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	<title>Blog de Maria Beatriz de Carvalho Melo Lobo &#187; Amor e sexo</title>
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		<title>Sobre meus Vídeos Impertinentes</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Jun 2012 00:53:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Para os meus leitores que não tem interface com meu Facebook, ou que não constam de minha lista de e-mails, eu gostaria de avisar que há algumas semanas atrás comecei a postar no Youtube uma série de pequenos vídeos amadores, gravados aqui mesmo em nosso auditório, com câmera de turista e de improviso, mas que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Para os meus leitores que não tem interface com meu Facebook, ou que não constam de minha lista de e-mails, eu gostaria de avisar que há algumas semanas atrás comecei a postar no Youtube uma série de pequenos vídeos amadores, gravados aqui mesmo em nosso auditório, com câmera de turista e de improviso, mas que mesmo assim são peças de objetivos nobres: apresentar opiniões e pontos de vista nosos sobre assuntos importantes, de forma corajosa e sem compromisso político ou de agradar ninguém e, por isso, chamam-se &#8220;Vídeos Impertinentes&#8221;.<br />
Quero apenas ter o direito de expressar minha opinião, fazer críticas, desabafos, apontar outros prismas que podem e devem ser considerados sobre os mais variados assuntos. Quem assistiu dizem que muitos deles, além de terem vários argumentos corretos, reflexões e histórias verdadeiras e adequadas, são bem engraçados, já que eu &#8220;boto mesmo pra quebrar!&#8221;.<br />
Apesar de 88% de meus leitores serem de outros países e não falarem português (pois usam a ferramento do Google Tradutor), mesmo os Vídeos Impertinentes sendo também em português, gostaria que mais pessoas tivessem acesso a eles e, talvez, lá na frente, até alguns sejam traduzidos, ganhem legenda e sejam compartilhados também em outras línguas, pois muitos assuntos tratados são universais e não dizem respeito só aos problemas e questões do Brasil.<br />
Os Vídeos Impertinentes são numerados, (para que todos possam ir assitindo paulatinamente sabendo quais já viram) e já estão na casa dos mais de 30.  Hoje (menos de um mês que comecei) eles já tem, no conjunto, mais de mil acessos.<br />
Espero que façam o mesmo sucesso deste Blog que já está chegando na marca de 75 mil Hits de acordo com o programa &#8220;Counterize&#8221; do WordPress.<br />
Obrigada a todos porque isso é para vocês e por vocês!</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Alcançamos a marca de 50 mil Hits! Post 44</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Mar 2012 16:00:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Aos meus queridos leitores/blogueiros, quero enviar esta mensagem de júbilo e agradecimento por termos atingido a marca de 50.000 Hits de quase 10 mil visitantes de mais de 50 países que postaram mais de 1.500 comentários distribuídos nos 44 posts que tenho no Blog até o momento. O campeão das visitas do Blog são os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aos meus queridos leitores/blogueiros, quero enviar esta mensagem de júbilo e agradecimento por termos atingido a marca de 50.000 Hits de quase 10 mil visitantes de mais de 50 países que postaram mais de 1.500 comentários distribuídos nos 44 posts que tenho no Blog até o momento.<br />
O campeão das visitas do Blog são os Estados Unidos com cerca de 43% do total. O Brasil hoje responde por cerca de 10% das visitas, seguido pela Alemanha com 8%, Reino Unido com 6% e França e Polônia empatadas com 4%.<br />
Estes são dados do programa estatístico da plataforma WordPress na qual meu Blog foi construído e representam uma marca importante para um Blog em português, que possui textos longos e reflexivos.<br />
Os comentários que foram postados (a imensa maioria em inglês) são muito elogiosos, mas espero ainda aumentar mais o contingente de visitas e comentários, em especial dos meus conterrâneos brasileiros.<br />
