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	<title>Blog de Maria Beatriz de Carvalho Melo Lobo &#187; Assuntos Gerais e Atualidades</title>
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	<description>Bia Lobo</description>
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		<title>150 mil entradas de 25 mil visitantes neste Blog! Obrigada a todos!</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Feb 2014 13:57:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais e Atualidades]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; Gostaria de agradecer a todos que visitaram meu Blog (www.mbeatrizlobo.com.br) e comemorar com vocês 150 mil entradas de 25 mil diferentes visitantes! Mais de 40% são americanos, mas temos visitas de mais de 100 países. Cerca de 10% são brasileiros! Realmente uma marca a comemorar. Abraço a todos!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--:de-->&nbsp;</p>
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<p><!--:--><!--:pt-->Gostaria de agradecer a todos que visitaram meu Blog (www.mbeatrizlobo.com.br) e comemorar com vocês 150 mil entradas de 25 mil diferentes visitantes! Mais de 40% são americanos, mas temos visitas de mais de 100 países. Cerca de 10% são brasileiros! Realmente uma marca a comemorar. Abraço a todos!<!--:--></p>
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		<title>A eleição de gestores confundida com democracia nas IES privadas precisa ser desmascarada! &#8211; Post 62</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Nov 2013 20:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais e Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Educação em Geral e Ensino Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo social e político]]></category>
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		<category><![CDATA[Eleições]]></category>
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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; A eleição de gestores confundida com democracia nas IES privadas precisa ser desmascarada! Post 62 A preocupação com a preservação do “caráter democrático da gestão” permanece em muitos Regimentos de Instituições de Ensino Superior  (IES), por isso é importante salientar que, infelizmente, esta questão tem sido muito mal entendida no Brasil, nas [...]]]></description>
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<p style="text-align: center;"><strong><em>A eleição de gestores confundida com democracia nas IES privadas precisa ser desmascarada!</em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Post 62</strong></p>
<p>A preocupação com a preservação do “caráter democrático da gestão” permanece em muitos Regimentos de Instituições de Ensino Superior  (IES), por isso é importante salientar que, infelizmente, esta questão tem sido muito mal entendida no Brasil, nas IES em geral.</p>
<p>A democracia como regime de governo pressupõe a forma de escolha de dirigentes e para quem eles trabalham.</p>
<p>Nas IES, apesar de ser uma reivindicação dos estudantes cada vez mais frequente (e mais atendida), confunde-se democracia com necessidade de participação, uma vez que, em uma IES, a vontade do “povo” não representa, necessariamente, o que é melhor para a Instituição e para o próprio “povo”.</p>
<p>Aliás, para quem uma IES deve ser governada? Quem são os habilitados para tomar decisões e em que níveis?</p>
<p>A melhor decisão difere, muito provavelmente, do que pensa, isoladamente, o conjunto de alunos, ou do que pensa, isoladamente, o conjunto de professores.</p>
<p>Também não é a forma mais comum de governo de uma IES, em razão de sua própria organização administrativa (se pública, ou privada), ou seja, de quem responde, em última instância pelos seus resultados.</p>
<p>Com certeza, se um dia uma IES particular viesse a falir, não seriam os docentes, ou os alunos, nem mesmo os funcionários que responderiam pelos passivos, mas os proprietários, razão pela qual nas organizações com donos não há gestão democrática.</p>
<p>Se fosse uma cooperativa, quem entrou com seus bens para criar a IES responderia por suas contas!</p>
<p>Nas IES cuja mantenedora é uma Fundação, o problema fica ainda mais agudo, pois muitas vezes se confunde, equivocadamente, com uma IES pública! Mantido o caráter público que o serviço educacional possui (mesmo que realizado em qualquer tipo de organização), são os Conselheiros e a gestão da Fundação que respondem legalmente pela IES.</p>
<p>Como uma instituição acadêmica, uma IES se difere de governos municipais, estaduais e federais porque precisa defender não só a meritocracia, como garantir os melhores meios para que seus resultados (acadêmicos, administrativos e financeiros) sejam cada vez mais adequados, o que exige uma gestão experiente e comprometida com os resultados institucionais, com o que for melhor para a Instituição, não para grupos, segmentos ou facções.</p>
<p>Como uma IES tem a característica intrínseca de lidar com processos que exigem engajamento dos envolvidos, para que se possa obter os melhores e mais adequados resultados, também não se pode falar da gestão de um chão de fábrica, já que é possível encontrar lá na sala de aula, profissionais, ou alunos que conheçam até mais sobre determinados assuntos que os membros da direção.</p>
<p>Desta forma, uma IES precisa garantir não a democracia em sua gestão (mesmo porque não há nenhuma comprovação científica de que gestão democrática traz melhores resultados até que uma gestão ditatorial e vitalícia!), mas que seus integrantes possam ouvir e serem ouvidos, pois há massa crítica que pode ajudar, e muito, a melhor a gestão e os próprios resultados institucionais e setoriais.</p>
<p>Assim como verificamos que entre as 50 melhores instituições do mundo não há gestão democrática, sabemos também que sem uma participação organizada e adequada (ao que conhece e ao que deseja cada segmento) dos membros da comunidade interna (e externa em muitos casos!) as IES pouco avançam e, pior, pouco se integra e se envolve com os seus problemas e as soluções possíveis e decorrentes de ações que são necessárias, mas que nem sempre nascem ou tem apoio de grupos por elas atingidos!</p>
<p>A maioria das IES que não são particulares tem um processo de escolha de Reitor e Vice- reitor, ou Direção Geral e Vice-Diretor em eleição por chapa, que se mantida (acreditamos que será pois é um assunto altamente explosivo), ainda pode ser aprimorada.</p>
<p>Citamos como exemplo a explicitação de mecanismos de discussão dos planos de gestão dos candidatos, condições de dedicação real ao cargo e de uma melhor definição por parte da Entidade Mantenedora do perfil que deseja para a gestão de suas mantidas, o que é um direito inalienável da Mantenedora.</p>
<p>Também a introdução clara de fatores impeditivos de candidaturas e mecanismos de afastamento e destituição dos gestores eleitos nos Regimentos das IES (derivados do que a Mantenedora introduzir em seu Estatuto, ou aprovar para as suas mantidas), ajudariam muito a aumentar o grau de comprometimento e de cobrança de resultados adequados (acadêmicos, administrativos e financeiros) e, paralelamente, a diminuir a influência politica nos processos de gestão que sempre é considerada por muitos altamente nefasta nessas instituições como um todo, incluindo suas superestruturas como Hospitais, Colégios etc.</p>
<p>Por outro lado, não constam nos Regimentos praticamente, outras estruturas e mecanismos adequados a uma maior participação dos diferentes segmentos, mesmo que em caráter consultivo (em muitos casos, mais adequado), como comitês e comissões que apoiem a decisão dos gestores e ampliem a discussão de problemas multifuncionais.</p>
<p>Uma revisão regimental deveria contribuir para que isso seja implementado, assim como permitiria uma maior participação (também consultiva, mas oficial e em fóruns apropriados) nas grandes questões estratégicas e de enlace com a comunidade regional sem ser a participação de membros externos nos Conselhos Superiores das IES, como hoje existe (comum, mas altamente desaconselhável diante da natureza dos assuntos tratados nos órgãos máximos colegiados das IES).</p>
<p>Finalizando esta questão, lembramos que, em nenhum momento nos Regimentos se deve usar a expressão “concurso público” para ingresso de docentes , conceito altamente usado na fala dos gestores e docentes das IES não particulares e que representa, inclusive, um passivo jurídico importante, uma vez que não há que se falar nem de concurso público, nem de empenho, nem mesmo de licitação, processos esses restritos às instituições públicas!<!--:--></p>
