos escolares dos alunos que não obtiverem o resultado mínimo.</p>
<p>Começaríamos com o exame de suficiência na Educação Básica (que pode ser nos moldes do PISA), em especial no Ensino Fundamental, isso em quatro anos se estenderia ao Ensino Médio e, mais para frente, ou até concomitantemente, às profissões que colocam em risco o cidadão.</p>
<p>Com isso, em poucos anos, nenhum diploma no Brasil seria expedido com validade nacional sem a garantia de que o estudante domina, razoavelmente, os conteúdos mínimos, as habilidades e competências exigidas para aquele nível de ensino, podendo o aluno reprovado estudar mais e fazer o exame quantas vezes fosse preciso até provar que está capacitado.</p>
<p>Num tal contexto, só uma prova de caráter nacional e que conste do currículo do aluno faria com que não tivéssemos mais diplomados analfabetos funcionais, escolas e professores que não sabem ensinar e não se importam com o fracasso dos alunos.</p>
<p>Tal medida faria com que pais e alunos, com medo de que seus filhos passem anos na escola e depois não consigam ter o diploma, talvez se engajassem na luta pela efetiva qualificação do ensino brasileiro, pressionando governos e escolas — aí sim! — a investirem e cobrarem mais dos professores, por melhores processos e infraestrutura etc. Quando sofrem o efeito do resultado, os envolvidos passam a procurar soluções efetivas para o problema.</p>
<p>Nem precisamos listar aqui os argumentos contrários a essa proposta e que poderão facilmente ser utilizados para tentar, mais uma vez, fazer com que nada mude. Conhecemos os velhos chavões e quem os usa. Sabemos o que está por trás deles também.</p>
<p>Não há a ilusão de ser esse um remédio para todos os males, mas isso pode ajudar a reverter o quadro da educação brasileira sobre a qual o único consenso de que se dispõe é negativo: pior do que está não pode ficar!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>* Maria Beatriz de Carvalho Melo Lobo (51 anos) é psicóloga e especialista em gestão universitária, foi vice-reitora da Universidade de Mogi das Cruzes, é vice-presidente do Instituto Lobo para Desenvolvimento da Educação, da Ciência e da Tecnologia</em></p>
<p>&nbsp;<!--:--></p>
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		<title>Parem o Brasil que eu quero descer! Post 58</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Mar 2013 15:10:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais e Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Educação em Geral e Ensino Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo social e político]]></category>
		<category><![CDATA[ame-o ou deixe-o]]></category>
		<category><![CDATA[Pare o mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; Post 58 Parem o Brasil que eu quero descer!  Eu me rendo! Não estou pronta para o país em que vivo! Não estou falando “só” do governo, do velho e horripilante sistema político, da justiça que não se faz presente, mas também da sociedade e de seus valores! Não aguento mais ver [...]]]></description>
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<p align="center"><strong>Post 58</strong></p>
<p align="center"><strong>Parem o Brasil que eu quero descer!</strong><strong> </strong></p>
<p>Eu me rendo! Não estou pronta para o país em que vivo! Não estou falando “só” do governo, do velho e horripilante sistema político, da justiça que não se faz presente, mas também da sociedade e de seus valores!<br />
Não aguento mais ver noticiários, ler jornais, retomar o mesmo rumo nas conversas com amigos: onde nós vamos parar?<br />
Braços decepados, maridos esquartejados, meninos sufocados por quem frequenta a casa dos pais, violência no campo, nas cidades, em casa, no vizinho&#8230;.a droga das drogas, a doença da saúde, a mesma ladainha de sempre!<br />
Deslizamentos fazendo vítimas nos mesmos lugares há anos com dinheiro para tragédias que não constroem as casas, se há plano de retirada de encostas há desfalque dos bens de quem teve que sair, seca que não se acaba apesar dos recursos enviados há décadas, aeroportos e portos sem as mínimas condições. Se a safra é recorde, não há escoamento, se chove, as estradas ficam intransitáveis, sem chuva ainda estão em péssimas condições&#8230;.até que chegue a Copa ou as Olimpíadas (que em um passe de mágica tudo será resolvido)!.<br />
Bafômetros que invadem os direitos individuais, mas exame de paternidade obrigatório que não invade (???), desvio de verbas que nunca retornam, invasões de terras impunes (que depois serão “desapropriadas” para incentivar novas invasões), greves dos privilegiados que param a necessária modernização de nossa infraestrutura&#8230;<br />