Os números mostram que há espaço para quem pretende ajudar a discutir e introduzir novos pontos de vista sobre os mais variados assuntos. No meu caso, os posts do Blog são baseados em minha experiência profissional como educadora, gestora universitária, psicóloga e, sobretudo, como mulher, mãe, esposa e cidadã.<br />
Obrigada e vamos em frente!<strong></strong></p>
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		<title>Protese de silicone: será que eu teria coragem?</title>
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		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 05:01:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu não quero fazer aqui críticas para quem tomou, ou pretende tomar a decisão de colocar prótese de silicone nos seios, ou em outros locais do corpo apenas por motivos estéticos. Moro no país com uma excelente reputação em cirurgia estética e em segundo lugar (se não for o primeiro) em contingente de mulheres que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu não quero fazer aqui críticas para quem tomou, ou pretende tomar a decisão de colocar prótese de silicone nos seios, ou em outros locais do corpo apenas por motivos estéticos.<br />
Moro no país com uma excelente reputação em cirurgia estética e em segundo lugar (se não for o primeiro) em contingente de mulheres que se submetem às cirurgias para aumentar o volume dos seios.<br />
Conheço mulheres lindas e jovens que acharam que precisavam se sentir ainda mais sensuais, assim como outras que buscaram ter novos seios para ter um real ponto de atratividade física. Respeito a decisão de todas essas pessoas.<br />
Eu mesma já fui orientada a preencher com uma cirurgia plástica a região da minha bochecha em razão de um tumor hemorrágico e invasivo, mas que felizmente não era um câncer, que por duas vezes quase me matou, há quase 20 anos atrás, pois com a idade, a pele vai perdendo a capacidade elástica de sustentação e o vazio que o tumor deixou entre a órbita do meu olho esquerdo e meu maxilar vai se tornar cada vez mais visível.<br />
Por isso, penso muito no assunto e tento estar atenta às conversas a respeito das cirurgias que as mulheres buscam para alterar algo em seus corpos que não as agradam.<br />
Em alguns casos, vejo que há uma tentativa de resgate da autoestima, por vezes já devastada por causa de alguma má formação, ou por uma característica que incomodam essas pessoas profundamente.<br />
As cirurgias plásticas, feitas por profissionais competentes e em centros especializados, apesar do risco, em muitos casos significam um renascer, como uma nova vida para a pessoa e até para um casal, pois há mesmo casos em que essa mudança faz toda a diferença.<br />
Há casos em que a cirurgia é para pessoas que não querem, ou não conseguem superar aquilo que consideram um handcap que traz insegurança ou até mesmo infelicidade. Eu não vejo como alguém pode recriminar este tipo de decisão.<br />
Eu acompanhei, ou tenho ouvido falar, também, de muitos casos em que a cirurgia é usada, infelizmente em minha opinião, como uma varinha de condão para satisfazer o desejo de ter seios maiores, uma barriguinha enxuta, ou nádegas salientes para tornar-se mais atraente, muitas vezes com a ilusão de que o resultado pode trazer de volta um amor perdido, ou o interesse sexual do parceiro adormecido. Penso que o risco de decepção nesses casos é bem grande.<br />
Na mesma linha, vejo que em muitos casos esses recursos são usados para fazer o papel de substitutos do esforço necessário para emagrecer e, para isso, a plástica de abdômen e a lipoaspiração são usadas como se fossem uma panacéia a superar os males advindos da preguiça e da falta de força de vontade.<br />
Tenho um grande amigo, Dr. Newton. Ele é um excelente cirurgião plástico e sempre me diz (e eu concordo com ele) que a maioria das mulheres que o procuram para se submeter a uma cirurgia estética não possui uma recomendação adequada. Ou seja, elas não precisam esteticamente de se submeter a uma cirurgia para obter os resultados que desejam. Muitas deveriam fazer, a meu ver, uma boa terapia psicológica.<br />
Eu brinco com ele dizendo que um dia eu pretendo me submeter a uma lipoaspiração abdominal e ele me responde, sabiamente: &#8220;você teria que perder peso para eu te operar e se você perder peso com regime e exercícios, então a cirurgia não será mais necessária!&#8221;<br />