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		<title>LUGARES DE CLASSE E FAMÍLIAS SEM CLASSE! POST 60</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Apr 2013 18:44:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais e Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos e família]]></category>
		<category><![CDATA[COMO CRIAR OS FILHJOS]]></category>
		<category><![CDATA[CRIANÇAS EM RESTAURANTES]]></category>
		<category><![CDATA[FALTA DE EDUCAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[Os pais de hoje]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; POST 60 LUGARES DE CLASSE E FAMÍLIAS SEM CLASSE   O título pode parecer agressivo, mas acreditem, foi o mais leve que me veio à cabeça&#8230; Não quero generalizar, nem posso, mas tenho certeza que ao ler este artigo, muitos vão se recordar de várias passagens semelhantes que acontecem toda hora, mas [...]]]></description>
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<p align="center"><strong>POST 60</strong></p>
<p align="center"><strong>LUGARES DE CLASSE E FAMÍLIAS SEM CLASSE</strong></p>
<p align="center"> <strong></strong></p>
<p>O título pode parecer agressivo, mas acreditem, foi o mais leve que me veio à cabeça&#8230;</p>
<p>Não quero generalizar, nem posso, mas tenho certeza que ao ler este artigo, muitos vão se recordar de várias passagens semelhantes que acontecem toda hora, mas como diz o título, também em lugares finos e é para isso que eu quero chamar a atenção, pois dinheiro e educação não andam necessariamente juntos!</p>
<p>Passei a tarde do último domingo em um dos mais luxuosos shoppings de São Paulo. O horário avançado (15h30) e a lotação dos restaurantes já me chamaram a atenção. Pensei que, como nós, vários casais haviam transformado o almoço em “almojanta”, mas a quantidade de crianças indicava que deve mesmo haver algo muito errado em pais que levam crianças para almoçar quase no final da tarde&#8230;fazendo prevalecer os seus horários e não os horários corretos para elas!</p>
<p>Por serem mais requintados são exatamente os lugares que mais exigem certa finura de postura, um tom de voz mais baixo nas conversas, um paladar um pouco mais refinado, enfim, lugares para adultos! Mas, como dizem: se temos dinheiro para pagar, o lugar está na moda, por que não podemos levar os pimpolhos e nos privar deste prazer?</p>
<p>Crianças pequenas, desde bebês começando a andar e as maiorzinhas de 5, 6, até 10 anos, a maioria já estava naquela impaciência por causa da demora, da fome, sono ou cansaço, sei lá, pode ser até por desadequação dos ambientes que não foram feitos para crianças!</p>
<p>Não podia dar outra: algumas aos berros, outras brincando de pega-pega esbarrando nos outros ou derrubando coisas, outras fazendo malcriação, manha, com chupeta na boca, fralda na mão, grito fino e agudo querendo chamar a atenção e, pior, conseguindo!</p>
<p>Não há como não reparar mais atentamente como os pais se tornaram verdadeiros reféns dos filhos, em especial dos caçulas.</p>
<p>Problemas oriundos dos novos arranjos familiares decorrentes de casais separados que geraram “madrastas de mãe viva, ou padrastos de pai vivo” – afinal o que a mulher do pai é da filha dele quando a mãe dela é viva? Ou vice-versa? &#8211; tentando conquistar (porque controlar já desistiram há muito tempo) a criança com aquelas frases absurdas do tipo “se você não ficar quietinha vou chamar o garçom”, ou “você não pode ficar sem comer nada, coma pelo menos um pouquinho deste brigadeirão!”.</p>
<p>Sem falar naquelas crianças quase tiranas gritando, mandando os pais calarem a boca, ou agredindo-os verbal e fisicamente, recebendo em troca um riso sem graça e uma lição inspirada na <em>supernany, mas</em> sem qualquer adaptação àquela situação caótica e vexatória!</p>
<p>Contei 80% de crianças com mais de 4 anos, todas com smartphones, freneticamente mergulhadas em joguinhos e outros mimos, os pais sem conversar, e quando tentam entabular qualquer assunto recebem uma repreensão ou um desdém como resposta dos pequenos.</p>
<p>Alguém acha que esse tipo de tecnologia é um brinquedo ou uma babá eletrônica? O que essas crianças vão almejar ter aos 18 anos? Pelo que vão lutar? Só que criança com smartphone é prova de status&#8230;.</p>
<p>Elas não querem comer o que foi pedido, não querem ficar quietas, não querem conversar, não querem brincar aquelas brincadeiras que fazíamos à mesa com palitos ou guardanapos, enfim, um verdadeiro filme de terror.</p>
<p>Quem olha a cena, como nós, recebe logo aquele comentário meio azulado: as crianças de hoje são tão diferentes das do nosso tempo, não é?</p>
<p>E se você concorda, vem o discurso pronto de como os pais de hoje em dia estão permissivos, pois se sentem culpados pela ausência e querem compensar os filhos abrindo mão de impor limites, como se assim não fossem os próprios.</p>
<p>O incrível, também, é a absoluta ausência de autocrítica, pois os pais em questão são enfáticos em dizer que <span style="text-decoration: underline;">eles</span> conseguem levar a criançada nos trilhos &#8211; “porque somos amigos dos nossos filhos, mas exigimos respeito!” – só que tudo contra o que se observou no comportamento deles nas últimas 2 horas&#8230;</p>
<p>Todos fingem não perceber o mal estar que a bagunça e a falta de educação dessas crianças causam nos demais clientes, apenas os atendentes falam conosco baixinho, depois, se desculpando pelo incômodo.</p>
<p>Vimos numa mesa de 4 pessoas (um casal e duas filhas) em um restaurante fino as crianças comendo sanduiches e os pais enfiando qualquer coisa na boca sem ter tempo, nem condições, de aproveitar a refeição no meio de tanta reclamação e brinquedos espalhados na vã tentativa de distrair as pimpolhas.</p>
<p>Enquanto outros ficam de conversa entre si (sim, eles saem em grupos de casais com crianças, todas com o mesmo comportamento!) e largam (ou fingem que não estão vendo) as crianças ao Deus dará até que alguém, talvez um anjo, venha dar uma mãozinha.</p>
<p>Isso porque, como disse um casal para nós, “com meus pais bastava eles darem aquela olhada feia!”, ou seja, há o reconhecimento de que houve uma perda, sim, em comparação com a<em> “educação à moda antiga”</em>.</p>
<p>Infelizmente, percebo que não é só com os ricos, mas entre eles esse caos toma um ar <em>blasé</em> insuportável!</p>
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		<title>Mogi e suas calçadas assassinas! Post 59</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Apr 2013 21:02:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais e Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo social e político]]></category>
		<category><![CDATA[acessibilidade]]></category>
		<category><![CDATA[calçadas]]></category>
		<category><![CDATA[Mogi das Cruzes]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; Post 59  MOGI E SUAS CALÇADAS ASSASSINAS! Apesar de não ser exclusividade da nossa cidade, depois de vários acidentes de familiares e funcionários, quero fazer mais do que um protesto: uma denúncia sobre as calçadas de Mogi das Cruzes. Não vou nem falar da acessibilidade obrigatória para portadores de deficiências que seria [...]]]></description>
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<p align="center"><strong>Post 59</strong></p>
<p align="center"> MOGI E SUAS CALÇADAS ASSASSINAS!</p>
<p>Apesar de não ser exclusividade da nossa cidade, depois de vários acidentes de familiares e funcionários, quero fazer mais do que um protesto: uma denúncia sobre as calçadas de Mogi das Cruzes.<br />
Não vou nem falar da acessibilidade obrigatória para portadores de deficiências que seria uma piada! E não quero ser injusta com a administração municipal como se o problema fosse recente, mas não há mais como ficar calada.<br />
Você, ao caminhar nas calçadas da Vila Oliveira (olha que estou falando do bairro mais “chique” da cidade) corre risco de vida!<br />
Começamos falando de como são estreitas e ainda, muitas vezes, com postes ou árvores que nos obrigam a descer para a rua. Há desníveis entre as diferentes frentes das casas, buracos, raízes de árvores, lixeiras, enfim, tudo que se imagina impedindo que se faça uma caminhada segura de pelo menos 50 metros!<br />