Crimes que não são punidos, processos que condenam há mais de 30 anos e o criminoso não paga nem 6, juros oficiais em queda, mas cobranças pelos agentes financeiros que lembram a velha agiotagem&#8230;privatizações com dinheiro do estado, estatais que não funcionam, suficiência de petróleo que durou poucos meses, assim como a vantagem do carro a álcool&#8230;.<br />
Educação sem defesa defendida ainda pelos mesmos que deseducam, indicadores e índices que não se pode confiar, blefes e lições aos países que são muito melhor posicionados do que nós, volta da inflação camuflada (com juros da poupança sob novas regras), desvios, corrupção, UPPs com aviso prévio para dar direito à fuga dos traficantes, faxina para Copa com estádio novo funcionando direto, mas agora interditado por erro de projeto (?)&#8230;<br />
Fisiologismo escancarado que não causa mais vergonha, volta de corruptos cassados ou que renunciaram, corte de privilégios dos políticos seguido de novos aumentos de verbas que não são salário e nós com cara de bestas!<br />
Mas o pior de tudo são os valores: ter, ter, ter, ou ser, ser ser! Não se trata de ter o que vale a pena, mas o que os outros invejam! Não é ser uma pessoa digna, mas celebridade – BBB (boa bosta barata!) Vale quanto pesa, em ouro, ou dinheiro desviado!<br />
Para tudo! Estou ficando velha demais, ou simplesmente saí da sintonia? Digo isso porque o Brasil tem o povo mais feliz do planeta! Os índices de aprovação estão há anos nas alturas! Ninguém parece querer mudar nada (só se for com os outros se não mexerem no meu!).<br />
Então sou eu que estou errada?<br />
Parem o Brasil que eu quero descer, afinal: ame-o ou deixe-o!<!--:--></p>
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		<title>O que fazer se quem ajuda a cuidar dos filhos não age como gostaríamos? Post 57</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Feb 2013 01:59:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação em Geral e Ensino Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos e família]]></category>
		<category><![CDATA[como lidar com a família na criação dos filhos]]></category>
		<category><![CDATA[Cuidar das crianças]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; Post 57 O que fazer se quem ajuda a cuidar dos filhos não age como gostaríamos? A dificuldade de conseguir um padrão na educação dos filhos é um problema comum que atinge aos próprios pais entre si, aumenta quando inclui a presença de uma pessoa que trabalha para a família e cuida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--:de-->&nbsp;</p>
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<p align="center"><strong>Post 57</strong></p>
<p align="center"><strong>O que fazer se quem ajuda a cuidar dos filhos não age como gostaríamos?</strong></p>
<p>A dificuldade de conseguir um padrão na educação dos filhos é um problema comum que atinge aos próprios pais entre si, aumenta quando inclui a presença de uma pessoa que trabalha para a família e cuida da(s) criança(s) em períodos específicos e tende a se agravar quando se conta com o auxílio de parentes que não seguem as orientações e “deseducam” em quesitos que podem comprometer a árdua tarefa de formar adultos éticos, responsáveis e educados.</p>
<p>A convergência entre as opiniões e a conduta dos pais (casados ou separados!) sobre as principais questões e valores ligados à criação dos filhos é a mais crucial para que a criança tenha clareza sobre quais comportamentos e atitudes se esperam dela. Entretanto, interferências indevidas podem atrapalhar, sim, a consolidação do processo educativo se não forem bem discutidas e compreendidas por todos os envolvidos &#8211; os pais, os parentes, funcionários e a(s) criança(s).</p>
<p>Se uma funcionária, mesmo com risco de perder o emprego, por vezes não cumpre com o que foi combinado com os pais da criança e sucumbe às suas próprias conveniências e opiniões, os avós, tios ou outros parentes que se dispõem a cuidar de nossos filhos, com muita mais frequência do que gostamos de admitir e tentar resolver, se acham no direito de praticar ações, ou contradizer ordens por sentirem a autoridade de quem, afinal, está “desempenhando seu papel” junto à educação da criança que também lhes é muito querida.</p>
<p>Muitos fazem isso com legítimo espírito de colaboração e pensando no bem estar da criança, pois acham que têm experiência e que o que acontece está correto e em ocasiões que normalmente são consideradas “excepcionais”.</p>
<p>Ocorre que mesmo os pequenos gestos podem gerar conflitos e criar para a criança o melhor dos mundos: ela só obedece a quem exige na forma e aquilo que ela achar mais conveniente! Ou seja, ela rapidamente (e as crianças fazem isso desde a mais tenra idade) reconhece o espaço de luta de poder e “usa” a fragilidade dessas relações para optar pelo comportamento cujo reforço for mais positivo para ela. Isso não educa, deseduca!</p>
