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	<title>Comentários sobre: Por que muitos pais não conseguem mais impor limites aos filhos?</title>
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	<description>Bia Lobo</description>
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		<title>Por: Maria Beatriz Lobo</title>
		<link>https://mbeatrizlobo.com.br/index.php/2011/05/por-que-muitos-pais-nao-conseguem-mais-impor-limites-aos-filhos-2/#comment-13</link>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 14:43:09 +0000</pubDate>
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		<description>OI querida:
Que bom ter você no meu blog.
Sabe que você falando me vem à cabeça que a criação de suas filhas foi muito próxima da minha e de meus irmãos, com a diferença que ao perdermos o papai ainda pequenos, mamãe teve que fazer os dois papéis. 
Quem teve vários filhos, próximos de idade como você e ela, também pode verificar que outras variáveis  geraram mudanças na formação deles, pois mesmo sendo o mesmo pai e a mesma mãe, a forma como lidamos com eles e, sem dúvida, as características de cada um que precisam ser levadas em conta, não são iguais, ou pelo menos (pensando na lei de ação e reação) nem todo filho responde da mesma forma ao mesmo tipo de limite imposto pelos pais.
Um é mais rebelde, outro é mais cordato, com um nós temos mais facilidade/afinidade, com outro parece que ele buscou de algum lugar valores e comportamentos que &quot;não sabemos onde ele aprendeu isso!&quot;.
Então, só nos resta uma análise de consciência para saber se fizemos a nossa parte (dentro daquilo que pensávamos ser correto à época, porque depois é mais fácil criticar não é?) e não nos omitimos, que é o que importa, mas sei quanto é duro manter uma postura e perserverar nela quando os demais núcleos de convivência do jovem, as mídias e a sociedade em geral parecem acusar-nos de sermos, no mínimo, ultrapassados, quando não somos tachados de tolos.
Veja a questão da criminalização da palmada e da devolução de dinheiro achado - na primeira todas as gerações passadas, incluindo nossos pais e nós mesmos, passariam a ser considerados criminosos tipificados no código penal (e isso eu não aceito pois não tenho críticas à educação que recebi de meus pais e nunca misturei palmada corretiva com agressão e não aceito que na picaretagem da política se vá determinar que a forma como fui criada está errada e/ou é criminosa porque levei algumas palmadas bem merecidas) e na segunda, quem devolve o que não é seu só porque achou na rua é considerado otário (como nosso ex-presidente disse ao vivo na TV uma vez), ou vira notícia no Jornal Nacional - tão rara é a prática!
Enfim, não podemos deixar que o Estado, ou a ignorância ou o modismo ditem as regras sobre nosso direito individual de tomar as decisões sobre quem está sob nossa responsabilidade. De resto, deveria prevalescer o bom senso. Pelo menos temos que ser capazes de explicar o que fizemos e a razão do nosso comportamento e isso eu sei que nós sabemos bem!
Mil beijos a todos e volte sempre aqui.
Bia</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>OI querida:<br />
Que bom ter você no meu blog.<br />
Sabe que você falando me vem à cabeça que a criação de suas filhas foi muito próxima da minha e de meus irmãos, com a diferença que ao perdermos o papai ainda pequenos, mamãe teve que fazer os dois papéis.<br />
Quem teve vários filhos, próximos de idade como você e ela, também pode verificar que outras variáveis  geraram mudanças na formação deles, pois mesmo sendo o mesmo pai e a mesma mãe, a forma como lidamos com eles e, sem dúvida, as características de cada um que precisam ser levadas em conta, não são iguais, ou pelo menos (pensando na lei de ação e reação) nem todo filho responde da mesma forma ao mesmo tipo de limite imposto pelos pais.<br />
Um é mais rebelde, outro é mais cordato, com um nós temos mais facilidade/afinidade, com outro parece que ele buscou de algum lugar valores e comportamentos que &#8220;não sabemos onde ele aprendeu isso!&#8221;.<br />
Então, só nos resta uma análise de consciência para saber se fizemos a nossa parte (dentro daquilo que pensávamos ser correto à época, porque depois é mais fácil criticar não é?) e não nos omitimos, que é o que importa, mas sei quanto é duro manter uma postura e perserverar nela quando os demais núcleos de convivência do jovem, as mídias e a sociedade em geral parecem acusar-nos de sermos, no mínimo, ultrapassados, quando não somos tachados de tolos.<br />
Veja a questão da criminalização da palmada e da devolução de dinheiro achado &#8211; na primeira todas as gerações passadas, incluindo nossos pais e nós mesmos, passariam a ser considerados criminosos tipificados no código penal (e isso eu não aceito pois não tenho críticas à educação que recebi de meus pais e nunca misturei palmada corretiva com agressão e não aceito que na picaretagem da política se vá determinar que a forma como fui criada está errada e/ou é criminosa porque levei algumas palmadas bem merecidas) e na segunda, quem devolve o que não é seu só porque achou na rua é considerado otário (como nosso ex-presidente disse ao vivo na TV uma vez), ou vira notícia no Jornal Nacional &#8211; tão rara é a prática!<br />
Enfim, não podemos deixar que o Estado, ou a ignorância ou o modismo ditem as regras sobre nosso direito individual de tomar as decisões sobre quem está sob nossa responsabilidade. De resto, deveria prevalescer o bom senso. Pelo menos temos que ser capazes de explicar o que fizemos e a razão do nosso comportamento e isso eu sei que nós sabemos bem!<br />
Mil beijos a todos e volte sempre aqui.<br />
Bia</p>
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	<item>
		<title>Por: Maria Cecilia da Veiga Higuchi</title>
		<link>https://mbeatrizlobo.com.br/index.php/2011/05/por-que-muitos-pais-nao-conseguem-mais-impor-limites-aos-filhos-2/#comment-12</link>
		<dc:creator>Maria Cecilia da Veiga Higuchi</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2011 00:53:55 +0000</pubDate>
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		<description>Querida Bia
Achei importantíssima a sua avaliação a respeito deste  tema porque vejo também, a cada instante, cenas como as que você descreveu, onde os pais ficam sem saber o que fazer diante de uma birra, de uma grosseria ou de uma imposição dos filhos. A idade deles? 3, 4 ou 5 anos. Cedo não?!!