Somam-se a isso dois problemas que são verdadeiras armadilhas, capciosas, aguardando os incautos: árvores com galhos na altura das cabeças (quase perdi a testa andando na Praça Norival Tavares!) e os suportes para lixo presos nas grades das casas que ficam pairando na altura dos olhos (dos meus, pois de pessoas menores é para tirar o escalpo mesmo!) que ainda acabam matando alguém!<br />
Podem usar a desculpa que quiserem, até que arvores não devem ser mexidas para defender a natureza etc e tal, mas é só andar em calçadas mais civilizadas (aí uso como referência outros países, mas se vocês conhecerem no Brasil cidade com calçadas decentes – não só em uma ou outra rua, mas na cidade toda, me contem!) que vemos o quanto somos desrespeitados aqui!<br />
Pobre ainda mais dos idosos, de quem tem dificuldade de locomoção, sem falar de cadeirantes. Sugiro que filmem alguém em cadeira de rodas tentando andar pelas calçadas de Mogi.<br />
Só lembro aos nobres senhores Vereadores, e ao querido Prefeito, que não adianta vir com novas leis imputando aos proprietários arrumarem as calçadas, mesmo sob o risco de pesadas multas, pois não há fiscalização e deixar por conta de cada um deu no que está aí! Nem as calçadas cuja obrigação de manutenção é do poder público são decentes!<br />
Agora, podem muito bem proibir as lixeiras assassinas e cuidar de podar as árvores com os galhos baixos, além de transferir de lugar as que tomaram as calçadas, cuidando também da manutenção permanente das mesmas.<br />
Para que isso seja viável, é a Prefeitura quem deve assumir a reparação dos pisos, unificando-os e padronizando-os. Pode até ser proposta uma taxa justa para essa obra de cada dono de propriedade, mas uma vez só, não uma taxa permanente, já que pagamos o IPTU!<br />
Nem falemos das calçadas das ruas do centro da cidade que esse é assunto para outro artigo!</p>
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		<title>Parem o Brasil que eu quero descer! Post 58</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Mar 2013 15:10:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais e Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Educação em Geral e Ensino Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo social e político]]></category>
		<category><![CDATA[ame-o ou deixe-o]]></category>
		<category><![CDATA[Pare o mundo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; Post 58 Parem o Brasil que eu quero descer!  Eu me rendo! Não estou pronta para o país em que vivo! Não estou falando “só” do governo, do velho e horripilante sistema político, da justiça que não se faz presente, mas também da sociedade e de seus valores! Não aguento mais ver [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--:de-->&nbsp;</p>
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<p align="center"><strong>Post 58</strong></p>
<p align="center"><strong>Parem o Brasil que eu quero descer!</strong><strong> </strong></p>
<p>Eu me rendo! Não estou pronta para o país em que vivo! Não estou falando “só” do governo, do velho e horripilante sistema político, da justiça que não se faz presente, mas também da sociedade e de seus valores!<br />
Não aguento mais ver noticiários, ler jornais, retomar o mesmo rumo nas conversas com amigos: onde nós vamos parar?<br />
Braços decepados, maridos esquartejados, meninos sufocados por quem frequenta a casa dos pais, violência no campo, nas cidades, em casa, no vizinho&#8230;.a droga das drogas, a doença da saúde, a mesma ladainha de sempre!<br />
Deslizamentos fazendo vítimas nos mesmos lugares há anos com dinheiro para tragédias que não constroem as casas, se há plano de retirada de encostas há desfalque dos bens de quem teve que sair, seca que não se acaba apesar dos recursos enviados há décadas, aeroportos e portos sem as mínimas condições. Se a safra é recorde, não há escoamento, se chove, as estradas ficam intransitáveis, sem chuva ainda estão em péssimas condições&#8230;.até que chegue a Copa ou as Olimpíadas (que em um passe de mágica tudo será resolvido)!.<br />
Bafômetros que invadem os direitos individuais, mas exame de paternidade obrigatório que não invade (???), desvio de verbas que nunca retornam, invasões de terras impunes (que depois serão “desapropriadas” para incentivar novas invasões), greves dos privilegiados que param a necessária modernização de nossa infraestrutura&#8230;<br />
Crimes que não são punidos, processos que condenam há mais de 30 anos e o criminoso não paga nem 6, juros oficiais em queda, mas cobranças pelos agentes financeiros que lembram a velha agiotagem&#8230;privatizações com dinheiro do estado, estatais que não funcionam, suficiência de petróleo que durou poucos meses, assim como a vantagem do carro a álcool&#8230;.<br />
Educação sem defesa defendida ainda pelos mesmos que deseducam, indicadores e índices que não se pode confiar, blefes e lições aos países que são muito melhor posicionados do que nós, volta da inflação camuflada (com juros da poupança sob novas regras), desvios, corrupção, UPPs com aviso prévio para dar direito à fuga dos traficantes, faxina para Copa com estádio novo funcionando direto, mas agora interditado por erro de projeto (?)&#8230;<br />
Fisiologismo escancarado que não causa mais vergonha, volta de corruptos cassados ou que renunciaram, corte de privilégios dos políticos seguido de novos aumentos de verbas que não são salário e nós com cara de bestas!<br />
Mas o pior de tudo são os valores: ter, ter, ter, ou ser, ser ser! Não se trata de ter o que vale a pena, mas o que os outros invejam! Não é ser uma pessoa digna, mas celebridade – BBB (boa bosta barata!) Vale quanto pesa, em ouro, ou dinheiro desviado!<br />
Para tudo! Estou ficando velha demais, ou simplesmente saí da sintonia? Digo isso porque o Brasil tem o povo mais feliz do planeta! Os índices de aprovação estão há anos nas alturas! Ninguém parece querer mudar nada (só se for com os outros se não mexerem no meu!).<br />
Então sou eu que estou errada?<br />
Parem o Brasil que eu quero descer, afinal: ame-o ou deixe-o!<!--:--></p>
]]></content:encoded>
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		<title>&#8220;O que vi de bom nas estradas americanas!&#8221; Post 56</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Feb 2013 17:48:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais e Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[estradas americanas]]></category>
		<category><![CDATA[pedágios]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade das rodovias]]></category>
		<category><![CDATA[segurança. planejamento]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;O que vi de bom nas estradas americanas!&#8221; Post 56 Postei esta semana 5 pequenos vídeos sobre o que vi de bom nas estradas americanas no Youtube. Viajo aos Estados Unidos com frequência, mas quase nunca utilizo automóvel alugado, ou faço viagens internas por meio terrestre, o que fiz esse final de ano pelo interior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!--:de-->&#8220;O que vi de bom nas estradas americanas!&#8221; Post 56</p>
<p>Postei esta semana 5 pequenos vídeos sobre o que vi de bom nas estradas americanas no Youtube.<br />
Viajo aos Estados Unidos com frequência, mas quase nunca utilizo automóvel alugado, ou faço viagens internas por meio terrestre, o que fiz esse final de ano pelo interior da Flórida.<br />
Impossível não comparar com as nossas rodovias, e vejam bem, estou falando das melhores do país que se encontram no estado de São Paulo!<br />
As diferenças provavelmente começam no planejamento e no projeto das estradas: americano trabalha com visão de futuro e usa o dinheiro público planejando seus equipamentos estruturais para um contingente de usuários bem maior do que o atual.<br />
Nossas estradas, aeroportos e outras estruturas (mesmo as que são feitas em parceria com o setor privado que vai explorar o serviço!) já nascem prevendo que o aumento da capacidade ocorrerá só depois que houver o gargalo&#8230;<br />
Ou seja, primeiro deixa ficar insuportável, depois atrapalha todo mundo com os famosos puxadinhos, ou com a interdição de pistas etc.<br />
Observei coisas tão lógicas que não posso acreditar que os engenheiros brasileiros não saibam que são questões que deixam a estrada mais segura, potencializam seu melhor uso e aumentam sua durabilidade.<br />
Comecemos pelo asfalto: um tapete! Andei mais de 4,5 mil milhas (mais de 7 mil quilômetros) e não passei por um único buraco! Isso incluindo as pistas das cidades de Miami, Fort Lauderdale, Orlando, Ocala e Gainesville (sem falar nas cidades menores que ficam entre elas).<br />