<p>A primeira e principal orientação, é claro, deve ser o estabelecimento de um diálogo claro e permanente entre as partes que cuidam da criança de forma que todos possam colocar franca, objetiva e imparcialmente seus valores e seus pontos de vistas, e, em especial, a razão que justifica cada posição assumida.</p>
<p>A partir desse diálogo, é preciso estabelecer as condições para que todos os ângulos e visões apresentados sobre o problema possam ser analisados (já que os pais, inclusive, podem estar enganados na condução daquele assunto e podem rever sua posição) e isso deveria ajudar a elucidar qual seria a melhor conduta a tomar nesse tipo de caso, e, a partir do que ficasse acertado, todos deveriam agir em conformidade sempre visando o <span style="text-decoration: underline;">bem da própria criança.</span></p>
<p>Infelizmente, a solução do diálogo &#8211; que parece a mais simples &#8211; nem sempre surte resultado, até porque pode haver um conflito real de visão de mundo e de como devem ser criados os filhos.</p>
<p>Sabemos que esse diálogo maduro e produtivo nem sempre ocorre porque algumas vezes o espaço familiar também é um espaço de luta de poder e de afirmação de convicções que podem esconder, algumas vezes, outros problemas adjacentes ou por trás dessas pequenas “rebeldias”, ou “escorregões”, pois quando a relação entre pais e avós da criança, para citar um exemplo, é saudável, uma conversa franca e orientadora deveria ser suficiente.</p>
<p>Se pensarmos com isenção e frieza e percebermos que o diálogo até existe, mas não está convergindo, ou que há uma aceitação na hora da discussão, mas depois os comportamentos não correspondem ao que foi combinado e há recaídas amplas e constantes, restam 2 opções aos pais:</p>
<p>Primeira opção: quando a criança já tem idade para entender a situação, é preciso esclarecer com a criança que há, sim, um conflito de visões (mantendo o exemplo) entre os pais e os avós (nesse caso é importante mostrar que pai e mãe pensam igual), mas que deve prevalecer &#8211; sempre &#8211; o que os pais determinam, ficando a criança prevenida que os pais têm a última palavra sobre a criação dela e que ela deve.</p>
<p>Isso significa que, por exemplo, mesmo isentada pelos avós de cumprir o que os pais determinaram, atender ao que os pais decidiram (e que ela diga aos avós que vai fazer o que os pais mandaram) e que isso não se dá somente na esfera familiar, mas em todos os demais ambientes que ela frequenta.</p>
<p>Ou seja, mesmo que um dos avós diga que fará de outro modo certa coisa, ou que permite algo que foi explicitamente vetado pelos pais, será a criança quem deve avisar que vai atender ao que foi determinado a ela, mostrando assim que está agindo de forma  responsável e obediente!</p>
<p>Se for preciso, some-se a isso a indicação de uma punição clara à criança caso ela descumpra o que foi com ela combinado. A punição e o motivo devem ser comunicados aos avós, para que eles saibam que, ao contrair o que os pais estabelecem, será a criança quem acabará, infelizmente, por sofrer as consequências.</p>
<p>Segunda opção: os pais prescindirem da ajuda dos parentes, afinal, ninguém pode se sentir obrigado a ajudar e a manter comportamentos dos quais discorda! Esse é o preço a pagar quando alguém se utiliza de apoios externos que divergem de sua orientação. Se nada funciona, se abre mão da exigência, ou se abre mão da ajuda!</p>
<p>Os pais devem conversar bastante, analisar se o conflito é realmente incontornável e, juntos, decidirem qual o melhor caminho a seguir.</p>
<p>Essas duas opções valem também para empregadas, terceiros, amigos e em qualquer outro ambiente de convivência da criança.</p>
<p>&nbsp;<!--:--></p>
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		<item>
		<title>We are no so good in PISAVamos muito mal no PISA: Post 53</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Dec 2012 17:43:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Mundo social e político]]></category>
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		<category><![CDATA[Escola dos bárbaros]]></category>
		<category><![CDATA[PISA]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Lobo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; Vamos muito mal no PISA: Post 53 Infelizmente nosso país insiste em olhar o &#8220;copo&#8221; da nossa Educação e, ao invés de vê-lo meio vazio, sempre considera que está meio cheio! Quando se fala dos péssimos resultados nos exames internacionais da educação básica, usa-se argumentos de que os exames não são adequados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--:de-->&nbsp;</p>
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<p style="text-align: center;">Vamos muito mal no PISA: Post 53</p>