Eu realmente me pergunto, muitas vezes, se estaria disposta a correr o risco de uma cirurgia para ficar&#8230;na verdade, como todas as mulheres desejam&#8230;mais bonita!<br />
Eu estarei em abril com 50 anos de idade e, apesar de ter nascido com uma genética favorável, sei que poderia corrigir, sim, alguns pontos de meu corpo (além da região da face cuja depressão ainda não é tão perceptível) como aquele pequeno pneu que insiste em permanecer em minha cintura, apesar do regime e da ginástica que eu faço.<br />
Eu sempre me aprofundo em tudo para tentar entender o que está em jogo para analisar a relação custo/benefício de uma decisão importante.<br />
Qual conclusão cheguei? Para mim &#8211; é importante que fique claro que falo sobre mim! &#8211; honestamente, acho que a ideia de colocar uma prótese de silicone nos seios, por exemplo, com o risco de rompimento ou de vazamento do material tóxico em meu corpo (um fato que tem sido cada vez mais frequentemente anunciado) somado à obrigação de, nos próximos 15 ou 20 anos, ter que refazer a cirurgia, obrigatoriamente, para substituir a prótese, mesmo sem que eu saiba como estarei até lá, ou seja, se terei saúde e condições financeiras de fazer outra cirurgia aos 65 ou 70 anos de idade, ainda me aterroriza.<br />
Talvez porque eu já me senti, e fui mesmo, uma garota adolescente muito, mas muito feia, eu tive que aprender como valorizar aquilo que tenho de mais bonito, ou atraente, e, mais do que tudo, eu achei conscientemente que tinha que desenvolver outros atrativos para conquistar alguém interessante para mim, eu posso dizer que sei, definitivamente, que esta história que o que realmente importa é a beleza interior é uma mentira no curto prazo &#8211; no primeiro contato a parte física é aquilo que chama a atenção, não adianta disfarçar e é muito bom quando nos sentimos confiantes neste aspecto, se possível &#8211; mas para o médio e longo prazos é o que realmente funciona, tem peso em um relacionamento e em nosso bem estar.<br />
Pode-se traduzir essa beleza interior como a capacidade de usar a inteligência a seu favor, como ter um bom senso de humor, ser agradável e desenvolver valores e atitudes que sejam respeitados por todos e, assim, você conseguirá aquilo que realmente importa (e que a idade e o aspecto físico não conseguem mudar): a nossa capacidade de gostar de nós mesmos e de despertar a admiração das pessoas que realmente valem a pena!</p>
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		<title>Para que 2012 seja feliz!</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Jan 2012 15:25:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao passar a noite do “réveillon”, vi milhares de pessoas de vários países do mundo na Boulevard Street, em Las Vegas, comemorando o ano que estava chegando (ou o ano que estava acabando?) e pensei o que é preciso acontecer para que se considere que um ano seja feliz, seja bom, um ano inesquecível? Há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ao passar a noite do “réveillon”, vi milhares de pessoas de vários países do mundo na Boulevard Street, em Las Vegas, comemorando o ano que estava chegando (ou o ano que estava acabando?) e pensei o que é preciso acontecer para que se considere que um ano seja feliz, seja bom, um ano inesquecível?<br />
Há pessoas que analisam o ano de acordo com a perda de pessoas queridas (se não morreu ninguém importante na sua vida, dá para considerar um bom ano&#8230;), mas há pessoas que não acham isso suficiente. Se passaram o ano com saúde, se conseguiram algum bem material (comprar a casa dos sonhos, ou conseguiram trocar de carro) ou profissional (conseguiram um emprego, ou uma promoção), fazem as contas imaginárias (cujos critérios são absolutamente variáveis de pessoa para pessoa) e sentenciam: foi um ano bom, ou ainda bem que o maldito ano está acabando&#8230;!<br />
Conheço gente que logo leva para o lado exotérico: anos pares são bons, mas os anos ímpares&#8230;! Outros nunca estão satisfeitos, pois tudo poderia sempre ser melhor.<br />
Eu costumava pensar nesses termos de ano bom ou ruim, mas desde que me casei pela segunda vez (e lá se vão quase 15 anos maravilhosos!) acho todos os anos ótimos, não trocaria nenhum deles ou faria nada diferente.<br />