Quase não vi remendos, o que leva a crer que a construção original deve ter uma qualidade muito superior à nossa, o asfalto de melhor qualidade exige menos manutenção! Quando há reformas ou ampliações, há sempre espaço para manter o mesmo número de vias funcionado em um desvio decente que tem prazo para acabar!<br />
O projeto das estradas principais prevê área de acostamento dos dois lados, com marcações na saída do asfalto para alertar o motorista que ele deve retornar à pista e, além disso, na beira das estradas há um recuo de gramado contínuo e arrumado com cerca de 25 mts, o que permite o escape em caso de emergência.<br />
Não há mato crescendo, tudo é organizado, cuidado e muito bem sinalizado.<br />
Os telefones de emergência estão a cada meio de milha, o que ajuda o motorista a saber para que lado caminhar e nunca o espaço a percorrer até achar o telefone será superior a 800 metros (meia milha).<br />
Nas laterais das rodovias não se vê aqueles postos como no Brasil (alguns bons, mas a maioria degradados e sem qualquer fiscalização, muitos vendendo gasolina adulterada), pois existem praças centrais onde os usuários que estão indo ou vindo acessam a mesma praça, que junta tudo que o motorista precisa, com qualidade e organização (alimentação, banheiros, lojas e combustível, além de outros serviços essenciais).<br />
Ou seja, sabe-se a distância de cada posto (cerca de 40 milhas entre eles) e encontra-se sempre uma parada que, por ser bem bolada, é confortável e segura!<br />
Por falar em segurança, as famosas áreas de descanso para caminhoneiros, que se pretendia implantar por aqui, lá funcionam normalmente, bem sinalizadas e completas!<br />
Ah, mas é um país rico (vão dizer os incréus!)! Tudo bem, mas nós já somos a 6ª economia do mundo e não temos em São Paulo uma única estrada semelhante! E se falarmos do resto do Brasil então&#8230;<br />
Só que eles também cobram pedágio (mais barato e mais inteligente que aqui!). Há estradas expressas para quem quer pagar um pouco mais em vários estados, mas as praças de pedágio só existem quando a estrada margeia cidades. Quando o trajeto só possui saídas para outras estradas você recebe um cartão que será colhido na saída que você tomar, ou no final do percurso, quando se cobra o total do caminho percorrido, evitando dezenas de praças de pedágio e perda de tempo e recursos.<br />
Lá, inclusive várias estradas são “patrocinadas”, ou seja, o Estado não se preocupa com a famosa hipocrisia do falso esquerdismo que quer o Estado em tudo, mas por isso não se pode oferecer coisas boas para todos.<br />
Sabem do que eu estou falando, não é? Não? Vou dar outro exemplo: estacionamentos nas cidades, quando pagos são muito criticados no Brasil. Então, espera-se que todos parem nas ruas (atrapalhando o trânsito, ou que o Estado crie bolsões de estacionamento gratuitos ou com baixo custo) e com isso se faz estacionamento para 50 carros bem barato e os demais ficam à mercê dos flanelinhas que se apoderam do espaço público para achacar os motoristas! Sem falar nos roubos de carros, etc.<br />
Lá não. Todos pagam, pouco, mas pagam, mas têm espaço nas grandes avenidas das grandes cidades (pensadas para terem 4 ou 5 pistas) ou nos edifícios-garagem estrategicamente localizados.<br />
Há radares nas estradas sem aviso, sim, há vigilância e multas, sim, mas se o motorista não está acima do limite, não diminui drasticamente a velocidade só porque viu a polícia, como fazem aqui os hipócritas de plantão, ajudando a criar congestionamentos!<br />
E os grandes cruzamentos nas cidades? Uma lição de cidadania e respeito às leis (na grande maioria das vezes, pois sempre há problemas como em todo lugar, com a diferença que a polícia não está presente só para multar carros fora do rodízio!).<br />
Respeita-se pedestres, há conversão praticamente em todos os lugares à direita ou à esquerda e há o famoso “For All”: num cruzamento com esta placa, todos entreparam e passa quem chegou primeiro, sem o menor problema. Se fosse aqui, depois de 30 batidas em uma semana já teria um novo semáforo e mais trânsito!<br />
Tudo isso vem da educação, também, e da certeza de que o coletivo se sobrepõe ao individual. Há muito chão pela frente para nós e há muita estrada para trás no caso deles que justificam a diferença.<br />
Só que acabo de falar com uma amiga que voltou da África do Sul, revoltada com a qualidade de nossas estradas e aeroportos porque lá tudo parece&#8230;americano. E eles estavam em guerra civil há poucas décadas!<br />
Os vídeos que postei no Youtube exemplificam só um pouco do que digo aqui e da realidade (http://www.youtube.com/watch?v=yQmYAA_LiCs).<br />
Então, cada povo tem as estradas que merece. Só que nunca antes na história desse país&#8230;.Não é atoa que somos campeões mundiais de acidente de trânsito!</p>
<p><!--:--><!--:en-->&#8220;O que vi de bom nas estradas americanas!&#8221; Post 56</p>
<p>Postei esta semana 5 pequenos vídeos sobre o que vi de bom nas estradas americanas no Youtube.<br />
Viajo aos Estados Unidos com frequência, mas quase nunca utilizo automóvel alugado, ou faço viagens internas por meio terrestre, o que fiz esse final de ano pelo interior da Flórida.<br />
Impossível não comparar com as nossas rodovias, e vejam bem, estou falando das melhores do país que se encontram no estado de São Paulo!<br />
As diferenças provavelmente começam no planejamento e no projeto das estradas: americano trabalha com visão de futuro e usa o dinheiro público planejando seus equipamentos estruturais para um contingente de usuários bem maior do que o atual.<br />
Nossas estradas, aeroportos e outras estruturas (mesmo as que são feitas em parceria com o setor privado que vai explorar o serviço!) já nascem prevendo que o aumento da capacidade ocorrerá só depois que houver o gargalo&#8230;<br />
Ou seja, primeiro deixa ficar insuportável, depois atrapalha todo mundo com os famosos puxadinhos, ou com a interdição de pistas etc.<br />
Observei coisas tão lógicas que não posso acreditar que os engenheiros brasileiros não saibam que são questões que deixam a estrada mais segura, potencializam seu melhor uso e aumentam sua durabilidade.<br />
Comecemos pelo asfalto: um tapete! Andei mais de 4,5 mil milhas (mais de 7 mil quilômetros) e não passei por um único buraco! Isso incluindo as pistas das cidades de Miami, Fort Lauderdale, Orlando, Ocala e Gainesville (sem falar nas cidades menores que ficam entre elas).<br />
Quase não vi remendos, o que leva a crer que a construção original deve ter uma qualidade muito superior à nossa, o asfalto de melhor qualidade exige menos manutenção! Quando há reformas ou ampliações, há sempre espaço para manter o mesmo número de vias funcionado em um desvio decente que tem prazo para acabar!<br />
O projeto das estradas principais prevê área de acostamento dos dois lados, com marcações na saída do asfalto para alertar o motorista que ele deve retornar à pista e, além disso, na beira das estradas há um recuo de gramado contínuo e arrumado com cerca de 25 mts, o que permite o escape em caso de emergência.<br />
Não há mato crescendo, tudo é organizado, cuidado e muito bem sinalizado.<br />
Os telefones de emergência estão a cada meio de milha, o que ajuda o motorista a saber para que lado caminhar e nunca o espaço a percorrer até achar o telefone será superior a 800 metros (meia milha).<br />
Nas laterais das rodovias não se vê aqueles postos como no Brasil (alguns bons, mas a maioria degradados e sem qualquer fiscalização, muitos vendendo gasolina adulterada), pois existem praças centrais onde os usuários que estão indo ou vindo acessam a mesma praça, que junta tudo que o motorista precisa, com qualidade e organização (alimentação, banheiros, lojas e combustível, além de outros serviços essenciais).<br />
Ou seja, sabe-se a distância de cada posto (cerca de 40 milhas entre eles) e encontra-se sempre uma parada que, por ser bem bolada, é confortável e segura!<br />
Por falar em segurança, as famosas áreas de descanso para caminhoneiros, que se pretendia implantar por aqui, lá funcionam normalmente, bem sinalizadas e completas!<br />
Ah, mas é um país rico (vão dizer os incréus!)! Tudo bem, mas nós já somos a 6ª economia do mundo e não temos em São Paulo uma única estrada semelhante! E se falarmos do resto do Brasil então&#8230;<br />