<p style="text-align: left;">Infelizmente nosso país insiste em olhar o &#8220;copo&#8221; da nossa Educação e, ao invés de vê-lo meio vazio, sempre considera que está meio cheio! Quando se fala dos péssimos resultados nos exames internacionais da educação básica, usa-se argumentos de que os exames não são adequados para nós, que o Brasil &#8211; diferentemente do que aconteceu com os países pioneiros na adesão ao exame &#8211; não teve chance de escolher as suas melhores escolas para participar etc. Quando interessa correm dizer que nosso desempenho melhorou!<br />
Não adianta dourar a pílula: vamos muito mal mesmo na nossa educação, em TODOS os níveis, e nosso avanço é de formiga, nem de tartaruga, ainda mais quando sabemos que nossa economia está entre as 10 maiores do mundo e nossa educação básica fica lá pelos últimos 50 lugares!<br />
O pior é que não adianta se iludir, pois como disse Roberto Lobo, meu marido, em seu artigo que reproduzo abaixo e que saiu na Folha de São Paulo, é hora de sabermos se não temos &#8220;Escolas de Bárbaros&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>                              A ESCOLA DOS BÁRBAROS</strong></p>
<p align="right"><strong>Roberto Leal Lobo e Silva Filho</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A imprensa vem denunciando de forma crescente a violência que está se instalando em nossas escolas, ameaçando e desmotivando professores e gestores.</p>
<p>Pais e filhos acham que a escola não pode contrariar os estudantes ou exigir desempenho. Também há graves problemas no seio das famílias que não conseguem impor limites aos filhos (quando não são os próprios pais que não sabem cumprir limites) e isso se espraia para a sala de aula.</p>
<p>Esse problema que está se tornando quase epidêmico no Brasil não é desconhecido em outros países.</p>
<p>Se você está preocupado, ou inconformado com essa situação e se gosta de ler escritores bem radicais, então o livro “A Escola dos Bárbaros”<a title="" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Maria%20Beatriz/Meus%20documentos/Artigos%20e%20entrevistas/escola%20dos%20b%C3%A1rbaros%20final.docx#_ftn1">[1]</a> merece ser lido.</p>
<p>Esse livro foi publicado por duas professoras francesas e trata do que elas consideram a degradação das escolas naquele país no final da década de 80.</p>
<p>As autoras consideram que a falta de disciplina nas escolas reflete uma sociedade que “adota o prazer como o ideal, em todas as direções e, para quem, o objetivo da civilização é <em>se divertir sem limites</em>”.  Afirmam que, por isso, “todos os meios da educação atual tendem a um único resultado: prolongar, indefinidamente, o estado de infância intelectual, social, moral e bloquear todas as vias que conduzem à idade adulta”.</p>
<p>Além disso, defendem a tese de que “é uma enganação afirmar que a inaptidão para expressar-se, que a ignorância crassa em história, em geografia, em literatura e a incapacidade em seguir um raciocínio elementar sejam o preço necessário do progresso da cultura das massas e correspondam a escolhas positivas da sociedade moderna”.</p>
<p>Elas denunciam que, sob o pretexto de instaurar na escola a igualdade real, chega-se, inexoravelmente, a aniquilar a própria instituição e que a prioridade pela democratização não é, em si mesmo, a responsável pela atual catástrofe, pois é possível imaginar uma escola de massa eficaz.</p>
<p>Se você concordar com elas vai se deleitar, ainda, com a crítica que afirma “que a ambição da igualdade a todo preço desencoraja o esforço de aprender, tipicamente individual, substituindo-o por práticas extracurriculares ou de posturas críticas fáceis e sem conteúdo, nivelando por baixo”.</p>
<p>Além dessas teses, as autoras criticam, com muita dureza, pedagogos, professores, administradores, sindicatos de professores, a nova geração de pais e, principalmente, as ideologias que banalizaram o ensino, que criaram sindicatos que defendem a mediocridade e o corporativismo, desestimulando o trabalho e o esforço individual, e denunciam a visão simplista de que as soluções tecnológicas e o aumento dos orçamentos podem resolver todos os males que afligem o ensino básico.</p>
<p>Se você tiver o equilíbrio de separar o que as autoras criticam na escola da visão por vezes muito radical e pouco generosa das mesmas &#8211; como a crítica ácida em relação às tentativas de se diminuir as injustiças da sociedade e de implantar a democratização do acesso de todos à educação, que são muitas vezes bem intencionadas, mesmo que mal sucedidas &#8211; este livro, apesar de sobrecarregado de adjetivos, pode ser útil na reformulação das atuais tendências do ensino no Brasil.</p>