Você é da geração sanduiche e eu, muito antes de você, sou da geração &quot;dos sem vez&quot;.
Ouvíamos a todo instante &quot;criança não se manifesta, não perguntei sua opinião e assim por diante.
Não acho que isso foi bom porque impedia o aprendizado da discussão e do debate.
Nem 8 nem 80.
Criei 4 filhas sempre com a preocupação de ouvir suas opiniões, suas contestações diante de um não, explicando exaustivamente, até que meu marido chegava e dizia: é não porque é não e ponto final. Isto surtia um efeito extraordinário, não que elas ficassem felizes mas percebiam que tinham chegado a um  limite.
Hoje temos netos de 17, 14, 8, 6 e uma netinha de 6 meses e agora  fico em contato quase que diário com os menores, cuidando mesmo deles, para minha filha trabalhar.
Meu neto de 6 anos eu diria que é um menino precoce e de muita opinião e não raro discutimos. Se eu bobear, a discussão fica de igual para igual. Nesta hora digo firmemente: é assim porque é assim e fim de papo.
E aí vejo como é precioso estabelecer o limite e como eles esperam e precisam disso.
É claro que os pais querem compensar a ausência em função do trabalho e temem não serem mais amados se forem muito rígidos.
É um problema bem complicado e seria tão bom se achássemos uma formula adequada aos dias de hoje.
Um beijo prá você, Roberto e Thiago.
Maria Cecilia
Adorei o seu blog!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Querida Bia<br />
Achei importantíssima a sua avaliação a respeito deste  tema porque vejo também, a cada instante, cenas como as que você descreveu, onde os pais ficam sem saber o que fazer diante de uma birra, de uma grosseria ou de uma imposição dos filhos. A idade deles? 3, 4 ou 5 anos. Cedo não?!!<br />
Você é da geração sanduiche e eu, muito antes de você, sou da geração &#8220;dos sem vez&#8221;.<br />
Ouvíamos a todo instante &#8220;criança não se manifesta, não perguntei sua opinião e assim por diante.<br />
Não acho que isso foi bom porque impedia o aprendizado da discussão e do debate.<br />
Nem 8 nem 80.<br />
Criei 4 filhas sempre com a preocupação de ouvir suas opiniões, suas contestações diante de um não, explicando exaustivamente, até que meu marido chegava e dizia: é não porque é não e ponto final. Isto surtia um efeito extraordinário, não que elas ficassem felizes mas percebiam que tinham chegado a um  limite.<br />
Hoje temos netos de 17, 14, 8, 6 e uma netinha de 6 meses e agora  fico em contato quase que diário com os menores, cuidando mesmo deles, para minha filha trabalhar.<br />
Meu neto de 6 anos eu diria que é um menino precoce e de muita opinião e não raro discutimos. Se eu bobear, a discussão fica de igual para igual. Nesta hora digo firmemente: é assim porque é assim e fim de papo.<br />
E aí vejo como é precioso estabelecer o limite e como eles esperam e precisam disso.<br />
É claro que os pais querem compensar a ausência em função do trabalho e temem não serem mais amados se forem muito rígidos.<br />
É um problema bem complicado e seria tão bom se achássemos uma formula adequada aos dias de hoje.<br />
Um beijo prá você, Roberto e Thiago.<br />
Maria Cecilia<br />
Adorei o seu blog!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Maria Beatriz Lobo</title>
		<link>https://mbeatrizlobo.com.br/index.php/2011/05/por-que-muitos-pais-nao-conseguem-mais-impor-limites-aos-filhos-2/#comment-10</link>
		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 May 2011 22:32:04 +0000</pubDate>
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		<description>Que bom que vc está aqui, comigo.&lt;br /&gt;Sei que você vai contribuir muito para os pontos de vista que eu levantar aqui. Obrigada querida.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que bom que vc está aqui, comigo.<br />Sei que você vai contribuir muito para os pontos de vista que eu levantar aqui. Obrigada querida.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Flavia M.</title>
		<link>https://mbeatrizlobo.com.br/index.php/2011/05/por-que-muitos-pais-nao-conseguem-mais-impor-limites-aos-filhos-2/#comment-8</link>
		<dc:creator>Flavia M.</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 May 2011 15:58:18 +0000</pubDate>
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		<description>Bia querida,sem dúvida esse é um assunto muito atual e super importante. Bom você estar tratando dele.  Aguardo a sequéncia          Muitos beijos FM</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Bia querida,sem dúvida esse é um assunto muito atual e super importante. Bom você estar tratando dele.  Aguardo a sequéncia          Muitos beijos FM</p>
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