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	<title>Comentários sobre: &#8220;Os livro&#8221;: que tal isto ser aceito como português correto?</title>
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	<description>Bia Lobo</description>
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		<title>Por: Maria Beatriz Lobo</title>
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		<dc:creator>Maria Beatriz Lobo</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 May 2011 22:35:04 +0000</pubDate>
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		<description>Você foi além e denunciou exatamente a coloração política que as pessoas querem dar para justificar estas posturas. A inclusão - como se pudesse existir de fato inclusão sem educação - é a desculpa para tudo. Palavras como democracia, republicano e cidadão tomaram no Brasil rumos esquisitos e muitas vezes totalmente despropositados.&lt;br /&gt;Concordo plenamente contigo.&lt;br /&gt;BJ</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Você foi além e denunciou exatamente a coloração política que as pessoas querem dar para justificar estas posturas. A inclusão &#8211; como se pudesse existir de fato inclusão sem educação &#8211; é a desculpa para tudo. Palavras como democracia, republicano e cidadão tomaram no Brasil rumos esquisitos e muitas vezes totalmente despropositados.<br />Concordo plenamente contigo.<br />BJ</p>
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		<title>Por: Flavia M.</title>
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		<dc:creator>Flavia M.</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 May 2011 16:05:18 +0000</pubDate>
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		<description>Realmente acredito que o mal do livro &quot;Por uma vida melhor&quot; seja estar na verdade defendendo uma vida pior. Com a suposta intenção de fortalecer a democracia, só faz enfraquece-la, já que infla a desigualdade tirando dos menos privilegiados as oportunidades que todos devem ter, e a aptidão de discordar de regras, se for o caso,  com sólido conhecimento de causa. Então enquanto as chamadas &quot;elites&quot; mandam seus filhos para escolas particulares que ensinam as crianças a falar e escrever um português correto, os alunos das escolas públicas são condenados a passar a vida sem saber usar a lingua corretamente. Dizer &quot;nós pesca&quot; não é coloquial, é simplesmente incorreto, e não é como os que têm liberdade de escolha profissional, e seus filhos, falam. Encorajar crianças a falar assim é tirar delas a possibilidade de seguir estudando. Afirmar que é preciso aceitar esses deslizes porque afinal de contas devemos ser &quot;democráticos&quot; e essas crianças só sabem falar assim, é julgá-las incapazes de absorver ensinamentos e evidencia um terrível, apesar de muitas vezes bem intencionado, paternalismo classista. Além disso essa turma &quot;democrática&quot; parece desconhecer o fato de que via de regra as criaturas, principalmente as jovens, desejam fazer trabalhar sua inteligência, aprender coisas novas, e sentem prazer em progredir. O que é preciso é dar-lhes professores respeitados e bem remunerados que, entusiastas competentes, façam as crianças entender que não é &quot;feio&quot; falar como falam, mas que existe uma forma bem mais apropriada e eficiente de usar a língua. E através das crianças estarão, em muitos casos, instruindo também os pais.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Realmente acredito que o mal do livro &quot;Por uma vida melhor&quot; seja estar na verdade defendendo uma vida pior. Com a suposta intenção de fortalecer a democracia, só faz enfraquece-la, já que infla a desigualdade tirando dos menos privilegiados as oportunidades que todos devem ter, e a aptidão de discordar de regras, se for o caso,  com sólido conhecimento de causa. Então enquanto as chamadas &quot;elites&quot; mandam seus filhos para escolas particulares que ensinam as crianças a falar e escrever um português correto, os alunos das escolas públicas são condenados a passar a vida sem saber usar a lingua corretamente. Dizer &quot;nós pesca&quot; não é coloquial, é simplesmente incorreto, e não é como os que têm liberdade de escolha profissional, e seus filhos, falam. Encorajar crianças a falar assim é tirar delas a possibilidade de seguir estudando. Afirmar que é preciso aceitar esses deslizes porque afinal de contas devemos ser &quot;democráticos&quot; e essas crianças só sabem falar assim, é julgá-las incapazes de absorver ensinamentos e evidencia um terrível, apesar de muitas vezes bem intencionado, paternalismo classista. Além disso essa turma &quot;democrática&quot; parece desconhecer o fato de que via de regra as criaturas, principalmente as jovens, desejam fazer trabalhar sua inteligência, aprender coisas novas, e sentem prazer em progredir. O que é preciso é dar-lhes professores respeitados e bem remunerados que, entusiastas competentes, façam as crianças entender que não é &quot;feio&quot; falar como falam, mas que existe uma forma bem mais apropriada e eficiente de usar a língua. E através das crianças estarão, em muitos casos, instruindo também os pais.</p>
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