Perdas eu tive, algumas, graças a Deus nenhuma expressiva, trabalhei muito, tive decepções, em especial vinda de pessoas próximas das quais não esperava ingratidão ou injustiça, mas cheguei à mesma conclusão sobre o que é um ano bom comparando ao que é a felicidade para mim.<br />
Se para alguns não existe felicidade, só momentos felizes, para mim ser feliz é ter uma rotina feliz. Nessa rotina podem acontecer momentos de extrema felicidade, como de aborrecimento, mas se o meu cotidiano é agradável, se faço o que gosto, me sinto bem, mas, sobretudo, se estou cercada de quem eu mais amo e se o meu dia a dia é prazeroso, ou seja, aquilo que me faz realmente feliz é parte concreta e constante daquilo que realizo e do meu modo de viver, então eu me considero, simplesmente, a mulher mais feliz do planeta!<br />
Quanto mais eu penso, mais eu tenho essa certeza: não mudaria um único dia dos meus últimos 15 anos. Por isso na noite do ano novo só pensei que, mesmo eu tendo tido alguns problemas em 2011, eu só quero para 2012 que deixem tudo como está, ou seja, que não mudem muito as coisas para mim e meu marido. Quero que meu único filho se realize, é claro, mas ele também terá seu próprio tempo e sua forma de encontrar a felicidade.<br />
Que venha o Ano Novo!</p>
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		<title>O que fazer quando se ama alguém que não nos faz feliz?</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Dec 2011 16:14:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esse é um tema que eu mais do que vivi, pois passei por isso várias vezes, além de tentar ajudar outras tantas pessoas que sofrem quando descobrem que amam, mas esse amor não traz sua felicidade. Ao contrário do que se pensa, e do que se divulga e espalha pelo mundo, amar alguém é uma condição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse é um tema que eu mais do que vivi, pois passei por isso várias vezes, além de tentar ajudar outras tantas pessoas que sofrem quando descobrem que amam, mas esse amor não traz sua felicidade.<br />
Ao contrário do que se pensa, e do que se divulga e espalha pelo mundo, amar alguém é uma condição (na maioria das vezes) necessária, mas nem sempre suficiente para fazer com que sejamos felizes, ou mesmo para manter alguém nas nossas vidas.<br />
Há casais que vivem felizes e não tem o amor como principal motivo da união. Apontam a amizade, a companhia, os interesses mútuos, enfim, cada casal sabe a razão pela qual decide manter sua vida a dois.<br />
Quando está dando certo, não existem problemas que o amor não consiga vencer. O problema é quando há problemas, ou seja, conflitos de personalidade, carater ou diferenças irreconciliáveis que nos fazem sofrer. Na maioria dos casos, porque nós amamos acabemos pensando que devemos ficar e tentar mais uma vez, sempre, indefinidamente, porque o amor justifica tudo.<br />
Ninguém, mas ninguém mesmo mais do que eu valoriza o amor e acha que tudo vale a pena para estar ao lado de quem se ama. Entretanto, não acredito que haja amor verdadeiro se sua base não for alicerçada na reciprocidade, se a convivência não nos faz sentir mais felizes com ele do que sem ele. Quando amamos, mas estamos sempre angustiados e sofrendo porque os defeitos do outro (combinado com os nossos é claro!) ou a vida em comum não nos torna melhores e mais felizes, é preciso ter a coragem de perguntar: devemos ficar com alguém só porque o amamos?<br />
Logo que meu único filho começou a namorar, eu percebia que, como eu (e talvez por minha causa, ou seja, por aprender comigo) ele era capaz de desenvolver um importante envolvimento e discutir as relações de forma corajosa e madura, mas tinha dificuldade de perceber o momento em que os sinais indicavam que estava na hora dele dar um basta, ou educadamente deixar que o outro lado tomasse a iniciativa (mesmo que fosse incentivado pelo seu comportamento, ou por seus argumentos) de terminar o namoro!<br />
Expliquei a ele que, diferentemente do que muitos imaginam, o namoro existe não para que encontrarmos logo com quem vamos nos casar (se fosse assim, o número de casamentos precoces seria muito maior do que é), mas para aprendermos a terminar uma relação.<br />