Só que eles também cobram pedágio (mais barato e mais inteligente que aqui!). Há estradas expressas para quem quer pagar um pouco mais em vários estados, mas as praças de pedágio só existem quando a estrada margeia cidades. Quando o trajeto só possui saídas para outras estradas você recebe um cartão que será colhido na saída que você tomar, ou no final do percurso, quando se cobra o total do caminho percorrido, evitando dezenas de praças de pedágio e perda de tempo e recursos.<br />
Lá, inclusive várias estradas são “patrocinadas”, ou seja, o Estado não se preocupa com a famosa hipocrisia do falso esquerdismo que quer o Estado em tudo, mas por isso não se pode oferecer coisas boas para todos.<br />
Sabem do que eu estou falando, não é? Não? Vou dar outro exemplo: estacionamentos nas cidades, quando pagos são muito criticados no Brasil. Então, espera-se que todos parem nas ruas (atrapalhando o trânsito, ou que o Estado crie bolsões de estacionamento gratuitos ou com baixo custo) e com isso se faz estacionamento para 50 carros bem barato e os demais ficam à mercê dos flanelinhas que se apoderam do espaço público para achacar os motoristas! Sem falar nos roubos de carros, etc.<br />
Lá não. Todos pagam, pouco, mas pagam, mas têm espaço nas grandes avenidas das grandes cidades (pensadas para terem 4 ou 5 pistas) ou nos edifícios-garagem estrategicamente localizados.<br />
Há radares nas estradas sem aviso, sim, há vigilância e multas, sim, mas se o motorista não está acima do limite, não diminui drasticamente a velocidade só porque viu a polícia, como fazem aqui os hipócritas de plantão, ajudando a criar congestionamentos!<br />
E os grandes cruzamentos nas cidades? Uma lição de cidadania e respeito às leis (na grande maioria das vezes, pois sempre há problemas como em todo lugar, com a diferença que a polícia não está presente só para multar carros fora do rodízio!).<br />
Respeita-se pedestres, há conversão praticamente em todos os lugares à direita ou à esquerda e há o famoso “For All”: num cruzamento com esta placa, todos entreparam e passa quem chegou primeiro, sem o menor problema. Se fosse aqui, depois de 30 batidas em uma semana já teria um novo semáforo e mais trânsito!<br />
Tudo isso vem da educação, também, e da certeza de que o coletivo se sobrepõe ao individual. Há muito chão pela frente para nós e há muita estrada para trás no caso deles que justificam a diferença.<br />
Só que acabo de falar com uma amiga que voltou da África do Sul, revoltada com a qualidade de nossas estradas e aeroportos porque lá tudo parece&#8230;americano. E eles estavam em guerra civil há poucas décadas!<br />
Os vídeos que postei no Youtube exemplificam só um pouco do que digo aqui e da realidade (http://www.youtube.com/watch?v=yQmYAA_LiCs).<br />
Então, cada povo tem as estradas que merece. Só que nunca antes na história desse país&#8230;.Não é atoa que somos campeões mundiais de acidente de trânsito!</p>
<p><!--:--><!--:zh-->&#8220;O que vi de bom nas estradas americanas!&#8221; Post 56</p>
<p>Postei esta semana 5 pequenos vídeos sobre o que vi de bom nas estradas americanas no Youtube.<br />
Viajo aos Estados Unidos com frequência, mas quase nunca utilizo automóvel alugado, ou faço viagens internas por meio terrestre, o que fiz esse final de ano pelo interior da Flórida.<br />
Impossível não comparar com as nossas rodovias, e vejam bem, estou falando das melhores do país que se encontram no estado de São Paulo!<br />
As diferenças provavelmente começam no planejamento e no projeto das estradas: americano trabalha com visão de futuro e usa o dinheiro público planejando seus equipamentos estruturais para um contingente de usuários bem maior do que o atual.<br />
Nossas estradas, aeroportos e outras estruturas (mesmo as que são feitas em parceria com o setor privado que vai explorar o serviço!) já nascem prevendo que o aumento da capacidade ocorrerá só depois que houver o gargalo&#8230;<br />
Ou seja, primeiro deixa ficar insuportável, depois atrapalha todo mundo com os famosos puxadinhos, ou com a interdição de pistas etc.<br />
Observei coisas tão lógicas que não posso acreditar que os engenheiros brasileiros não saibam que são questões que deixam a estrada mais segura, potencializam seu melhor uso e aumentam sua durabilidade.<br />
Comecemos pelo asfalto: um tapete! Andei mais de 4,5 mil milhas (mais de 7 mil quilômetros) e não passei por um único buraco! Isso incluindo as pistas das cidades de Miami, Fort Lauderdale, Orlando, Ocala e Gainesville (sem falar nas cidades menores que ficam entre elas).<br />
Quase não vi remendos, o que leva a crer que a construção original deve ter uma qualidade muito superior à nossa, o asfalto de melhor qualidade exige menos manutenção! Quando há reformas ou ampliações, há sempre espaço para manter o mesmo número de vias funcionado em um desvio decente que tem prazo para acabar!<br />
O projeto das estradas principais prevê área de acostamento dos dois lados, com marcações na saída do asfalto para alertar o motorista que ele deve retornar à pista e, além disso, na beira das estradas há um recuo de gramado contínuo e arrumado com cerca de 25 mts, o que permite o escape em caso de emergência.<br />
Não há mato crescendo, tudo é organizado, cuidado e muito bem sinalizado.<br />
Os telefones de emergência estão a cada meio de milha, o que ajuda o motorista a saber para que lado caminhar e nunca o espaço a percorrer até achar o telefone será superior a 800 metros (meia milha).<br />
Nas laterais das rodovias não se vê aqueles postos como no Brasil (alguns bons, mas a maioria degradados e sem qualquer fiscalização, muitos vendendo gasolina adulterada), pois existem praças centrais onde os usuários que estão indo ou vindo acessam a mesma praça, que junta tudo que o motorista precisa, com qualidade e organização (alimentação, banheiros, lojas e combustível, além de outros serviços essenciais).<br />
Ou seja, sabe-se a distância de cada posto (cerca de 40 milhas entre eles) e encontra-se sempre uma parada que, por ser bem bolada, é confortável e segura!<br />
Por falar em segurança, as famosas áreas de descanso para caminhoneiros, que se pretendia implantar por aqui, lá funcionam normalmente, bem sinalizadas e completas!<br />
Ah, mas é um país rico (vão dizer os incréus!)! Tudo bem, mas nós já somos a 6ª economia do mundo e não temos em São Paulo uma única estrada semelhante! E se falarmos do resto do Brasil então&#8230;<br />
Só que eles também cobram pedágio (mais barato e mais inteligente que aqui!). Há estradas expressas para quem quer pagar um pouco mais em vários estados, mas as praças de pedágio só existem quando a estrada margeia cidades. Quando o trajeto só possui saídas para outras estradas você recebe um cartão que será colhido na saída que você tomar, ou no final do percurso, quando se cobra o total do caminho percorrido, evitando dezenas de praças de pedágio e perda de tempo e recursos.<br />
Lá, inclusive várias estradas são “patrocinadas”, ou seja, o Estado não se preocupa com a famosa hipocrisia do falso esquerdismo que quer o Estado em tudo, mas por isso não se pode oferecer coisas boas para todos.<br />
Sabem do que eu estou falando, não é? Não? Vou dar outro exemplo: estacionamentos nas cidades, quando pagos são muito criticados no Brasil. Então, espera-se que todos parem nas ruas (atrapalhando o trânsito, ou que o Estado crie bolsões de estacionamento gratuitos ou com baixo custo) e com isso se faz estacionamento para 50 carros bem barato e os demais ficam à mercê dos flanelinhas que se apoderam do espaço público para achacar os motoristas! Sem falar nos roubos de carros, etc.<br />
Lá não. Todos pagam, pouco, mas pagam, mas têm espaço nas grandes avenidas das grandes cidades (pensadas para terem 4 ou 5 pistas) ou nos edifícios-garagem estrategicamente localizados.<br />
Há radares nas estradas sem aviso, sim, há vigilância e multas, sim, mas se o motorista não está acima do limite, não diminui drasticamente a velocidade só porque viu a polícia, como fazem aqui os hipócritas de plantão, ajudando a criar congestionamentos!<br />
E os grandes cruzamentos nas cidades? Uma lição de cidadania e respeito às leis (na grande maioria das vezes, pois sempre há problemas como em todo lugar, com a diferença que a polícia não está presente só para multar carros fora do rodízio!).<br />
Respeita-se pedestres, há conversão praticamente em todos os lugares à direita ou à esquerda e há o famoso “For All”: num cruzamento com esta placa, todos entreparam e passa quem chegou primeiro, sem o menor problema. Se fosse aqui, depois de 30 batidas em uma semana já teria um novo semáforo e mais trânsito!<br />