<p>A destruição de alguns paradigmas &#8211; como a qualidade universal do trabalho em grupo, a “postura crítica” sobreposta ao conhecimento e à análise erudita, a frouxidão e a permissividade substituindo a disciplina e a cobrança, a prioridade das atividades “sociais” em detrimento do estudo persistente, a valorização dos pesquisadores de banalidades, a ênfase nas metodologias ao invés dos conteúdos &#8211; é bem costurada e vale uma reflexão, como tudo o que é discutido neste livro polêmico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><br clear="all" /></p>
<hr align="left" size="1" width="33%" />
<div>
<p><a title="" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Maria%20Beatriz/Meus%20documentos/Artigos%20e%20entrevistas/escola%20dos%20b%C3%A1rbaros%20final.docx#_ftnref1">[1]</a> “A Escola dos Bárbaros”, Isabelle Stal e Françoise Thom, T.ª Queiroz Editor, Ltda., São Paulo, 1991</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
<p><!--:--></p>
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		<title>Seedorf tem razão e não é só no futebol! Post 52</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Oct 2012 14:34:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Educação em Geral e Ensino Superior]]></category>
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		<category><![CDATA[nossa sociedade não se esforça]]></category>
		<category><![CDATA[o jogador brasileiro é folgado]]></category>
		<category><![CDATA[Seedorf]]></category>

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		<description><![CDATA[SEEDORF TEM RAZÃO E NÃO É SÓ NO FUTEBOL! Post 52 Precisou vir ao Brasil um jogador holandês, com 36 anos, para dizer o que todos já sabiam e fingiam não ver: os jogadores brasileiros são folgados! Ou seja, ele falou de jogadores profissionais, a minoria privilegiada que está com contrato com grandes clubes e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>SEEDORF TEM RAZÃO E NÃO É SÓ NO FUTEBOL! </strong></p>
<p align="center"><strong>Post 52</strong></p>
<p>Precisou vir ao Brasil um jogador holandês, com 36 anos, para dizer o que todos já sabiam e fingiam não ver: os jogadores brasileiros são folgados!</p>
<p>Ou seja, ele falou de jogadores profissionais, a minoria privilegiada que está com contrato com grandes clubes e recebendo muito bem, mas isso se repete em outros times.</p>
<p>Os jogadores brincam com tudo e por tudo, treinam muito pouco e sem dedicação, não levam a sério momentos importantes do jogo, enfim tudo que envergonha um esporte que é a paixão nacional!</p>
<p>Entretanto, é preciso ouvir treinadores de outros países e de outros esportes, que sabem que quase todos os nossos atletas, em geral, treinam pouco. Essa é a verdade com poucas exceções, e não é só no futebol, o que justifica, em parte, o nosso fracasso eterno nos jogos olímpicos comparado com nosso poderio econômico.</p>
<p>Ocorre que esta constatação feita pelo jogador holandês há muito tempo já foi alvo de artigos, comentários, livros e conversas entre pessoas sérias que – deixando de lado o ufanismo brasileiro e o politicamente correto – tiveram a coragem de apontar que, ao contrário do que se prega, a maioria da população não é dedicada, trabalhadora e disposta a lutar por um melhor lugar ao sol. Essa é, infelizmente, a minoria.</p>
<p>Nosso povo vem, desde os primórdios de sua formação após o descobrimento, lutando contra o que Nelson Rodrigues chamou de “complexo de vira-latas”, uma “malemolência”, um “jeitinho” que não trouxeram e não trarão nenhum benefício para nós, pois a educação brasileira não ajuda, nem a justiça, nem a cultura de nossa sociedade.</p>
<p>As famílias cobram pouco de seus filhos e de si mesmas. Temos aí o exemplo dos programas sociais do governo: justos para uma melhor distribuição de renda, mas que faz com que muitos queiram abandonar a chance de um emprego de carteira assinada para manter os benefícios do governo ou o seguro desemprego!</p>
<p>Para manter a imagem de povo feliz, vivemos de festa em festa, carnaval e futebol, pão e circo, o que parece nos bastar em termos de ambição de futuro (afinal aparecemos sempre como um povo dos mais felizes, mesmo com tantas mazelas). Quase todos fazem o mínimo indispensável para ver se alguém ou algum grupo dá conta do recado por eles. É a minoria tentando carregar a maioria e isso não pode dar certo!</p>
<p>Vejam os exemplos dos países que se desenvolveram, nos quais a sociedade como um todo é mais rigorosa na cobrança de desempenho em todas as atividades.</p>
<p>Até o Neymar reclamou dos colegas que colocam em suas costas as responsabilidades e ficam “olhando” ele fazer seus dribles sem ajudá-lo.</p>
<p>Uso o futebol para colocar meu ponto de vista porque, afinal, parece ser a única língua que o povo entende!</p>
<p style="text-align: center;" align="right">