Namoramos para descobrir o que importa para nós, aquilo que gostamos e aquilo que não aceitamos, para saber que nem todos ficarão conosco a vida toda e que mesmo assim vamos seguir em frente, vamos sobreviver, sozinhos, ou pelo menos até encontrarmos um novo par. É para isso que namoramos. Para sabermos o que queremos e o que não queremos para nossas vidas. Se não está sendo assim para alguém, é importante que essa pessoa saiba que deveria ser assim.<br />
Por essa razão, é fundamental que pais e filhos conversem para que eles saibam que essa quase paranóia que nos acomete quando nos apaixonamos e essa dor do rompimento vão passar e que terminar uma relação quando alguém, de fato, não serve para nós é uma atitude madura e necessária para que a gente mantenha a individualidade e os valores preservados.<br />
Não basta amar para ser feliz e o amor não se sustenta quando as condições básicas para uma relação não estão atendidas na visão de quem teve (ou deveria ter) a coragem de romper o relacionamento.<br />
Quando o amor nos faz sentir menores (ao invés de nos fazer crescer), se há desrespeito, se nos sentimos abusados em nossa boa fé, se não nos sentimos completos, importantes e valorizados por quem amamos, é preciso ter coragem de mandar no coração e tomar a decisão a partir da nossa consciência. O coração não tem sempre razão e não devemos achar que ter amor por alguém nos torna prisioneiro de uma pessoa.<br />
Nascemos sós e vamos morrer sós. Temos que ser felizes primeiro conosco mesmo pois somente quando nos amamos e nos valorizamos é que somos capazes de amar melhor alguém e fazer com que nos amem com mais justiça e equilibrio. O amor desenfreado de um lado só não funciona, simples assim!<br />
Quem não teme em terminar uma relação, porque sabe que não está e não será feliz assim, mesmo amando, estará muito mais apto a encontrar (ou ser encontrado) e desfrutar o verdadeiro amor, esse sim, inquestionavelmente, a melhor coisa que existe na vida!</p>
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		<title>Foi bom pra você?</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jul 2011 17:53:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Nossos filhos saberão bater papo ao vivo?]]></category>
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		<description><![CDATA[ Não sou crítica da tecnologia, mas também não sou fanática pela absoluta conectividade que parece ter assolado o mundo. Uso meu celular para eventualmente encontrar pessoas quando estou viajando, emergências em geral, mas praticamente não recebo chamadas por estar sempre ou disponível em meu escritório, ou em minha casa (para amigos e parentes) ou então, como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Não sou crítica da tecnologia, mas também não sou fanática pela absoluta conectividade que parece ter assolado o mundo. Uso meu celular para eventualmente encontrar pessoas quando estou viajando, emergências em geral, mas praticamente não recebo chamadas por estar sempre ou disponível em meu escritório, ou em minha casa (para amigos e parentes) ou então, como deve ser, indisponível mesmo! Não quero ser interrompida a qualquer hora por qualquer pessoal quando estou trabalhando, em reunião com clientes ou em paz na minha casa, ou na minha hora de descanso no hotel.<br />
Mas eu sei que sou quase uma exceção e uma das razões deve ser a minha faixa etária (minha geração usa, em geral, menos apetrechos <em>high techs</em>), ou o fato de que eu tenho um escritório fixo que pode &#8220;me achar&#8221;, o que me permite usar meu celular como penso que ele deveria ser considerado: como uma ferramenta a meu serviço.<br />
Conheço gente que se considera viciado em celular, que não consegue ficar desconectado de jeito nenhum e isso para os exageros é um pulo. Sou testemunha de verdadeiros absurdos virtuais que são, na verdade, pura falta de bom senso, para não falar de educação.<br />
Pessoas que atendem telefone ou usam seus equipamentos nas situações mais esdrúxulas e constrangedoras (banheiros públicos, no meio da noite em viagem de ônibus, durante palestras, no cinema etc) às vezes são valorizadas nos anúncios de TV (lembra do estagiário Dudu que vira Carlos Eduardo porque acha na web a resposta de um problema?), ao invés de criticadas, por terem até esse &#8220;diferencial de qualidade do profissional&#8221;.<br />