Tudo isso vem da educação, também, e da certeza de que o coletivo se sobrepõe ao individual. Há muito chão pela frente para nós e há muita estrada para trás no caso deles que justificam a diferença.<br />
Só que acabo de falar com uma amiga que voltou da África do Sul, revoltada com a qualidade de nossas estradas e aeroportos porque lá tudo parece&#8230;americano. E eles estavam em guerra civil há poucas décadas!<br />
Os vídeos que postei no Youtube exemplificam só um pouco do que digo aqui e da realidade (http://www.youtube.com/watch?v=yQmYAA_LiCs).<br />
Então, cada povo tem as estradas que merece. Só que nunca antes na história desse país&#8230;.Não é atoa que somos campeões mundiais de acidente de trânsito!</p>
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<p style="text-align: center;">&#8220;O que vi de bom nas estradas americanas!&#8221; Post 56</p>
<p>Postei esta semana 5 pequenos vídeos sobre o que vi de bom nas estradas americanas no Youtube.<br />
Viajo aos Estados Unidos com frequência, mas quase nunca utilizo automóvel alugado, ou faço viagens internas por meio terrestre, o que fiz esse final de ano pelo interior da Flórida.<br />
Impossível não comparar com as nossas rodovias, e vejam bem, estou falando das melhores do país que se encontram no estado de São Paulo!<br />
As diferenças provavelmente começam no planejamento e no projeto das estradas: americano trabalha com visão de futuro e usa o dinheiro público planejando seus equipamentos estruturais para um contingente de usuários bem maior do que o atual.<br />
Nossas estradas, aeroportos e outras estruturas (mesmo as que são feitas em parceria com o setor privado que vai explorar o serviço!) já nascem prevendo que o aumento da capacidade ocorrerá só depois que houver o gargalo&#8230;<br />
Ou seja, primeiro deixa ficar insuportável, depois atrapalha todo mundo com os famosos puxadinhos, ou com a interdição de pistas etc.<br />
Observei coisas tão lógicas que não posso acreditar que os engenheiros brasileiros não saibam que são questões que deixam a estrada mais segura, potencializam seu melhor uso e aumentam sua durabilidade.<br />
Comecemos pelo asfalto: um tapete! Andei mais de 4,5 mil milhas (mais de 7 mil quilômetros) e não passei por um único buraco! Isso incluindo as pistas das cidades de Miami, Fort Lauderdale, Orlando, Ocala e Gainesville (sem falar nas cidades menores que ficam entre elas).<br />
Quase não vi remendos, o que leva a crer que a construção original deve ter uma qualidade muito superior à nossa, o asfalto de melhor qualidade exige menos manutenção! Quando há reformas ou ampliações, há sempre espaço para manter o mesmo número de vias funcionado em um desvio decente que tem prazo para acabar!<br />
O projeto das estradas principais prevê área de acostamento dos dois lados, com marcações na saída do asfalto para alertar o motorista que ele deve retornar à pista e, além disso, na beira das estradas há um recuo de gramado contínuo e arrumado com cerca de 25 mts, o que permite o escape em caso de emergência.<br />
Não há mato crescendo, tudo é organizado, cuidado e muito bem sinalizado.<br />
Os telefones de emergência estão a cada meio de milha, o que ajuda o motorista a saber para que lado caminhar e nunca o espaço a percorrer até achar o telefone será superior a 800 metros (meia milha).<br />
Nas laterais das rodovias não se vê aqueles postos como no Brasil (alguns bons, mas a maioria degradados e sem qualquer fiscalização, muitos vendendo gasolina adulterada), pois existem praças centrais onde os usuários que estão indo ou vindo acessam a mesma praça, que junta tudo que o motorista precisa, com qualidade e organização (alimentação, banheiros, lojas e combustível, além de outros serviços essenciais).<br />
Ou seja, sabe-se a distância de cada posto (cerca de 40 milhas entre eles) e encontra-se sempre uma parada que, por ser bem bolada, é confortável e segura!<br />
Por falar em segurança, as famosas áreas de descanso para caminhoneiros, que se pretendia implantar por aqui, lá funcionam normalmente, bem sinalizadas e completas!<br />
Ah, mas é um país rico (vão dizer os incréus!)! Tudo bem, mas nós já somos a 6ª economia do mundo e não temos em São Paulo uma única estrada semelhante! E se falarmos do resto do Brasil então&#8230;<br />
Só que eles também cobram pedágio (mais barato e mais inteligente que aqui!). Há estradas expressas para quem quer pagar um pouco mais em vários estados, mas as praças de pedágio só existem quando a estrada margeia cidades. Quando o trajeto só possui saídas para outras estradas você recebe um cartão que será colhido na saída que você tomar, ou no final do percurso, quando se cobra o total do caminho percorrido, evitando dezenas de praças de pedágio e perda de tempo e recursos.<br />
Lá, inclusive várias estradas são “patrocinadas”, ou seja, o Estado não se preocupa com a famosa hipocrisia do falso esquerdismo que quer o Estado em tudo, mas por isso não se pode oferecer coisas boas para todos.<br />
Sabem do que eu estou falando, não é? Não? Vou dar outro exemplo: estacionamentos nas cidades, quando pagos são muito criticados no Brasil. Então, espera-se que todos parem nas ruas (atrapalhando o trânsito, ou que o Estado crie bolsões de estacionamento gratuitos ou com baixo custo) e com isso se faz estacionamento para 50 carros bem barato e os demais ficam à mercê dos flanelinhas que se apoderam do espaço público para achacar os motoristas! Sem falar nos roubos de carros, etc.<br />
Lá não. Todos pagam, pouco, mas pagam, mas têm espaço nas grandes avenidas das grandes cidades (pensadas para terem 4 ou 5 pistas) ou nos edifícios-garagem estrategicamente localizados.<br />
Há radares nas estradas sem aviso, sim, há vigilância e multas, sim, mas se o motorista não está acima do limite, não diminui drasticamente a velocidade só porque viu a polícia, como fazem aqui os hipócritas de plantão, ajudando a criar congestionamentos!<br />
E os grandes cruzamentos nas cidades? Uma lição de cidadania e respeito às leis (na grande maioria das vezes, pois sempre há problemas como em todo lugar, com a diferença que a polícia não está presente só para multar carros fora do rodízio!).<br />
Respeita-se pedestres, há conversão praticamente em todos os lugares à direita ou à esquerda e há o famoso “All Way”: num cruzamento com esta placa, todos entreparam e passa quem chegou primeiro, sem o menor problema. Se fosse aqui, depois de 30 batidas em uma semana já teria um novo semáforo e mais trânsito!<br />
Tudo isso vem da educação, também, e da certeza de que o coletivo se sobrepõe ao individual. Há muito chão pela frente para nós e há muita estrada para trás no caso deles que justificam a diferença.<br />
Só que acabo de falar com uma amiga que voltou da África do Sul, revoltada com a qualidade de nossas estradas e aeroportos porque lá tudo parece&#8230;americano. E eles estavam em guerra civil há poucas décadas!<br />
Os vídeos que postei no Youtube exemplificam só um pouco do que digo aqui e da realidade (http://www.youtube.com/watch?v=yQmYAA_LiCs).<br />
Então, cada povo tem as estradas que merece. Só que nunca antes na história desse país&#8230;.Não é atoa que somos campeões mundiais de acidente de trânsito!<!--:--></p>
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		<title>&#8220;Uma tragédia anunciada em milhares de outros locais Brasil afora!&#8221; Post 55</title>
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		<pubDate>Mon, 04 Feb 2013 13:42:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais e Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo social e político]]></category>
		<category><![CDATA[alvará]]></category>
		<category><![CDATA[Bombeiros]]></category>
		<category><![CDATA[hipocrisia]]></category>
		<category><![CDATA[poder público]]></category>
		<category><![CDATA[Tragédia de Santa Maria]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; &#8220;Uma tragédia anunciada em milhares de outros locais Brasil afora!&#8221; Post 55 A tragédia de Santa Maria não tem só contornos de irresponsabilidade, imperícia, imprudência e, provavelmente, corrupção. Há uma vertente de hipocrisia e inoperância da qual sou testemunha viva e que é quase generalizada. Apesar do Corpo de Bombeiros ainda ser [...]]]></description>
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<p><!--:--><!--:pt-->&#8220;Uma tragédia anunciada em milhares de outros locais Brasil afora!&#8221; Post 55</p>
<p>A tragédia de Santa Maria não tem só contornos de irresponsabilidade, imperícia, imprudência e, provavelmente, corrupção. Há uma vertente de hipocrisia e inoperância da qual sou testemunha viva e que é quase generalizada.</p>