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		<title>Sobre meus Vídeos Impertinentes</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Jun 2012 00:53:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amor e sexo]]></category>
		<category><![CDATA[Assuntos Gerais e Atualidades]]></category>
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		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
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		<category><![CDATA[problemas]]></category>
		<category><![CDATA[reflexões]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos impertinentes]]></category>

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		<description><![CDATA[Para os meus leitores que não tem interface com meu Facebook, ou que não constam de minha lista de e-mails, eu gostaria de avisar que há algumas semanas atrás comecei a postar no Youtube uma série de pequenos vídeos amadores, gravados aqui mesmo em nosso auditório, com câmera de turista e de improviso, mas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para os meus leitores que não tem interface com meu Facebook, ou que não constam de minha lista de e-mails, eu gostaria de avisar que há algumas semanas atrás comecei a postar no Youtube uma série de pequenos vídeos amadores, gravados aqui mesmo em nosso auditório, com câmera de turista e de improviso, mas que mesmo assim são peças de objetivos nobres: apresentar opiniões e pontos de vista nosos sobre assuntos importantes, de forma corajosa e sem compromisso político ou de agradar ninguém e, por isso, chamam-se &#8220;Vídeos Impertinentes&#8221;.<br />
Quero apenas ter o direito de expressar minha opinião, fazer críticas, desabafos, apontar outros prismas que podem e devem ser considerados sobre os mais variados assuntos. Quem assistiu dizem que muitos deles, além de terem vários argumentos corretos, reflexões e histórias verdadeiras e adequadas, são bem engraçados, já que eu &#8220;boto mesmo pra quebrar!&#8221;.<br />
Apesar de 88% de meus leitores serem de outros países e não falarem português (pois usam a ferramento do Google Tradutor), mesmo os Vídeos Impertinentes sendo também em português, gostaria que mais pessoas tivessem acesso a eles e, talvez, lá na frente, até alguns sejam traduzidos, ganhem legenda e sejam compartilhados também em outras línguas, pois muitos assuntos tratados são universais e não dizem respeito só aos problemas e questões do Brasil.<br />
Os Vídeos Impertinentes são numerados, (para que todos possam ir assitindo paulatinamente sabendo quais já viram) e já estão na casa dos mais de 30.  Hoje (menos de um mês que comecei) eles já tem, no conjunto, mais de mil acessos.<br />
Espero que façam o mesmo sucesso deste Blog que já está chegando na marca de 75 mil Hits de acordo com o programa &#8220;Counterize&#8221; do WordPress.<br />
Obrigada a todos porque isso é para vocês e por vocês!</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Dez Mandamentos para Fazer de seu Filho um Provável Delinquente! Post 47</title>
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		<pubDate>Sat, 12 May 2012 19:02:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação em Geral e Ensino Superior]]></category>
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		<category><![CDATA[Como criar um delinquente]]></category>
		<category><![CDATA[faça tudo o que seu filho pedir]]></category>
		<category><![CDATA[meus filhos são perfeitos]]></category>
		<category><![CDATA[não faça-o chorar agora para todos chorarem lá na frete]]></category>
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		<description><![CDATA[Dez Mandamentos para Fazer de seu Filho um Provável Delinquente! Post 47  Não quero ser a dona da verdade, nem ofender a quem tem algumas dessas atitudes, ou comportamentos, mas pretendo, com esta lista, alertar pais, filhos e a sociedade para situações que favorecem, e muito, a criação inadequada dos filhos. Quando não se toma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>Dez Mandamentos para Fazer de seu Filho um Provável Delinquente!</strong></p>
<p align="center"><strong>Post 47</strong> </p>
<p>Não quero ser a dona da verdade, nem ofender a quem tem algumas dessas atitudes, ou comportamentos, mas pretendo, com esta lista, alertar pais, filhos e a sociedade para situações que favorecem, e muito, a criação inadequada dos filhos.<br />
Quando não se toma cuidado com isso, depois, lá na frente, é possível prever um triste destino: para o próprio filho, para quem os criou e para a sociedade como um todo.<br />
Muito cuidado, pois por aqui há muita gente se empenhando em seguir vários desses mandamentos com seu (sua) (seus) filho (a) (s).<br />
1-    Nunca diga “não” a seu filho. Não negue nada a ele e permita que ele faça tudo o que quiser e tiver vontade, independentemente da hora, de quem, de onde e o que ele quer fazer;<br />