Só que este tipo de uso da tecnologia é, na maioria das vezes, uma enorme demonstração de falta de capacidade de concentração e até de respeito mesmo com quem, por exemplo, está na reunião concentrado, ou expondo problemas enquanto alguns participantes estão twitando seus e-mails particulares ou navegando na internet.<br />
Parece que eu estou por fora do mundo por achar, afinal, que esta necessidade de conexão está levando as pessoas a ficaram desconectadas&#8230;.uma das outras! Acredito firmemente que estamos caminhando para um isolamento disfarçado pelos contatos superficiais que a nova tecnologia proporciona e que pode nos afastar, ou tirar a necessidade de conhecer as pessoas e de nos RELACIONARMOS com elas.<br />
O argumento de que hoje as pessoas possuem muito mais contatos e amigos por causa das redes sociais não pode ser verdadeiro na medida em que houver a substituição da necessidade de saber, de discutir, de trocar opiniões, do olho no olho&#8230;pelo torpedo.<br />
Eu vejo nas salas dos aeroportos cerca de 80% das pessoas absortas em seus <em>smartfones</em>, <em>netbooks</em> e <em>tablets</em> cuidando de coisas que nem sempre são urgentes, mas ocupando as mentes com o que antes era espaço e tempo para a leitura de um bom livro, ou para um daqueles bate-papos que fazem a vida valer a pena (para onde você vai? você é daqui? onde fica sua cidade? você conhece fulano?). Papos que nos fazem ter noção das diferenças, do mundo lá fora e ao mesmo tempo nos tornam todos mais próximos.<br />
Conheço vários pais que morrem de medo de ficarem em um mesmo lugar com seus filhos caso não haja acesso à internet, ou luz elétrica, pois não teriam assunto para discutir, formas de distrair, ou maneiras de controlar os filhos, ou seja, não conseguem mais conviver (e aí estes aparelhos viram babás eletrônicas ou substituem um entretenimento mais saudável, ou o prazer de estar com a família)!<br />
Meu neto (filho de meu enteado) que acabou de chegar de um ano de intercâmbio na Suíça confirmou que este é um fenômeno que não é brasileiro e não tem fronteiras. Ele esteve em 5 países europeus e viu isso em todo lugar e deu-me a prova que faltava de que a coisa fugiu do controle: jovens nas festas que ficam em uma sala sentados conversando&#8230; por twiter com outros jovens &#8230;que estão na mesma sala (física e não virtual) da festa!!!<br />
Eu sei e reconheço muito bem o valor e a importância que o acesso às informações e ao mundo agregam ao processo educativo, ao trabalho, ou à vida das pessoas com a comodidade de saber de tudo e praticamente acabar com as distancias, mas o uso exagerado, até mesmo neurótico, da conectividade precisa ser repensado.<br />
Caso contrário ainda vai chegar a hora em que será comum um casal, após uma relação carnal (e não virtual) sentar na cama, pegar o celular e twitar para o outro: Foi bom pra você?</p>
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		<title>Só porque eu sabia que você vinha meu dia foi mais feliz!</title>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 22:35:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amor e sexo]]></category>
		<category><![CDATA[Assuntos Gerais e Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos e família]]></category>
		<category><![CDATA[Acredite que o amor verdadeiro existe]]></category>
		<category><![CDATA[Felicidade é uma rotina de alegrias e de paz. Priorize o outro e você será mais feliz]]></category>
		<category><![CDATA[Nada é mais importante que o verdadeiro amor]]></category>
		<category><![CDATA[Não desista de encontrar o verdadeiro amor]]></category>
		<category><![CDATA[o amor é nosso maior tesouro]]></category>
		<category><![CDATA[só quem se ama pode amar o outro]]></category>