<p>Apesar do Corpo de Bombeiros ainda ser um dos últimos redutos de esperança confiável existentes em nosso país, quando ele trabalha burocraticamente junto aos poderes públicos, deixa-se levar, ou não consegue impor sua missão de proteção e prevenção.</p>
<p>Para citar como exemplo, quando pedi para fazer a vistoria de uma sala em meu prédio de 3 andares que servirá para atendimento em psicologia, os Bombeiros exigiram olhar o prédio todo. Indaguei a razão e eles me disseram que não adiantava que uma sala estivesse bem para receber meus pacientes se o prédio representasse uma ameaça.</p>
<p>Assim fizeram: avaliaram todo o prédio e concederam o alvará, mas ao sair, soube da pérola que demonstra que a situação de Santa Maria deve ser uma tragédia anunciada em milhares de outros locais, Brasil afora!</p>
<p>Para meu espanto e indignação, um representante dos Bombeiros disse que um dos mais antigos prédios bem no centro de minha cidade e que abriga um hotel, possui todas as suas sobrelojas e o próprio hotel sem alvará dos Bombeiros em razão do hotel insistir em manter o sistema de abastecimento de gás do lado de dentro do prédio (e como consequência, não têm licença da Prefeitura que exige o documento dos Bombeiros para regularizar a situação do estabelecimento e assim vai&#8230;).</p>
<p>Questionado sobre o que os Bombeiros fazem nessa situação, a resposta veio rápida: todos esses estabelecimentos estão funcionando sem o alvará dos Bombeiros há mais de 10 anos! Ou seja, parece que não conceder o alvará é o castigo que se lhes impõem! Só que todos sabem o que está ocorrendo, não tomam providências, mas os estabelecimentos continuam lá, recebendo hóspedes e clientes até que haja alguma tragédia para, aí sim, vir a correria atrás dos prejuízos e todos chorarem os mortos!!!</p>
<p>Ou seja, não dar o alvará é o que os Bombeiros fazem, mas não há nenhuma penalidade, ou suspensão prevista para que esses estabelecimentos não atuem, evitando as arapucas semelhantes à Boate Kiss!</p>
<p>Para pedir milhares de firulas, inutilidades da burocracia, não falta gente nem vontade, mas para essas questões cruciais não há muita disposição! Onde está a força do poder público naquilo que realmente é de interesse público?</p>
<p>Abrir um negócio ou uma empresa em nosso país é um dos processos mais atrasados do mundo, mas mesmo assim há uma avalanche de hipocrisia e inoperância que ainda vai colocar fogo no Brasil!</p>
<p>&nbsp;<!--:--></p>
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		<title>Qual a lição e semelhança entre o Corinthians e Organizações no Brasil?</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Dec 2012 19:16:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais e Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Campeonato mundial interclubes]]></category>
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		<category><![CDATA[lições que aprendemos]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; Qual a lição e semelhança entre o Corinthians e as Organizações no Brasil? Post 54                 O campeonato mundial de clubes conquistado pelo Corinthians e todos os comentários de especialistas sobre as qualidades e decisões que levaram o clube paulista a vencer um dos principais e mais caros times da Europa me [...]]]></description>
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<p align="center"><strong>Qual a lição e semelhança entre o Corinthians e as Organizações no Brasil?</strong></p>
<p align="center"><strong>Post 54</strong></p>
<p><strong>                </strong>O campeonato mundial de clubes conquistado pelo Corinthians e todos os comentários de especialistas sobre as qualidades e decisões que levaram o clube paulista a vencer um dos principais e mais caros times da Europa me fez pensar que as <strong>constatações e lições do que ocorreu se aplicam muito bem a vários ramos de atuação, sejam empresas, governos, ou qualquer tipo de organização, inclusive as instituições de ensino superior </strong>(IES), que estão na área em que eu mais trabalho:</p>
<p>1-      Os dirigentes (ou donos) não podem sempre vitimar o técnico (ou o profissional responsável) em razão de derrotas, em especial quando não deu as condições mínimas para que se produzissem os resultados esperados;</p>
<p>2-      Uma composição de bons profissionais em qualquer campo já ajuda muito na busca de vitórias, mas a formação de uma verdadeira equipe pode ajudar a superar obstáculos que só bons salários não podem comprar;</p>
<p>3-      É preciso escolher bem cada peça, saber como aplicar cada talento e não ter medo de substituir (esporádica ou definitivamente) alguém para benefício do coletivo;</p>
<p>4-      Não adianta trabalhar só com amadorismo e boa vontade, é preciso ter os profissionais certos no lugar certo, as condições necessárias para desenvolver o trabalho, tempo para amadurecer e muito, muito esforço (treinamento!);</p>
<p>5-      Inovar e contar com suas próprias forças são, muitas vezes posturas mais vitoriosas e rentáveis que superar só algumas fraquezas ou buscar parceiros que só querem resultados financeiros;</p>
<p>6-      Um time grande pode até cair, mas se levanta e depois volta a ocupar um lugar de destaque: times pequenos e medíocres, que lutam sempre no limiar dos resultados (ou seja, na conta do chá) estão sempre com a corda no pescoço!</p>
<p>7-      Se você não tem os melhores, é preciso cuidar da tática, planejar e se diferenciar pela perseguição obsessiva de alcançar o que foi planejado;</p>
<p>8-      Lutar para dar resposta a quem se ama o que nós fazemos, ou para quem nos ama, é mais estimulador que qualquer incentivo financeiro;</p>
<p>9-      Vencer é ótimo, mas é melhor quando não se perdeu a humildade; e</p>
<p><strong>10-  </strong><strong>Mesmo os melhores e que estão no alto podem cair, pois não há invencíveis!</strong><!--:--></p>
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		<title>We are no so good in PISAVamos muito mal no PISA: Post 53</title>
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		<pubDate>Mon, 03 Dec 2012 17:43:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais e Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Educação em Geral e Ensino Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo social e político]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos e família]]></category>
		<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[educação básica]]></category>
		<category><![CDATA[Escola dos bárbaros]]></category>
		<category><![CDATA[PISA]]></category>
		<category><![CDATA[qualidade de ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Roberto Lobo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; &#160; Vamos muito mal no PISA: Post 53 Infelizmente nosso país insiste em olhar o &#8220;copo&#8221; da nossa Educação e, ao invés de vê-lo meio vazio, sempre considera que está meio cheio! Quando se fala dos péssimos resultados nos exames internacionais da educação básica, usa-se argumentos de que os exames não são adequados [...]]]></description>
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<p style="text-align: center;">Vamos muito mal no PISA: Post 53</p>
<p style="text-align: left;">Infelizmente nosso país insiste em olhar o &#8220;copo&#8221; da nossa Educação e, ao invés de vê-lo meio vazio, sempre considera que está meio cheio! Quando se fala dos péssimos resultados nos exames internacionais da educação básica, usa-se argumentos de que os exames não são adequados para nós, que o Brasil &#8211; diferentemente do que aconteceu com os países pioneiros na adesão ao exame &#8211; não teve chance de escolher as suas melhores escolas para participar etc. Quando interessa correm dizer que nosso desempenho melhorou!<br />
Não adianta dourar a pílula: vamos muito mal mesmo na nossa educação, em TODOS os níveis, e nosso avanço é de formiga, nem de tartaruga, ainda mais quando sabemos que nossa economia está entre as 10 maiores do mundo e nossa educação básica fica lá pelos últimos 50 lugares!<br />
O pior é que não adianta se iludir, pois como disse Roberto Lobo, meu marido, em seu artigo que reproduzo abaixo e que saiu na Folha de São Paulo, é hora de sabermos se não temos &#8220;Escolas de Bárbaros&#8221;.</p>
<p style="text-align: center;"><strong>                              A ESCOLA DOS BÁRBAROS</strong></p>