2-    Dê razão a ele sempre e em todos os momentos em que ele tiver algum conflito, inclusive em família e ouça/acredite apenas na versão que ele lhe apresentar;<br />
3-    Abasteça-o com todos os mimos e bens materiais que ele sonha ter e até com os que ele não sonha, pois ele sempre merece e deve ter de tudo do bom e do melhor e não o faça esperar para ter as coisas, mesmo que não sejam necessárias, ou você não tenha condições de arcar com essas despesas;<br />
4-    Não o recrimine, desautorize ou reclame quando ele maltratar pessoas (parentes, amigos, empregados ou desconhecidos), animais (dele, dos outros ou encontrados na rua) ou coisas (dele, suas, da família, dos outros ou do patrimônio público);<br />
5-    Dê a ele sempre boas quantias de dinheiro para uso livre e, quando ele contrair dívidas, apresse-se em pagá-las em seu lugar;<br />
6-    Nunca cobre dele qualquer esforço físico, bom desempenho ou comportamento adequado e acoberte de todos, inclusive do seu conjunge, todas as falhas, erros e injustiças que ele venha a cometer;<br />
7-    Poupe-o de tudo e nunca exija que ele se sacrifique ou faça algo pelo bem estar da família, pois em casa ele deve se sentir como um hóspede de luxo e, se ele fizer pelo menos a obrigação mínima que se espera dele, pague pelo “serviço”;<br />
8-    Valorize e demonstre que apenas as coisas materiais, o sucesso a qualquer custo e o status das pessoas são importantes e menospreze a todos e a tudo que se refira a comportamentos éticos, honestos, frutos de esforço, trabalho ou dedicação;<br />
9-    Considere-o uma pessoa perfeita e exprima sempre sua admiração e reconhecimento em todas as ocasiões e com todas as pessoas, mesmo que isso não seja verdade, ou ele não mereça;<br />
10- Por fim, nunca o deixe esquecer que seu amor incondicional significa que você sempre o perdoará, haja o que houver, e que nunca ele será punido por seus erros, sejam eles quais forem e contra quem forem, se preciso assuma, inclusive, a culpa no lugar dele e seja inimiga de todas as pessoas de quem ele não gosta, ou que tiverem a petulância de criticá-lo, pois ele é o SEU filho querido!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A desculpa do meio ambiente para repassar os custos aos clientes! Post 46</title>
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		<pubDate>Mon, 07 May 2012 02:13:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais e Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Educação em Geral e Ensino Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo social e político]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[politicamente correto mas às nossas custas]]></category>
		<category><![CDATA[repassando custos aos clientes]]></category>
		<category><![CDATA[sacolas de plástico]]></category>

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		<description><![CDATA[A desculpa do meio ambiente para repassar os custos aos clientes! Post 46 Por favor, ambientalistas de plantão, não quero diminuir a importância da contribuição de todos para a melhoria das condições do planeta. Nem pensar! Temos todos que cuidar do meio ambiente sim, mas a história das sacolinhas de plástico nos supermercados de São [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>A desculpa do meio ambiente para repassar os custos aos clientes!</strong></p>
<p align="center"><strong>Post 46</strong></p>
<p>Por favor, ambientalistas de plantão, não quero diminuir a importância da contribuição de todos para a melhoria das condições do planeta. Nem pensar! Temos todos que cuidar do meio ambiente sim, mas a história das sacolinhas de plástico nos supermercados de São Paulo é de deixar a gente roxa de raiva!<br />
- Primeiro: sim, quem tem, ou deseja usar embalagens próprias retornáveis para fazer suas compras, beleza!<br />
- Segundo: Eu não ando no meu carro com dezenas de sacolas próprias para fazer, por exemplo, uma compra de mês! Acho bárbaro que se queira substituir as sacolas de plástico por outras que não agridam o meio ambiente, mas aí você chega no supermercado e escuta a frase: a senhora trouxe as suas sacolas? É claro que não! Tenho 2 carrinhos de compras e não há sacolas que eu saiba (de antemão) que serão suficientes para cada tipo de compra, ainda mais do tamanho da compra que eu fiz.<br />
Aí vem a armadilha: o supermercado não tem mais sacola de plástico, mas tem para VENDER as sacolas “ambientalmente” mais corretas, no caso a 0,49 centavos cada!<br />
Perdi as estribeiras: falei com a caixa que a OBRIGAÇÃO de quem vende é propiciar a embalagem que permita ao cliente levar as compras para casa. Aí levei um sermão: que os países mais desenvolvidos fazem a mesma coisa que eles estão fazendo! Eu perguntei que países ela já tinha conhecido para fazer tamanha e tão categórica afirmação e sei que a resposta é claro que nenhum!<br />