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		<description><![CDATA[Faço em setembro 14 anos de casada. Depois deste tempo todo, ainda sinto meu coração bater mais forte só ao escutar a voz dele ao telefone! Cresci ouvindo minha mãe dizer e acreditando que o amor verdadeiro e eterno existia. Com o tempo, cheguei a pensar que não se pode ter tudo, então o jeito [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Faço em setembro 14 anos de casada. Depois deste tempo todo, ainda sinto meu coração bater mais forte só ao escutar a voz dele ao telefone!</div>
<div>Cresci ouvindo minha mãe dizer e acreditando que o amor verdadeiro e eterno existia. Com o tempo, cheguei a pensar que não se pode ter tudo, então o jeito era escolher, ou aceitar que certas lacunas, incompatibilidades, desapegos e até graves incompreensões poderiam ser barganhadas por aspectos positivos do parceiro: se ele é bom marido, bom pai, ou bom provedor &#8211; então valia a pena abrir mão de outros aspectos, seja do romance, da paixão e até da felicidade, para nos contentarmos com os tais momentos felizes.</div>
<div>Queria que vocês soubessem que já sofri muito, que tentei de tudo, que acertei e errei, mas que depois de 35 anos de vida é que descobri que aquele amor que sempre acreditei existe sim, e como!</div>
<div>Não é contar vantagem, não é sorte (exige muito dos dois lados), não é fantasia, nem deboche com a tristeza alheia. É uma palavra de esperança para quem achava que só podemos viver na busca de migalhas de felicidade.</div>
<div>O amor verdadeiro é cotidiano e feliz na rotina (não na festa, com vestido novo, danças e taças de proseco). Quando estamos felizes com alguém, o simples fato de estar junto é a razão da felicidade. O dia muda, a vida muda e tudo vale a pena, pois nada é mais importante.</div>
<div>Ouvi a frase do título de meu marido e nos falamos todos os dias sobre o nosso amor que enche a nossa vida.</div>
<div>Amar é verbo intransitivo, mas exige convivência inteligente, bem humorada, muita afinidade e que se priorize realmente a alegria, a felicidade do outro. Porque se o outro estiver feliz e também priorizar a sua felicidade, então&#8230;!!!</div>
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		<title>Separação de casais: para quem o divórcio vira um inferno?</title>
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		<pubDate>Wed, 18 May 2011 22:12:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
				<category><![CDATA[Amor e sexo]]></category>
		<category><![CDATA[Assuntos Gerais e Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Educação em Geral e Ensino Superior]]></category>
		<category><![CDATA[Relacionamentos e família]]></category>
		<category><![CDATA[briga de casais]]></category>
		<category><![CDATA[Colocar filho contra pai ou mãe? Quem nós atacamos quando decidimos infernizar a vida de quem saiu de casa? Dá para ter uma separação civilizada]]></category>
		<category><![CDATA[De que adianta culpar alguém?]]></category>
		<category><![CDATA[Divórcio]]></category>
		<category><![CDATA[É posível ter uma separação realmente amigável?]]></category>
		<category><![CDATA[ele saiu de casa]]></category>
		<category><![CDATA[Nossos filhos precisam escolher entre o pai e a mãe?]]></category>
		<category><![CDATA[Por que transformamos nossos "ex" como vilão(ã) acabando com a justificativa que fizemos para casar com ele(a)?]]></category>
		<category><![CDATA[separação]]></category>
		<category><![CDATA[terminar um casamento]]></category>

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		<description><![CDATA[Há poucas semanas atrás, conheci um casal na praia e trocando aquele bate papo gostoso regado a caipirinha, soube que ele (separado faz pouco mais de 3 anos) sofria muito com o distanciamento dos filhos, que (na opinião dele) se afastaram em virtude das atitudes da ex-mulher que parece usar todo tipo de chantagem emocional e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Há poucas semanas atrás, conheci um casal na praia e trocando aquele bate papo gostoso regado a caipirinha, soube que ele (separado faz pouco mais de 3 anos) sofria muito com o distanciamento dos filhos, que (na opinião dele) se afastaram em virtude das atitudes da ex-mulher que parece usar todo tipo de chantagem emocional e material para manter os filhos longe do pai e, mais ainda, da nova mulher que ele escolheu para viver.</div>