<p align="right"><strong>Roberto Leal Lobo e Silva Filho</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A imprensa vem denunciando de forma crescente a violência que está se instalando em nossas escolas, ameaçando e desmotivando professores e gestores.</p>
<p>Pais e filhos acham que a escola não pode contrariar os estudantes ou exigir desempenho. Também há graves problemas no seio das famílias que não conseguem impor limites aos filhos (quando não são os próprios pais que não sabem cumprir limites) e isso se espraia para a sala de aula.</p>
<p>Esse problema que está se tornando quase epidêmico no Brasil não é desconhecido em outros países.</p>
<p>Se você está preocupado, ou inconformado com essa situação e se gosta de ler escritores bem radicais, então o livro “A Escola dos Bárbaros”<a title="" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Maria%20Beatriz/Meus%20documentos/Artigos%20e%20entrevistas/escola%20dos%20b%C3%A1rbaros%20final.docx#_ftn1">[1]</a> merece ser lido.</p>
<p>Esse livro foi publicado por duas professoras francesas e trata do que elas consideram a degradação das escolas naquele país no final da década de 80.</p>
<p>As autoras consideram que a falta de disciplina nas escolas reflete uma sociedade que “adota o prazer como o ideal, em todas as direções e, para quem, o objetivo da civilização é <em>se divertir sem limites</em>”.  Afirmam que, por isso, “todos os meios da educação atual tendem a um único resultado: prolongar, indefinidamente, o estado de infância intelectual, social, moral e bloquear todas as vias que conduzem à idade adulta”.</p>
<p>Além disso, defendem a tese de que “é uma enganação afirmar que a inaptidão para expressar-se, que a ignorância crassa em história, em geografia, em literatura e a incapacidade em seguir um raciocínio elementar sejam o preço necessário do progresso da cultura das massas e correspondam a escolhas positivas da sociedade moderna”.</p>
<p>Elas denunciam que, sob o pretexto de instaurar na escola a igualdade real, chega-se, inexoravelmente, a aniquilar a própria instituição e que a prioridade pela democratização não é, em si mesmo, a responsável pela atual catástrofe, pois é possível imaginar uma escola de massa eficaz.</p>
<p>Se você concordar com elas vai se deleitar, ainda, com a crítica que afirma “que a ambição da igualdade a todo preço desencoraja o esforço de aprender, tipicamente individual, substituindo-o por práticas extracurriculares ou de posturas críticas fáceis e sem conteúdo, nivelando por baixo”.</p>
<p>Além dessas teses, as autoras criticam, com muita dureza, pedagogos, professores, administradores, sindicatos de professores, a nova geração de pais e, principalmente, as ideologias que banalizaram o ensino, que criaram sindicatos que defendem a mediocridade e o corporativismo, desestimulando o trabalho e o esforço individual, e denunciam a visão simplista de que as soluções tecnológicas e o aumento dos orçamentos podem resolver todos os males que afligem o ensino básico.</p>
<p>Se você tiver o equilíbrio de separar o que as autoras criticam na escola da visão por vezes muito radical e pouco generosa das mesmas &#8211; como a crítica ácida em relação às tentativas de se diminuir as injustiças da sociedade e de implantar a democratização do acesso de todos à educação, que são muitas vezes bem intencionadas, mesmo que mal sucedidas &#8211; este livro, apesar de sobrecarregado de adjetivos, pode ser útil na reformulação das atuais tendências do ensino no Brasil.</p>
<p>A destruição de alguns paradigmas &#8211; como a qualidade universal do trabalho em grupo, a “postura crítica” sobreposta ao conhecimento e à análise erudita, a frouxidão e a permissividade substituindo a disciplina e a cobrança, a prioridade das atividades “sociais” em detrimento do estudo persistente, a valorização dos pesquisadores de banalidades, a ênfase nas metodologias ao invés dos conteúdos &#8211; é bem costurada e vale uma reflexão, como tudo o que é discutido neste livro polêmico.</p>
<p>&nbsp;</p>
<div><br clear="all" /></p>
<hr align="left" size="1" width="33%" />
<div>
<p><a title="" href="file:///C:/Documents%20and%20Settings/Maria%20Beatriz/Meus%20documentos/Artigos%20e%20entrevistas/escola%20dos%20b%C3%A1rbaros%20final.docx#_ftnref1">[1]</a> “A Escola dos Bárbaros”, Isabelle Stal e Françoise Thom, T.ª Queiroz Editor, Ltda., São Paulo, 1991</p>
<p>&nbsp;</p>
</div>
</div>
<p><!--:--></p>
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		<title>Seedorf tem razão e não é só no futebol! Post 52</title>
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		<pubDate>Wed, 31 Oct 2012 14:34:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assuntos Gerais e Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Educação em Geral e Ensino Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Esportes]]></category>
		<category><![CDATA[Mundo social e político]]></category>
		<category><![CDATA[a minoria carrega a maioria]]></category>
		<category><![CDATA[nossa sociedade não se esforça]]></category>
		<category><![CDATA[o jogador brasileiro é folgado]]></category>
		<category><![CDATA[Seedorf]]></category>

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		<description><![CDATA[SEEDORF TEM RAZÃO E NÃO É SÓ NO FUTEBOL! Post 52 Precisou vir ao Brasil um jogador holandês, com 36 anos, para dizer o que todos já sabiam e fingiam não ver: os jogadores brasileiros são folgados! Ou seja, ele falou de jogadores profissionais, a minoria privilegiada que está com contrato com grandes clubes e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><strong>SEEDORF TEM RAZÃO E NÃO É SÓ NO FUTEBOL! </strong></p>
<p align="center"><strong>Post 52</strong></p>
<p>Precisou vir ao Brasil um jogador holandês, com 36 anos, para dizer o que todos já sabiam e fingiam não ver: os jogadores brasileiros são folgados!</p>
<p>Ou seja, ele falou de jogadores profissionais, a minoria privilegiada que está com contrato com grandes clubes e recebendo muito bem, mas isso se repete em outros times.</p>
<p>Os jogadores brincam com tudo e por tudo, treinam muito pouco e sem dedicação, não levam a sério momentos importantes do jogo, enfim tudo que envergonha um esporte que é a paixão nacional!</p>
<p>Entretanto, é preciso ouvir treinadores de outros países e de outros esportes, que sabem que quase todos os nossos atletas, em geral, treinam pouco. Essa é a verdade com poucas exceções, e não é só no futebol, o que justifica, em parte, o nosso fracasso eterno nos jogos olímpicos comparado com nosso poderio econômico.</p>
<p>Ocorre que esta constatação feita pelo jogador holandês há muito tempo já foi alvo de artigos, comentários, livros e conversas entre pessoas sérias que – deixando de lado o ufanismo brasileiro e o politicamente correto – tiveram a coragem de apontar que, ao contrário do que se prega, a maioria da população não é dedicada, trabalhadora e disposta a lutar por um melhor lugar ao sol. Essa é, infelizmente, a minoria.</p>
<p>Nosso povo vem, desde os primórdios de sua formação após o descobrimento, lutando contra o que Nelson Rodrigues chamou de “complexo de vira-latas”, uma “malemolência”, um “jeitinho” que não trouxeram e não trarão nenhum benefício para nós, pois a educação brasileira não ajuda, nem a justiça, nem a cultura de nossa sociedade.</p>
<p>As famílias cobram pouco de seus filhos e de si mesmas. Temos aí o exemplo dos programas sociais do governo: justos para uma melhor distribuição de renda, mas que faz com que muitos queiram abandonar a chance de um emprego de carteira assinada para manter os benefícios do governo ou o seguro desemprego!</p>
<p>Para manter a imagem de povo feliz, vivemos de festa em festa, carnaval e futebol, pão e circo, o que parece nos bastar em termos de ambição de futuro (afinal aparecemos sempre como um povo dos mais felizes, mesmo com tantas mazelas). Quase todos fazem o mínimo indispensável para ver se alguém ou algum grupo dá conta do recado por eles. É a minoria tentando carregar a maioria e isso não pode dar certo!</p>
<p>Vejam os exemplos dos países que se desenvolveram, nos quais a sociedade como um todo é mais rigorosa na cobrança de desempenho em todas as atividades.</p>
<p>Até o Neymar reclamou dos colegas que colocam em suas costas as responsabilidades e ficam “olhando” ele fazer seus dribles sem ajudá-lo.</p>
<p>Uso o futebol para colocar meu ponto de vista porque, afinal, parece ser a única língua que o povo entende!</p>
<p style="text-align: center;" align="right">
]]></content:encoded>
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