Expliquei a ela e ao ajudante que fazia os pacotes que essa “lavagem cerebral” que fizeram neles, com este discurso para tentar deixar a gente de saia curta não pega em pessoas mais esclarecidas que viajam pelo mundo e está baseada em uma verdade parcial dos fatos.<br />
Muitos cidadãos de outros países usam mesmo sacolas próprias para levar e pequena compra do dia a dia, mas quando não, na maioria dos países desenvolvidos, <span style="text-decoration: underline;">é a empresa que fornece as embalagens</span> e a <span style="text-decoration: underline;">empresa que quer ser ambientalmente responsável é quem fornece as embalagens ecológicas</span> <span style="text-decoration: underline;">sem repassar esse custo aos clientes</span>!<br />
De nada adiantou: são soldados de uma causa que vai suprimindo aos poucos os próprios empregos deles, porque em algum momento alguns supermercados vão dar as sacolas “corretas” de graça e a concorrência vai prevalecer, as vendas dos demais vai subir, as deles cair e são esses coitados (caixas, pacoteiros etc) bom de discursos é quem vão para a rua!<br />
Expliquei a eles que entendia a política, mas não como uma obrigação compulsória e que não sairia de lá sem minhas compras e não compraria porcaria nenhuma de sacolinhas (inclusive para o supermercado ganha dinheiro em cima dessa venda, também, porque todos sabem que ganham sim!).<br />
Aí veio a solução genial! As caixas de papelão! Dezenas delas (como se não fossem também uma agressão ao meio ambiente pelo corte de árvores, processos de tratamento de água etc). Devo ter levado junto milhões de carunchos, baratas e outros insetos ou pragas para casa.<br />
Perguntei a ela como se sentia com as reclamações que recebia e ela me disse outra pérola: a senhora deveria reclamar com o dono do supermercado!<br />
Eu rapidamente respondi: Quem? Aquele que fala com Deus? Ele está aqui para nos ouvir, nós os comuns mortais?<br />
Se estivesse eu diria: põe a mão no bolso para bancar sua ação de marketing política correta que só repassa ao seu cliente os custos que são seus!</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Alcançamos a marca de 50 mil Hits! Post 44</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 16:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amor e sexo]]></category>
		<category><![CDATA[Assuntos Gerais e Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Educação em Geral e Ensino Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo social e político]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos e família]]></category>
		<category><![CDATA[1.500 comentários]]></category>
		<category><![CDATA[10 mil visitantes]]></category>
		<category><![CDATA[Blog chega a 50 mil hits]]></category>
		<category><![CDATA[há espaço para quem quer divulgar boas idéias e pontos de vista]]></category>
		<category><![CDATA[obrigada aos leitores e blogueiros]]></category>

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		<description><![CDATA[Aos meus queridos leitores/blogueiros, quero enviar esta mensagem de júbilo e agradecimento por termos atingido a marca de 50.000 Hits de quase 10 mil visitantes de mais de 50 países que postaram mais de 1.500 comentários distribuídos nos 44 posts que tenho no Blog até o momento. O campeão das visitas do Blog são os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aos meus queridos leitores/blogueiros, quero enviar esta mensagem de júbilo e agradecimento por termos atingido a marca de 50.000 Hits de quase 10 mil visitantes de mais de 50 países que postaram mais de 1.500 comentários distribuídos nos 44 posts que tenho no Blog até o momento.<br />
O campeão das visitas do Blog são os Estados Unidos com cerca de 43% do total. O Brasil hoje responde por cerca de 10% das visitas, seguido pela Alemanha com 8%, Reino Unido com 6% e França e Polônia empatadas com 4%.<br />
Estes são dados do programa estatístico da plataforma WordPress na qual meu Blog foi construído e representam uma marca importante para um Blog em português, que possui textos longos e reflexivos.<br />
Os comentários que foram postados (a imensa maioria em inglês) são muito elogiosos, mas espero ainda aumentar mais o contingente de visitas e comentários, em especial dos meus conterrâneos brasileiros.<br />
Os números mostram que há espaço para quem pretende ajudar a discutir e introduzir novos pontos de vista sobre os mais variados assuntos. No meu caso, os posts do Blog são baseados em minha experiência profissional como educadora, gestora universitária, psicóloga e, sobretudo, como mulher, mãe, esposa e cidadã.<br />
Obrigada e vamos em frente!<strong></strong></p>
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