<div>Este é um assunto que eu posso dizer que não só conheço, estudei e vejo às dezenas, como vivi na pele (como se diz), pois já me separei e me casei com uma pessoa separada.</div>
<div>O que o casal nos relatou na praia é a situação mais corriqueira e não é só de ex-mulher não!</div>
<div>A imensa maioria dos casais que se separam enfrenta quase um desmanche da vida familiar ou uma guerra, em geral travada entre aquele que &#8221;fica&#8221; (ou seja, quem não decidiu pela separação) com aquele que &#8220;vai&#8221; (que pediu a separação), mesmo que no começo, em alguns casos, o casal tente levar tudo de forma super civilizada, até&#8230;.</div>
<div>Bem, até que entram as questões materiais, e/ou um novo parceiro para qualquer das partes, e, principalmente, problemas com os filhos. Aí parece que tudo se transforma! Vira um inferno na terra!!!!</div>
<div>Não quero tratar de nenhum caso em especial, mas apenas dizer que, quase sempre, independente de quem pede a separação (e de quem não pensava que a vida poderia mudar tanto!), os filhos são os que mais sofrem com uma separação.<br />
Pais, atenção! Os filhos não devem ser obrigados a escolher um lado (como se fosse mesmo um jogo onde o outro lado é o time a ser vencido!), ou compartilhar da visão de apenas um dos dois (ou seja, um sempre será a vítima e o outro o algoz então só um pode ter razão e/ou ser apoiado).<br />
Os filhos precisam é de orientação, inclusive para agir de modo a não fomentar ainda mais a discórdia e para não pensar apenas neles mesmos, como se só isso importasse.</div>
<div>Pois é muito comum os filhos agirem na separação pensando e de acordo com seus próprios interesses imediatos, sem qualquer convicção de certo ou errado, sem pensar e analisar a situação sob a ótica do casal (quando os filhos têm idade para isso) e a situação acaba propiciando o pior dos males: crianças, adolescentes e até adultos usam a separação dos pais para invocar direitos, ou regalias &#8211; nunca deveres &#8211; que só são possíveis pela fragilidade em que os pais se encontram.<br />
Com isso, é comum ver pais que, com enorme sentimento de culpa, perdem totalmente o bom senso e não conseguem mais dizer NÃO! Ou então um colocar os filhos contra o outro, usando como argumentos provas de sua situação de vítima (nada melhor do que usar os filhos para encostar o outro na parede, não é?). Este é o jogo do vencer-perder, pois um lado só vence se o outro perde.<br />
Amigos do casal muitas vezes também agem como os filhos, ou como crianças, escolhendo lados e incentivando birras e escândalos.</div>
<div>Nada disso contribui para a compreensão da situação, para a paciência necessária nesta fase que deve ser de transição e com a felicidade dos dois lados e dos filhos principalmente.</div>
<div>Quero terminar dizendo que sim, existem muitos casais que conseguem lidar bem (dentro do possível) com uma separação (independentemente do motivo que a causou).</div>
<div>Isto acontece quando, na maioria das vezes, um dos dois toma a dianteira e coloca as regras de forma justa e explica as situações sob a ótica da verdade e não do oportunismo e também sabe reconhecer defeitos seus, do outro e dos filhos (que não sempre anjos não!).</div>
<div>Com isto, consegue conduzir melhor a situação e levar todos a um bom porto, mas isto não significa que a convivência pacífica e até construtiva não dependa também de todos os envolvidos em diferentes níveis.</div>
<div>Ou seja, se aqueles que se separam conseguem conviver bem entre si e com seus novos parceiros, se os filhos conseguem aceitar e estabelecer uma forma de convívio digna e agradável com os pais, com seus novos parceiros e até com os filhos destes é porque a família resolveu manter a dignidade e fazer a verdade prevalecer. </div>
<div>Ganha quem decidiu olhar para a família coletivamente, escolhendo a visão de que o bem estar e a honestidade das atitudes devem ser valores comungados por todos deste círculo e que consegue mostrar que isto é mais importante e maior do que qualquer bem material, ou se este, ou aquele tem razão no que fez ou deixou de fazer.</div>
<div>É o jogo do vencer-vencer, pois um só vence se todos vencem. Podem acreditar que é possível e vale a pena!</div>
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